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Madeleine Albright, também conhecida como Caixa de Jóias Ambulante, foi a primeira mulher a ocupar o supercargo de Secretária de Estado dos EUA.

Pode-se dizer que Madeleine lançou a diplomacia-fashion, já que foi responsável por criar uma nova linguagem diplomática, misturando tailleurs grifados, jóias de alta gama, política e relações internacionais.

Tudo começou quando a excêntrica e competente senhora servia como Embaixadora dos EUA na ONU, durante o primeiro mandato do Bill. Em certa ocasião, o grande inimigo do Estado americano naquele momento, Saddam Hussein, declarou publicamente que Madeleine era “uma víbora como nenhuma outra”.

Foi então que Madeleine teve a brilhante e original idéia de passar a usar um broche de serpente cada vez que se reunia com um representante do governo do Iraque.

A partir desse momento, os broches de Madeleine passaram a ter grande significação: “usados como símbolo no momento correto, os broches podem dar certa pressão ou certa doçura a uma negociação”, disse a dama dos broches.

E a coisa fazia efeito. Vladimir Putin declarou que, cada vez que via Madeleine, tentava decifrar o significado do seu broche e a quem a mensagem se dirigia.

A sua coleção de broches preciosos, que já foi exposta no Museum of Arts and Design de NY, é repleta de objetos medonhos e/ou ameaçadores como aranhas, cobras, marimbondos e águias, mas também contém exemplares mais positivos, como sóis, estrelas, notas musicais e borboletas.

Caro Arafat, se você se comportar bem e colaborar com a gente, seremos inofensivas abelhinhas e te daremos mel. Caso contrário, sentirá o poder do nosso ferrão!

Madeleine sempre foi uma grande admiradora de Mandela, e, ao se reunir pela primeira vez com ele, usou um broche de zebra, como uma homenagem à África.

Coréia do Norte, vocês são nacionalistas e têm bombas nucleares, mas nós também. E nós somos os Estados Unidos da América, woo-hoo!

Este é o meu broche preferido. Adorei!

No lançamento do seu livro "Read my pins", no que relata as suas aventuras e as estratégias da diplomacia-bvlgari.

Participação especial em Gilmore Girls.

E depois tem gente que pensa que nós, mulheres, temos que fazer tudo – absolutamente tudo – igual aos homens, que temos que ser machos de voz fina, que não podemos dar as nossas pitadas de feminilidade aqui e ali. Viva a originilidade – e a ousadia – feminina! :)

Gostaria de esclarecer que não estou defendendo a política exterior americana, nem entrando no mérito da atuação profissional de Madeleine. O que elogio e admiro são os toques femininos na política e na diplomacia. Eu sempre achei que o mundo está precisando urgentemente de uma mão feminina. Mas os machos não querem largar o osso, né? Mesmo assim, continuaremos na luta. Não nos renderemos.Um broche com o dedo do meio levantado para esse mundo (ainda) machista.

As fotos são daqui, daqui e daqui. Se quiserem ver mais broches, cliquem e divirtam-se!

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