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diferenças básicas entre cópia e inspiração for dummies

29/07/2010

Caros visitantes,

Se vocês achavam que nada podia superar a herética Birkin de moletomI’m not the original, otário! -, que não poderia haver um objeto esteticamente mais repugnante do que aquela amorfa e disforme bolsa encardida, que aquilo era, de facto, o último grito da pilantragem tupiniquim e do mau gosto emergente – yes, nós temos banana e damos jeitinhos! -, saiba que vocês estavam redonda e amargamente enganados.

Sim, porque nem a mente mais doente poderia imaginar que alguém seria capaz de lançar a Balenciaga de moletom e a Alexa Mulberry de moletom (faltou algum modelo?). Isso é o que, tecnicamente, se conhece como originalidade. Originalidade: anotem essa palavra na sua moleskine de estimação. Algo me diz que se trata de um futuro arcaísmo. Ao menos, no vocabulário de certos comerciantes brasileiros, ela já caiu em desuso há muito tempo.

Eu entendo que algumas pessoas possam se entregar ao canibalismo oportunista e às promessas do lucro fácil isento de lágrimas e de suor. Entendo, mas não defendo. Como essas pessoas podem ser tão hipócritas, tão mesquinhas, tão nojentamente manipuladoras de dois conceitos completamentos distintos: cópia e inspiração? Desculpem-me, admiradores dos sacos toscos de moletom, mas isso não entra na minha cabeça. Nem vai entrar. Pobre Balenciaga, o sr. não merecia isso.

Alguém me explica como uma pessoa supostamente formada em moda pode querer brincar de forma tão irresponsável com esses dois conceitos? Alguém entende como uma pessoa que quer ser referência, fonte de consulta, redatora ou que simplesmente queira bancar a formadora de opinião em moda pode achar uma prática empresarial dessa envergadura algo normal? Como podem vender a sua opinião e a sua reputação dessa maneira? Pior: como podem achar isso louvável? Como se dignam a fazer propaganda disso?

Pois é.

Enquanto uns enganam e outros se deixam enganar, vamos falar sobre a diferença básica que existe entre cópia e inspiração.

 

As irmãs das bolsas de moletom: tudo farinha do mesmo saco. Cópia do modelo e uso leviano e oportunista do nome da marca. Lucro fácil. Isenção de lágrimas e de suor. Indecentes.

Inspiração é um estímulo de qualquer ordem que nos leva a criar algo. Poetas se inspiram, pintores se inspiram, escritores se inspiram, estilistas se inspiram, eu me inspiro, um juiz se inspira, um ator se inspira, nós nos inspiramos. Em quem? Em quê? Ora, em outros artistas, num certo estilo de escrever ou em vários deles, numa forma de se expressar, no desabrochar de uma flor, numa fotografia, numa tarde de chuva, numa sentença escrita com firmeza e sapiência por outro juiz, num conjunto de várias dessas coisas, enfim, você escolhe. Podemos nos inspirar em mil coisas.  Podemos inclusive deixar que esse elemento de inspiração transpareça nas nossas criações, nos nossos atos, no nosso trabalho, na nossa atuação ou inclusive no nosso sorriso. Um olho apurado pode até descobrir quais foram/são as nossas inspirações. Elementar, não? Sim, para mim e para você. Infelizmente, algumas pessoas dão a impressão de que faltaram às aulas de artes manuais do Jardim I e que, portanto, não sabem do que estamos falando. Na verdade, elas sabem muito bem, sim. Só que tentam deturpar esse conceito básico, custe o que custar. Espertchinhas.

Cópia é uma reprodução de algo. Eu fiquei com vontade de ser tautológica e dizer: cópia é cópia. Porque cópia é cópia e ponto final.

Inspirar-se por si só não é uma coisa bonita e copiar por si só não é uma coisa feia. Você pode se inspirar num poeta de quinta categoria e jogar o seu projeto de ficar famoso no youtube por água abaixo, assim como você pode copiar as técnicas de estudo daquela sua prima legal e responsável e passar no vestibular dos seus sonhos.

No caso dessas bolsas de moletom, não há um argumento sequer capaz de sustentar que não se trata de uma cópia feia, muito feia. Lamentável. Especialmente porque esse pessoal  que está copiando esses modelos de bolsas de grandes e renomadas marcas internacionais e fabricando-as com os piores materias possíveis são pessoas jovens. Sim, pessoas. Me recuso a usar o termo empresários. Onde está o empreendedorismo e a criatividade dessa gente? Em que lugar a inteligência e o bom senso delas se perdeu? Esses jovens de baixo nível usam tudo tóxico, diria a senhora minha vizinha. E o pior é que não se trata apenas de falta de talento, de ausência total de criatividade, de oportunismo e de péssimos e predatórios hábitos empresariais; se trata também de falta de ética e inclusive de compromisso com os próprios clientes. Vejamos:

Erro 1: copiar. Copiar criações alheias para ganhar dinheiro, por si só, é de mau gosto. É feio e deselegante. É picaretagem, sabe? Copiar não faz o globo girar.

Erro 2: se vai copiar, copie direito e nos poupe desse vexame.

Erro 3: usar o nome da marca original, nem que seja para fazer piadinha. Acredite em mim, anunciar uma Balenciaga de moletom ou uma Balenciaguinha cute fofinha é pior que anunciar uma Palenciaga. O mico do chinês é menor que o seu. Porque nem o nome da marca você respeitou, caro salafrário. Aliás, você está usando o modelo e o nome da marca para vender a sua cópia vagabunda.

Erro 4: tentar passar a imagem de que é tudo muito divertido, de que era só uma brincadeira, uma maneira lúdica de interagir com os clássicos do mainstream fashionista, uma homenagem, uma releitura (ãããhhnnn?). A sua brincadeira está sendo vendida por um salário mínimo, mequetrefe. E eu pergunto: por quê?

Erro 5: usar um material vagabundo não torna a coisa mais divertida e simpática. Usar moletom só amplifica o nível de vulgaridade da sua prática empresarial e do produto que você quer vender.

Erro 6: explorar aquelas pessoas que, por não terem o dinheiro suficiente para comprar as originais, se conformam com as genéricas… de moletom.

Erro 7: conseguir que pessoas influentes que, sim, têm dinheiro para as originais desfilem por aí com a de moletom pendurada no braço. Nem todo mundo vai saber que elas são suas amigas, que elas foram patrocinadas ou que elas estão a fim de serem contratadas por você.

Erro 8: conseguir que pessoas influentes que não têm dinheiro para as originais desfilem por aí com a de moletom pendurada no braço. Nem todo mundo vai saber que elas são suas amigas, que elas foram patrocinadas ou que elas estão a fim de serem contratadas por você.

Erro 9: aproveitar-se do fato de que nem a Hermès, nem a Balenciaga nem a Mulberry (hummm, essa talvez sim) vão se preocupar com essas cópias vagabundas que não representam a menor concorrência para elas. Elas não têm tempo para a sua bolsa de moletom, porque estão preocupadas demais com os chineses que fazem réplicas perfeitas das bolsas delas. Ah, aposto que você condena as réplicas.

Erro 10: investir na propagação de uma moral dupla e questionável. Qualquer cópia é condenável, seja ela uma cópia perfeita  nível I ou uma coisa burda vendida por imigrantes ilegais, exceto as cópias feitas em moletom e com péssimo acabamento por um “seleto” grupinho de amigas que decidiram brincar de fazer negócios? Essa é a lógica ilógica de vocês. Aham.

Ah, De Chanel, mas a Zara copia. A Zara copia, a Zara copia, a Zara copia, lálálá!

Sim, a Zara também copia, e já copiou muito mais. Só que a Zara se ferrou muitas vezes e se dispôs a pagar o preço por isso. Aliás, se vocês quiserem, podemos falar sobre a Zara algum dia desses. Veremos como o dono da Zara, que hoje é o 10º homem mais rico do planeta, montou um império à base de espionagem industrial e de tráfico de cocaína. E, ah, não se esqueçam de que a Zara não usa o nome das marcas para vender e que, na maioria das vezes, eles ficam bem dentro do limite da inspiração. Eles já aprenderam como se faz isso, são especialistas, o departamento criativo e especialmente o departamento jurídico deles estão aí para provar. Desnecessário dizer que a Zara tampouco faz brincadeirinhas estúpidas do tipo I’m not the original, clientes imbecis que engolem tudo que eu quero!

E digo mais: a Zara já incomodou as grandes marcas no passado. Hoje ela é uma peça essencial da indústria. Inclusive os mais altos circuitos do mundo fashion já engoliram a Zara há muito tempo. Não comparem essas lojinhas brasileiras de quinta categoria que fabricam bolsas de moletom e que usam de forma leviana o nome de marcas consolidadas à Zara. Por falar nisso, vocês sabem quanto custa construir e consolidar uma marca no mercado?

Essas lojinhas apenas representam o pior do empresariado tupiniquim, como há muito tempo atrás a Zara representou o pior do empresariado espanhol. E agora eu lanço um desafio: dou 20 anos para essas lojecas chegarem ao nível da Zara. Não me importarei com as falcatruas. Não me importarei com nada. Se, em 20 anos, os idealizadores das bolsas de moletom chegarem ao Top 20 da Forbes, eu me retratarei publicamente e retirarei essa denúncia explícita do nojo que sinto por eles e pelas bolsinhas de moletom bregas, cafonas e horrorosas que eles insistem em lançar para o desgosto geral da nação. 1, 2, 3, valendo!

534 Comentários leave one →
  1. 29/07/2010 23:04

    U-hu!!!! Arrasa come eles dechanel!!!!!

    • 30/07/2010 8:53

      É bom deixar bem claro DeChanel que estas bolsas são cópia e não falsificação, como os chineses fazem. São coisas bem diferentes. Cópia na moda existe à séculos e vai sempre existir, estas bolsas inclusive são feitas em material oposto ao original, mostrando claramente que trata-se de uma cópia sem intenção de enganar o consumidor fingindo ser original. Falsificação sim que é anti-ético pois você se passa pela original fingindo sê-la.

      Bom, eu acho bacana essas it inspired. Como acho bacana customizar camisetas balmain inspired que ficam iguaizinhas à original que custam 3.600 reais, enquanto eu faço em casa por 19 reais.

      A moda é isso, é pra nos inspirarmos, copiarmos o q achamos legal sim, mas com honestidade de se assumir como cópia, como elas fazem. E não como falsificação, que os chineses fazem.

      Enfim, é a minha opinião.
      Beijos DeChanel. Seus posts realmente são bapho e gostosos de comentar.
      Avena;)

      • 30/07/2010 15:15

        Avena, vc falou bem: se inspirar e fazer em casa, é uma coisa. É pra vc usar,não pra ganhar $. Isso é feito há séculos e é super OK.
        Em scrapbooking ( falo muito aqui pq é o meu mercado , e entendo melhor), vc copiar o trabalho de alguém pra colocar no seu álbum, é OK. Agora, vc copiar pra dar uma aula, ou vender, é plágio. Resumindo: ganhar $ com a criação alheia é errado. Deu pra sentir a diferença no meu argumento ?
        E continuo defendendo o meu ponto de vista ( que é diferente da DeChanel ): num 1o momento, o que a 284 fez, pra mim, foi interessante. Agora, copiar a ideia da cópia, já deixa de ser.

      • 31/07/2010 5:53

        AUHAUHAUHAUHAUHAUAHUAHAU “são cópia e não falsificação”. tem que rir muito pra não chorar com esse comentário.

    • 30/07/2010 14:53

      quero dizer, arrasa com essa “empresas” que querem ganhar dinheiro na custas de uma marca famosa e nas costas da dummies que compram! Não pode, não pode, não pode! O mais irônico e que essas mesmas pessoas são contra falsificação e contra cópia, dã!

  2. Stephanie Noelle Link Permanente
    29/07/2010 23:11

    Não tem como não amar seus posts!
    Acho o cúmulo a pessoa falar ‘Ai que uó, tá usando Chanel falsa!’ e depois achar o máximo a Balenciaga de moletom.
    Então, queridas, it’s the SAME!

    De Chanel: Por ‘fashionistas (?) mais pensantes’ ;)

  3. evelyn roos Link Permanente
    29/07/2010 23:12

    sabe que eu concordo com um monte coisa que tu escreveu, mas eu sinto que nesse texto tem algo mais pessoal, mais profundo aí… uma séria implicância (não sei se seria essa a palavra correta) sabe?

    • 29/07/2010 23:24

      Nada pessoal, afinal nem conheço essas pessoas. Mas uma séria implicância sim que há, sem dúvidas.

      • evelyn roos Link Permanente
        29/07/2010 23:52

        ok tudo bem então, mas parecia no teu post que tu tinha mais conhecimento da causa que o normal, haha

  4. 29/07/2010 23:18

    Palmas para o Erro 7 e Erro 8!

    Não sendo tão raivosa, mas fiquei bem pasma com esses dois “lançamento”! Ainda mais que estão copiando algo que já era cópia, já que a loja que os lançou não é a mesma da I´m not the original!

    Aposto que isto merecia um “vocês está demitido” no aprendiz kkkkkkkkkkkkkkkk

    Aliás, a lojinha em questão é tão, mas tãaaaaao ruim! Preço baixo para qualidade baixa é uma coisa, agora preço caro para qualidade baixa é algo irracional! Só os erros 7 e 8 justificam! Acho graça quando vejo pessoas que moram longe de SP super torcendo para conhecer tais lojas… Hellooooo!
    Existem apenas duas coisas boas da lojas em questão: a temakeria, logo em frente e a Têca, ao lado, essa sim com roupa de qualidade com preço condizente.

    Bjs,

    Mari

    • 29/07/2010 23:25

      Adorei o “você está demitido” no Aprendiz. Eu demitiria também, no ato.

      • Milla Fernanda Link Permanente
        20/03/2011 17:09

        Agora a melhor parte do “ESTÁ DEMITIDO” é : A dona (copiona) da loja em questão é JUSTamente a herdeira do patrão q irá demi-la! hahahHAHAHHUAHuhauHAUhu

        Se é q vcs me entendem???!!!

        é uó mesmo, nada contra quem tem $$$, pelo contrário , acho até q cada um faz o q bem entende com o seu.Mas na minha visão acho meio contraditório o fato de alguns seres dizerem q se preocupam com ações sociais e tal e “precisarem pra viver”, “whish list”, “desejo do dia” de uma bolsa, ou um sapato de mais de 4 mil dinheirinhos!!

        ACORDA BRASIL

        é o fim do mundo mesmo!

        BJO A TODOS

  5. 29/07/2010 23:19

    genial! porque ninguém poderia ter escrito melhor esse texto do que você. muito bom mesmo ler algo que refresca o CÉLEBRO neste final de tarde.

    quando terminou euri pensando nelas correndo de um lado para outro “oh my god, oh my god” e balançando as mãzinhas! ha

    abs,

  6. 29/07/2010 23:19

    Eu ate comentei em um outro blog, onde vi essas copias feias e baratas. Como disse la e repito aqui:
    Ridiculas!!!
    E o mico de quem as usa, como fica? Elas nao enxergam que pagam mico ne? Afinal, isso nao tem importancia, pq o mais importante e as copias estarem em blogs e muitas alienadas e deslumbradinhas desejarem. Eu nao pagaria nem U$1,00 por elas.
    Ridiculas!!!!

    Se nao pode ter a original, elas se sentem felizes com uma copia ridicula e vao dizer: Nao toque na minha Alexa ou Motorcycle. Ah Fala serio?
    Enqto qm fabricou enche o bolso as retardadas vai la e compram a copia e as tontas q irao comprar talvez ate 4 modelos nao sabendo elas q se multiplicar o valor q esta sendo vendido por 4 podera comprar 1 usada no eBay.

    A garota q criou deve estar rindo da cara das tontas que dizem que necessitam.
    Na boa! E ate melhor q elas usem essa de moletom mesmo e mostrem o qual mediocre sao…

    Ah!!! Essas q condenam a replica e usam a de moletom da na mesma.

    bjss

    • 29/07/2010 23:32

      Pois é, JellyBen, uma das coisas mais ridículas dessa história toda é que as pessoas que vendem a idéia da bolsa de moletom como se fosse o máximo são as mesmas que batalham contra as bolsas falsificadas. O chinês não pode fazer uma réplica de couro mas elas podem fazer uma réplica de moletom? Por quê? Qual a lógica?

      Tem gente que compra uma LV falsificada mas nem sabe direito o que é LV. Essas pessoas que vendem bolsinha de moletom estudaram moda, trabalham no ramo, a atitude delas é vergonhosa, hipócrita e contraditória.

      Elas têm que se posicionar. Se elas acham as cópias válidas, que aguentam a pressão de defender uma coisa dessas. Quero ver.

      • 30/07/2010 2:24

        Sem contar que usam o nome da marca pra poder vender.
        E réplica de couro nao pode, é feio, nao é coisa de “it-girl” Chique é essa de moleton. Por 350,00 ou 450,0o reais.
        Adoro moda, blogs de moda, tudo isso, mas fico pasma quando leio as meninas falando “aaaiiiiiiii quero tudo, essas bolsas sao o máximo, maravilhosas” . Eu sei que gosto é gosto, mas pelo amor de Deus, menos, por favor!

      • 01/08/2010 11:59

        Tem uma num blog clamando a nossa senhora do cartão de crédito… outra dizendo que vende o rim por uma cópia de moletom.

        Na Renner tem uma bem safada, tão safada quanto, sem ser cópia de nada, por 70 reais, de moletom mescla idêntico. Só vai precisar que o limite do cartão da Renner esteja disponível…kkkk…. Fale com a senhora do cartão de crédito. Ui!

        Cruzar limo bag com Renner, dá cocô de 450 reais.

        Beijo!

      • Juliana Gomensoro Link Permanente
        22/08/2010 1:58

        Putz, achei seu blog por acso e esse post das bolsas de moleton foi uma das melhores coisas que eu li nos últimos tempos! Está ficando tão profissional esse negócio de “jabá”via blogueiras, que são as novas formadoras de opinião, que se vc não tomar cuidado…em poucos dias está surtada, querendo tudo o que elas comentam, e sem discernimento para perceber o quê de fato vale a pena ter! R$300 por uma bolsa de moleton ? Oi ? E ah, nesse verão, a grife que não é a original vai fazer…de palha!!! hahaha a cópia-tupiniquim por essência! E ainda teve uma blogueira que disse “boa para a praia” !! Nossa, não sei em SP, mas aqui no Rio, uma balenciaga-de-palha na praia…que cafonice!! AMEI seu blog. Leitura prazeirosa! E o post sobre o comercial de clareamento de pele da Pond’s…estou chocada até agora…surreal a manipulação dos conceitos…bjs.

  7. 29/07/2010 23:20

    acho que esse povo zomba com a nossa inteligência.

  8. M.Ferreira Link Permanente
    29/07/2010 23:21

    Olha, tb senti uma certa implicância…mas não deixo de concordar.

  9. 29/07/2010 23:23

    Post pra vida!

  10. 29/07/2010 23:23

    agora não acho que ninguém compre essas bolsas para substituir a original não … ou compram pelos erros 7 e 8 (adorei…) ou pra ficar “in” na blogosfera …

  11. 29/07/2010 23:24

    geeeente, c tah brava, hein.
    num tenho opinião formada a respeito.

    inves de comprar uma balenciaga de moleto por R$450,00 prefiro investir numa bolsa linda, e de qualidade muito superior da arezzo, por exemplo.

    it bags? prefiro não ter a cópia, já que não posso comprar a original.

    • 29/07/2010 23:31

      Acredita que assim que sai de Cuiaba e vim pra ca, eu comprei uma LV speedy 35. Ja fazem 6 anos isso e na epoca paguei U$780, 00 e no mes seguinte era meu niver e minha mae foi la na Arezzo do Goiabeiras e comprou uma da Arezzo do tipo sacola pra mim e pagou na faixa dos 400 reais na epoca.
      A minha LV ta tda detonada e com a cor ridicula e a Arezzo continua cheirando couro e ainda permanece o brilho de antes. Ta certo q os da LV e outro material, mas os couros brasileiros sao muito bons.
      E claro que os de Balenciaga sao de lambskin, o que eu acho que e melhor do que o calf. Mas, os couros brasileiros esta sendo usado ate pelo Tory Burch.
      Eu concordo cm vc, prefiro uma da Arezzo do que a de moletom.

      bjs

  12. 29/07/2010 23:25

    Olha, eu vou fazer um mea culpa aqui. Qdo a 284 lançou a Birkin de moleton eu achei até legal. Uma ideia diferente: fazer a cópia de uma bolsa famosa num material bem pouco nobre. Uma brincadeira interessante. Mas agora que copiaram a ideia das cópias… Parou de ter graça, né? Precisa muita cara de pau pra copiar quem está do lado. E mais cara de pau ainda pra achar que ninguém vai perceber que vc está dando jabá .
    Uma marca que me tira do sério é a Schutz. Ela faz cópias LITERAIS dos sapatos importados. Idênticas! Acho bem feio, ainda mais que a marca irmã, a Alexandre Birmann, está à venda no exterior, do lado dessas que ele copia… Pra que essas marcas têm equipe de criação?

    • 30/07/2010 15:05

      Concordo com vc! Copiar a idéia q foi engraçadinho de primeira foi patético

    • Cafonalha Link Permanente
      30/07/2010 22:51

      Pois é, ia responder ao comentário da Ana Carolina falando justamente sobre isso. Acho que Arezzo e Schultz (dos Birmann) estão situadas num tipo de “área cinza” semelhante (ainda que não igual) à da Zara… Seus sapatos e bolsas são sempre pesadamente inspirados (quando não cópias literais) de produtos de marcas internacionais famosas – tamancos “chanel”, bolsas Proenza Schouler, etc…

  13. 29/07/2010 23:27

    Elas custam 450 reais??? My dear God!

    • 30/07/2010 2:27

      Sim, custam, mas se vc quiser muuuuiiiito uma, espera 1 mês que a Renner faz a cópia da cópia da cópia rsrsr

      • mariana Link Permanente
        30/07/2010 2:55

        sinceramente, prefiro comprar a bolsa de moleton da Renner por 70 reais, acho mais digno.

      • 30/07/2010 16:12

        A Renner já tá com algumas mas de couro…ou sei lá, sintético…

      • 09/08/2010 18:54

        Eu quero ver o que essas meninas que criaram as bolsas de moletom vão achar quando a renner, ou a Leader fizerem a cópia da cópia delas. será que elas irão gostar? Acredito que não. Então por que elas podem fazer o mesmo com as bolsas importadas? Só por que elas acham que eles nunca irão descobrir?
        Como usam o nome das marcas estrangeiras acho que a questão saiu do nivel “inpired” para o nível “falsificação”, o que de fato é crime. E ai é que está o problema.
        No mundo da moda tudo é copiado (o tal inpired – soa melhor, né?) e se a gente for ficar naquela de só comprar o original vai pirar e falir.

  14. 29/07/2010 23:27

    sim, é uma cópia… mas não acho que seja uma cópia vulgar. eu vi no blog da helo que tava dizendo que era 300 e poucos essa bolsa e achei injusto, prefiro pagar em uma autêntica. mas não acho que seja uma cópia a mesmo nível da que esses chinas fazem de louis vuittons com a costura toda podre, ou pior: de como a galera que falcatrua e vende louis vuitton falsificada como se fosse uma original.

    é esse o ponto: dane-se se é uma cópia, eu tenho uma “2.55″ que comprei na renner, mas não tem os dois cêzinhos da chanel. isso significa que, ok, é uma cópia, mas está sendo vendida como uma, fazendo com que não haja um engano para o consumidor. é como se eles tivessem falando: querida, vc não vai pra paris nunca, e mesmo que fosse, não teria dinheiro pra comprar uma chanel. fique satisfeita com essa de couro sintético. é a mesma coisa que a pop up store está fazendo, claro que deixando com um hype a mais, porque quem compra lá tem uma certa graninha, é a classe média alta, e não a classe média-média que vai na renner (como eu!). agora, se a pop up tivesse vendendo como: OLHA SÓ, A MULBERRY TROUXE UMA EXCLUSIVIDADE PRA CÁ, COMPREM, E ESTÁ 75% MAIS BARATO!

    defendo sim a sua opinião, mas acho que tem esse lado também.

    • Clarissa - revoltada Link Permanente
      30/07/2010 0:23

      Uma coisa achei que você falou muito bem! Apesar de ser uma cópia – diga-se de passagem HORROROSA, acabei de ver! – de um produto estabelecido, portanto, uma coisa ilegal, existe um certo “hype” propagado pelas criadoras vinculado à tal bolsa… Primeiro porque ela não é barata: custa de 300 a 450 reais. Portanto, é diferente da Chanel do camelô que sai por trintinha e, se você pechinchar bem, por 25,50. Além do mais, essa é vendida numa loja da Oscar Freire, do cantinho badalado, portanto tem toda a transmissão de códigos por quem usa, etc e tal… Sabe aquilo?
      O que eu acho disso tudo é o que a Jelly Ben falou: pobres das otárias que comprarem! Primeiro porque quem criou certamente tem várias bolsas originais, em mais de uma versão e cor, e acredito que nunca, mas NUUUUNCA usaria essa porcaria se não fosse pra marketear e encher o próprio bolso. Mas como as originais são “must haves” obviamente inacessíveis a todas, elas descobriram uma maneira esperta de satisfazer as mais pobrinhas, mas não menos ‘chics’ e “ins” sobre a moda.
      E a outra: safados sempre irão existir, DeChanes. Seja aqui no Brasil em “lojinhas” ou nas próprias “lojonas”, nas marcas consagradas, Balenciagas da vida. O que me preocupa mais é quem diz amém, vai lá e ainda deixa seu dinheiro em troca de uma idéia que nem sabe se tem…
      Ai ai ai…
      E Isa, a DeChanes implica, eu implico também! No meu caso, é quase pessoal sim! Sabe por quê? Porque acho um absurdo pessoas semi-______ (complete como quiser) propagarem tanta besteira pras cabeças férteis de meninas novas, inseguras e vulneráveis – como a minha já foi um dia – e ajudarem a fazer um estrago maior no futuro do nosso país.

    • Giovana Marin Link Permanente
      30/07/2010 22:32

      Trabalho num escritório de comércio exterior, com engenheiros que prestam serviço para Alfândegas… Quando chega mercadoria LV, Chanel, Armani, o represente brasileiro tem que vir provar que é autêntico. Sempre entra uma amostra no laborátorio. Já chegou LV original e já chegou cópia. Pasmem, uma das cópias era melhor que a original…
      EU não uso réplicas – nem originais! – mas pra gente ver que nem sempre as cópias são vagabundas! Que essa máfia das cópias deve ser realmente imensa e que muiiita gente deve ter cópias achando que é original!
      Ficou a pergunta, já que eles conseguem fazer com tamanha qualidade, pra que copiar? Não podiam fazer, quem sabe, uma inspirada? Sem logos, sem padrões…

      E gente, não estou falando que já que há cópias melhores que as originais, vamos comprar as réplicas mesmo! Não é isso!!!

      Bjo!

      • Giovana Marin Link Permanente
        30/07/2010 22:46

        E só uma outra coisinha:
        Copiar é feio!
        Usar o mesmo nome é feio!
        E mesmo se fosse original seria feio!! haha

    • Anônimo Link Permanente
      05/08/2010 6:29

      Alooou!

      Ninguém que compra no China compra achando que se trata de produto original.
      Até um cream cracker esfarelado sabe que é cópia, exatamente como essas peças ridículas de moletom, que são cópias descaradas.
      A diferença é o preço: as do china são baratas, essas, além de horrorosas são caras.

      Idiota de quem compra, não tem grana pra ter a original e inves de investir numa bolsa de couro bom, de qualquer outra marca nacional, prefere pagar tubos por uma cópia de um material xexelento.

  15. Jaciara Morgado Link Permanente
    29/07/2010 23:27

    Adorei suas colocações, ora, cópia é cópia, contrafação, crime. Ainda bem que as empresas (de verdade) não estão nem aí para essas lojinhas, senão imagino o processo que elas iam tomar.
    E um monte de gente babando ovo em cima das “designers” dessas coisas horrendas.

    • 30/07/2010 0:02

      Olha, podem não estar até agora, mas com o barulho que está se fazendo na blogosfera por conta dessas inspired, podem até vir a se tocar, viu..

  16. 29/07/2010 23:27

    Tb acho muito feias essas cópias em moletom, e nao deixam de ser cópias baratas MESMO (eu, consumista assumida, nunca compraria, por mais cool e bombante que estejam sendo faladas na blogsfera), mas… tb senti uma certa implicancia como falaram as meninas acima.

    Bjs

  17. 29/07/2010 23:29

    Abraço sua indignação. E compartilho o nojo. Da mesma forma que o cheiro de plástico e materias sintéticos em geral do camelódromo da minha cidade me faz espirrar , uma loja de “filhos de dono” que venda “réplicas/similares” também faz.
    Tenho tédio para falsificações. Prefiro coisas que sejam de marcas desconhecidas, que sejam da pernambucanas, que sejam até de feira hippie.
    Quando vejo essas coisas com um “duplo C” penso na pobre Coco se revirando no tailleur de madeira. E não vou nem para pra comentar os danos ao meu nariz que esses logos VH e “similares” causam. Ja achei um colar escrito “BALGARI” aqui. É triste. É muito triste. É triste pra quem vende e trite pra quem aspira taaanto por uma bolsa dessas, que paga “caro” até numa de moleton…

    • 29/07/2010 23:40

      Outro dia vi em uma foto uma menina usando uma blusa com a seguinte escrita em lantejoula:
      Dolce & Gaddana.

      Mas, nao seria Dolce & Gabbana??

      Cada copia,ne?

      • 29/07/2010 23:51

        E provavelmente a coitadinha não faz idéia de que está errado. T-shirt Dolce & Gabanna de lantejoulas, jeans Coca-cola clothing e adidas desses coloridos são os looks mais usados pelos manquins de camelódromo aqui onde eu moro. AAAh, os manequins que permitem acessórios ganham raybans wayfarer em versões estranhíssimas tbm… e consequentemente, é o look da galera. #nojo.

  18. 29/07/2010 23:36

    Quando os “filhos de donos” Lançaram a birkin de moleton, eu fiquei mais passada. Assumo. poha, a birkin é sagrada.

  19. 29/07/2010 23:37

    e outra coisa também, pra que tanta implicância, que dá pra ver por quais pessoas são? e porque em todo post tem que falar sobre isso? parece briga de criança. se vc não gosta dos posts da camila, da mariah, da alessandra ou da victoria, ok. ninguém é obrigado a gostar de, sei lá, de chocolate. mas não precisa ficar falando mal delas sempre que quer. lembre-se daquele seu post sobre blogs, tem algumas coisinhas que você precisa aprender também. cada macaco no seu galho.

  20. M.Ferreira Link Permanente
    29/07/2010 23:38

    Ahhhhh sem falar que uma das justificativas para essas de moletom serem tão caras é que elas são TODINHAS FEITO A MÃO!!! INCLUSIVE O ACABAMENTO INTERNO!!! Porra, então peço para minha avó que sabe costurar fazer uma, que dá no mesmo!!!!

  21. Janaína Link Permanente
    29/07/2010 23:40

    O que eu acho engraçado é quando falam “Cópia/falsificação nunca, heim gente?!”. Mas péra lá, isso aí é o quê?

  22. Renata Martins Link Permanente
    29/07/2010 23:40

    Onde eu assino? Concordo em gênero, número e grau.
    Eu lia muitos blogs de moda. Mas de uns tempos pra cá, minha leitura tem se tornado muito mais espaçada. É muita afetação, muito hype, muito trendy, muito it. Cansei. Quero meninas que falem de moda sem se vender. Sem criar uma panelinha ridícula.
    A Helo (do Sanduíche de Algodão, linkado no post) é uma menina, quando vc lê, vc percebe que sabe de moda. Mas acho que ainda não esqueceu seu passado de “Dasluzete”, infelizmente.
    A Camila é otima, com um senso de humor impar. Mas o sucesso parece que subiu à cabeça. Uma pena.

    • 30/07/2010 2:43

      Concordo em muita coisa com vc. Nao aguento mais ficar lendo it, hype, trendy e outras coisinhas mais.. e não sei, muitos blogs que eu gostava parece que não estão mais iguais, dá a impressão que está se formando uma panela, só se fala de uma determinada turminha ,tá ficando muito igual, cansativo.. e se resolvo ler os comentários tenho a impressão que sou a pessoa mais velha dali, vejo até o jeitinho de escrever da minha sobrinha de 13 anos.

    • 30/07/2010 16:24

      Vai rolar um desabafo, ok??? Também fico muito triste com esse “falso” glamour e provavelmente elas nem usarão uma dessas…simplesmente estão sendo pagas pra isso e o dinheiro falou mais alto…o meio da moda é bem injusto aqui no Brasil e se você não vai pra panela acaba ficando “de fora”…e tem meninas com conteúdo, pouca grana e nada de influência…simplesmente perdem a referência e acabam caindo no “conto de fadas”…sei lá, mas imagino meninas que gastam seu dinheiro indo p/ a lan house para ler as atualizações de tais blogs…
      Sobre a Camila do GE…acho que ela tem senso de humor e essas meninas “it” estão se aproveitando de sua popularidade…ela foi pra reunião da schutz só pra fazer figuração e depois divulgar no blog dela…e aí??? Mais acessos p/ as it guéus…

    • 11/08/2010 19:32

      A Camila é muito espirituosa mesmo….mas não entende (nunca entendeu) nada de moda definitivamente. O atrativo do blog dela era a forma descontraída e debochada. Mas , agora, acabou. Acho ele super cafoninha e deslumbrado. Ruim mesmo.

  23. 29/07/2010 23:45

    Eu sinto que logo isso vai virar uma discussão sobre a imposição de tendencias e a futilidade dos blogs de moda…
    tô dentro! paoskaopskapoks

  24. Soninha Link Permanente
    29/07/2010 23:45

    De Chanel, continue implicando! Com coisas assim tem mais é que implicar mesmo.

    Mais um post maravilhoso, incrível. Parabéns! Bjs!

    • 30/07/2010 14:45

      Obrigada, Soninha! Beijo

      • 11/08/2010 19:37

        O mínimo que a gente pode fazer é implicar com isso mesmo….digo mínimo pq o que deveria haver era um boicote ou um deboche amplo e público mesmo.
        Essa bolsa é uma palhaçada…não sei como têm a coragem de fazer propaganda e dizer que é cool.

  25. 29/07/2010 23:50

    Sabe o que irrita mais? Quando fazem cópias descaradas e ainda cobram preços exorbitantes.Várias marcas brasileiras de acessórios estão lançando na próxima estação bolsas estilo Alexa, e com certeza vai ter muita bolsa aí custando mais de mil reais. Ok, se eu comprar uma Mulberry vai custar mais, mas aí vc tá falando em comprar a original né?

    Uma coisa é venderem essas cópias de bolsa Louis Vuitton na 25 de Março por cinquenta reais, outra coisa é vender cópia por MIL reais! Se fizerem uma cópia que seja de couro, realmente fica mais caro, mas não chega ao preço que cobram.. será que justifica vender uma bolsa-cópia por mil reais só porque a original custa 10, 20 mil? Eu tenho que trabalhar muito pra ganhar mil reais!! e as da Daslu? pra começar que não ponho os meus pés lá, eu não sou conivente com sonegação fiscal.

    Quanto à Zara, eu só compro lá em liquidação, porque me sinto uma idiota pagando um preço numa peça que daqui a 3 meses vai estar com 80% de desconto. Mas concordo que não dá pra comparar a rede com as marcas daqui.. a Zara é case de sucesso estudado nas melhores universidades do mundo, por tudo que vc comentou e pela logística deles que não tem igual..

    Agora infelizmente temos que concordar com uma coisa: essas lojinhas só fazem isso porque tem quem compre, e não é pouca gente!
    Bjos
    Larissa

    • Roselany Varela Link Permanente
      30/07/2010 0:25

      [2] total. “Qdo a 284 lançou a Birkin de moleton eu achei até legal. Uma ideia diferente: fazer a cópia de uma bolsa famosa num material bem pouco nobre. Uma brincadeira interessante. Mas agora que copiaram a ideia das cópias… Parou de ter graça, né?”, como disse a Paola.

      Agora eu também percebi um componente que nem de longe vi nos outros posts, Dechanel. Não sei dizer se é implicância/indignação, mas parece que algo realmente te pegou de jeito. Eu tô achando que foi pq as cópias se vendem (e CARO) como ‘as verdadeiras’ mas num outro material, o moletom/e pelo fato de ser moletom.

      Vc tem algum problema com moletom? xD (desculpa o smiley lesadinho, mas eu NÃO consigo perguntar sem me achar rídicula hahahaha)

      Fora a pergunta, belo post. Adoraria ler um post sobre a Zara.

      E não irei comentar muito mais, mas tô sempre lendo =) Descobri o blog pelo Galochas Roxas e desde então o sigo, já li tudinho (comments inclusos, poxa vida) e sou fã sua e o pessoal que comenta por aqui! Eu achava que escrevia bem antes de conhecer o blog, hahahaha

      []‘s

      • 30/07/2010 14:48

        A bolsa é de moletom, mas poderia ser de qualquer outro material, que a essência do meu discurso não mudaria. De todos os males, o moletom para mim é o menor…

  26. 29/07/2010 23:53

    te amo! você diz tudo que os veículos de moda pseudo-formadores de opinião não tem coragem de falar/escrever. keep up the good work. beijo

  27. 29/07/2010 23:54

    Oi. Adoro o seu blog, leio sempre e recomendo pra um monte de gente, mas …

    Algumas críticas são bem pertinentes, mas o buraco é mais embaixo. Falar de cópia é super complicado, porque a própria legislação sobre isso é confusa. O que é uma cópia? O que é um pastiche? O que é uma paródia?

    Aspectos éticos? Também complica. =/
    Os limites entre cópia, inspiração, paródia, infelizmente não são tão bem definidinhos assim como você colocou. Isso é senso comum. A globalização e suas trocas confundiram essas margens, que culturalmente já estavam borradas. Não foi Andy Wahrol que disse que quem quisesse originalidade deveria ir ao supermercado?

    ÓBVIO que não estou comparando essa bolsinha sem vergonha a Andy Wahrol, mas sua arte foi o retrato do período, do pós-modernismo onde tudo poderia ser apropriado, copiado, colado a outras referências e daí seguir vida própria, como uma busca por “Monalisa” no Google nos mostra. Isso não morreu, tá aí a Lady Gaga e suas mil colagens pra nos mostrar que está mais exacerbado do que nunca.

    Mas enfim… concordo completamente com a crítica ao deslumbre, porque com certeza quem inventou a “brincadeira” não teve nenhuma intenção questionadora ou iconoclasta. Quem compra, então, nem se fala. Foi bem oportunista mesmo, o preço cobrado deixa isso bem claro. Se estivesse sendo vendida a R$ 50 numa loja alternativa (alternativa mesmo, não fachada de alternativa), sem etiqueta e com um “fuck off” Hermès estampado em caixa alta, essas moças nem olhariam para elas – pelo contrário, se chocariam, se revoltariam e fariam mil posts ofendidos. Ou seja, mais uma vez o que importa para elas não é “o que” está sendo vendido, mas “quem” está vendendo e comprando. Aí nós duas concordamos.

    Espero que você não fique com raiva de mim. Apenas quis colocar mais um ponto de vista na discussão. As diferenças é que enriquecem o debate, eu acho. No mais, repito que acho o seu blog o máximo. O post da Daslu é pra ser impresso e emoldurado.

    • 30/07/2010 0:09

      Mônica, como eu poderia ficar com raiva de você? Claro que as diferenças enriquecem os debates. Gostei muito da sua opinião. De fato, definir o que é uma cópia hoje em dia – em termos jurídicos – é algo complicadíssimo. Exatamente por isso não dei muita atenção ao aspecto da propriedade intelectual, aliás, acho que nem sequer falei disso no texto.

      Em relação aos aspectos éticos, me sinto mais confortável em opinar. Muitas das pessoas que estão fazendo propaganda dessas bolsas são as primeiras em condenar publicamente as cópias. Para mim, também pesa o fato de que eles usem o nome da marca, o que é eticamente questionável.

      No seu comentário, acho que você chegou ao X da questão: “mais uma vez o que importa para elas não é “o que” está sendo vendido, mas “quem” está vendendo e comprando”.

      Um beijo!

      • 30/07/2010 8:45

        Concordo perfeitamente com a questão:É hype pq vende da Oscar Freire, se fosse na 25 de março seria brega.
        Mas a questão da cópia descarada, é a jogada deles mesmo, eles assumem serem cópia e usam isso em tom de brincadeira, por isso acho q não dá pra comparar com falsificação. Falsificação é se passar pela original, e isso elas não fazem. Inclusive nem existe moletom nestes modelos copiados.

        Não vejo mal nas cópias em material inusitado, seja moletom, seda, jeans etc. Sou contra é à falsificação. Se passar na surdina por algo que não é.

        beijocas Dechanel.
        Gosto mt de ler as discussões aqui.
        Rapha Avena.

      • 30/07/2010 14:50

        Rapha, na minha opinião, o fato de eles assumirem que é uma cópia não é mérito algum…

      • 30/07/2010 16:35

        Super concordo com “mais uma vez o que importa para elas não é “o que” está sendo vendido, mas “quem” está vendendo e comprando”.
        é bem assim que funciona…vejo tantos blogs de meninas quefazer bolsas e acessórios nada similares aos its e que são bacanas e com preços acessíveis…é bem trabalho de formiguinha…mas vale a dignidade e espírito de artista…mas se essa mesma menina vendar na pop up store e a garota propaganda for uma daluzezete (é assim q se escreve?)…o preço de uma bolsa que antes era R$ 50,0 vai pra R$ 500,00 e garanto, vai vender muito mais!!!

      • 02/08/2010 21:05

        Também concordo que copiar um modelo não é o problema, mas copiar e vender como se fosse da marca ou incluir um logotipo que pertence à marca original é antiético, inaceitável.
        A exemplo, ainda que fosse um modelo diferente, que a própria marca não tivesse, mas levasse o nome da marca, seria igualmente antiético.

      • 04/08/2010 22:55

        Concordo com a ” http://www.raphaellaavena.com.br/ “,sou contra a falsificação,mas não uma copia com um material totalmente diferente da original.Afinal moda é isso:releitura de outras coisas que ja existem ou que um dia existiu…Só sou contra o preço alto por uma bolsa de moleton,que a ideia original nem foi deles….

  28. Anônimo Link Permanente
    29/07/2010 23:58

    De Chanel,

    A sua argumentação é perfeita e como sempre praticamente imbatível.

    Pensando no assunto, acho que os dummies não são os que vendem/fabricam/falsificam. Dummies são os que compram!!!

    Pensa bem, os que fabricam estão tentando ganhar dinheiro. Eles correm os riscos de pagarem pelos crimes, tanto que se algum dia der uma m* eles vão ter que pagar, simples assim. O risco é deles.

    Mas as pessoas que compram…

    O que leva uma pessoa a comprar uma bolsa dessas? Tudo bem que elas são feionas e desajeitadas mas o que pega pra mim é o fato delas serem cópias. Cópias caras, e como vc falou, deselegantes.

  29. Chantal Link Permanente
    29/07/2010 23:59

    Credo! As pessoas enlouqueceram mesmo, né? Pagar 450 reais numa bolsa de moleton?

    Fiquei bege com essa história da Zara. Fico na torcida pro post sair.

    bjos

  30. 30/07/2010 0:00

    Concordo em tudo que foi escrito.
    É claro que no mundo da moda tem aquela história de “nada se cria, tudo se copia”, mas as donas ou as responsáveis pela “criação” dessas lojas não podem se esquecer de que elas também podem sofrer do mesmo mal.
    Hoje elas copiam as bolsas famosas para aparecer, mas e se um dia se depararem por aí com uma cópia de alguma peça realmente desenvolvida exclusivamente para a linha delas?! Alguém conseguem imaginar o escândalo e os vários posts espalhados por vários blogs demostrando a indignação pelo fato?! Seria no mínimo irônico!

    Não duvido do talento de nenhuma delas. Até porque se são herdeiras ou se tem dinheiro, sorte a delas, que provavelmente terão algumas portas abertas. Mas não seria melhor se destacarem por algo novo e único do que fazer simplesmente o que já vemos por aí?!
    Esse tipo de atitude só faz desmerecer o trabalho de quem o faz.

    • 30/07/2010 14:54

      Thais, você tocou num ponto crucial: “hoje elas copiam as bolsas famosas para aparecer, mas e se um dia se depararem por aí com uma cópia de alguma peça realmente desenvolvida exclusivamente para a linha delas?!”.

      • 30/07/2010 16:38

        Fia, vão processar…lógico gata…rsrsrs…adoram um fervo e o pior de tudo é que algumas já ficam irritadas quando você copia alguma montagem de foto delas…que, diga-se de passagem, foram tiradas por outras pessoas…ohhhhhhhhhhhhhhhhhh, nojo…e o barraco rola solto no twitter!!!

  31. 30/07/2010 0:08

    Mais um post bomba e correto. De vc tem implicância pessoal com essas pessoas não vem ao caso. A questão é o roubo! (tal pai, tal filho…).
    Ninguém em sã consciência pode querer e comprar um objeto fake, de má qualidade e caro!
    Quer uma imitação? Compra uma 2.55 de jeans por R$ 45 na Leader, eu amo a minha! Custo x beneficio ótimo e não fui enganada.
    Bjks
    Mel

  32. 30/07/2010 0:11

    Pessoal, é claro que eu tenho implicância.

    Sinceramente, na minha escala de valores, é bem melhor implicar com esse tipo de prática do que aceitar e inclusive vendê-la como se fosse o máximo.

    Implico e seguirei implicando. Esse é o tipo de coisa que me faz ter vergonha de ser brasileira. Acreditem, eu não digo isso de brincadeira.

    • 30/07/2010 0:32

      acho engraçado como aqui no Brasil as pessoas fofocam, puxam o tapete dos outros, prejudicam os colegas de trabalho, mas tudo tem q ser escondido! Não pode implicar, nem falar mal às claras. O certo é ficar fofocando, deixando comentário anônimo em blog, armando secretamente pra prejudicar as pessoas. E também é lindo reclamar dos outros e fazer a mesma coisa, como vc disse das marcas que condenam cópias chinesas e fazem o mesmo.
      Nessa época de eleição então, é o deleite dos politicamente corretos e pseudo-engajados. Um tal de falar de voto consciente.. como se a única obrigação dos cidadãos fosse votar. Depois o resto do ano vc pode sonegar imposto, comprar rádio roubado na feirinha do rolo, puxar um gato da tv a cabo do vizinho, subornar gente no detran pra apagar suas multas, ser conivente com guardadores de carro que praticam extorsão, entre milhares de outros delitos que as pessoas fazem no dia-a-dia como se fosse a coisa mais comum do mundo. Realmente, nessas horas eu tenho vergonha de ser brasileira!

    • Roselany Varela Link Permanente
      30/07/2010 0:34

      Ah, minha pergunta lá em cima foi praticamente respondida, então releva a parte do moletom hahahaha

      E, verdade. Odeio admitir o quanto de vergonha de ser brasileira, isso me dá (os comentários dos blogs citados nos posts, principalmente).

    • 11/08/2010 19:46

      Dá-lhe…como já disse antes….o mínimo que se pode fazer neste caso é implicar.

      Post da Zara já…..não sabia do envolvimento com tráfico de cocaína!!!!

  33. Anônimo Link Permanente
    30/07/2010 0:22

    vcs viram a quantidade de meninas histéricas dizendo que precisavam comprar essas bolsas?

    meu deus! são ovelhinhas num rebanho!… por isso os erros 6, 7 e 8 são perfeitos e nos alertam sobre o perigo dessas pessoas que são formadoras de opinião na internet. tem muita menina novinha se iludindo. eu fico com pena…

    • 30/07/2010 15:00

      Fazer publicidade em blogs é algo muito barato e, portanto, rentável. Quanto essa loja pagou a cada blogueira? Uns R$3000? R$2000? Ou seja, entre 4 e 6 bolsas de moletom? E quantas bolsas eles vão vender só para as pessoas que viram as tais nos blogs patrocinados?

  34. 30/07/2010 0:24

    De Chanel; vocé é, com perdão da palavra, apenas e tao somente FODA! E esta se tornando necessária! Por hora é isso. Depois elaboro.

  35. Natalia Link Permanente
    30/07/2010 0:25

    Antes de mais nada, é bom destacar que admiro muito seu blog, sua maneira de pensar, suas ideias expressas num português perfeito. Estou sempre por aqui – mas esse é meu primeiro comentário.

    Vamos lá: concordo com seus argumentos de que isso é TÃO CÓPIA QUANTO aquelas réplicas baratas de “camelôs”. E entendo que você ache essas cópias de moletom ainda mais graves, pois são feitas por estudantes de moda que teoricamente seriam a favor da originalidade e por todos os outros motivos que você citou.

    Mas uma parte de sua “indignação” (jamais classificaria isso como algo pessoal, duvido que seja) eu não entendi: qual é, exatamente, o problema de se usar coisas “falsificadas” (não estou entrando no mérito legal, é claro, mas imagino que essa não seja a questão aqui)?

    OK, eu também prefiro usar algo mais simples, porém que não imite nada, do que recorrer a réplicas. Mas, no meu caso, essa é uma opção de alguém que não é assim tão ligada em modismos e não vê grande diferença entre estar usando o modelo da vez ou algo meio “fora de moda”. Deixo isso claro apenas para que não pareça que foi uma decisão super pensada, essa de não usar cópias.

    Mas vou dar um exemplo bem simples. Digamos que eu goste de revistas e blogs de moda… Ou, simplesmente, que eu leia Caras… Ou admire as celebridades no Ego e as roupas das personagens da novela. E veja que todo mundo usa aquele determinado tipo de bolsa, que é uma graça. Nada mais natural que eu tenha vontade de comprá-la. Mas, ops!, eu não tenho dinheiro para comprar a original. Então, me diga: qual o problema em comprar uma “imitação”?

    O problema seria a ilusão (ou, pior ainda, auto-ilusão)? Eu posso estar querendo enganar os outros de que estou usando uma Chanel verdadeira, certo. Mas normalmente essa nem é a intenção, acredito. Não é parecer que tenho uma Chanel que importa. Aliás, eu posso ser tão simples ou desligada desse mundo das grandes marcas, que nem tenha conhecimento que aquele modelo é, originalmente, da Chanel. O que importa é ter aquele modelo bonito, que fica bem com as roupas que eu comprei nessa estação (que, vamos lembrar, também são copiadas ou inspiradas no que as grandes marcas ditam como atual e bonito e fashion e whatever).

    Longe de mim ser uma especialista no assunto, mas eu realmente não enxergo esse mercado da imitação como algo tão prejudicial – seja para mim, seja para você, seja para quem usa, seja para as grandes marcas.

    E arrisco dizer, ainda, que ele é muito útil para a consolidação de novos modismos. Explico: se todas as mulheres, desde as mais ricas (que usam as originais) até as menos ricas (que compram as cópias), passarem a usar diariamente suas “2.55″, o que acontece (e realmente aconteceu)? Ela vai ficar num nível insuportável de popularização, você vai sair tropeçando em “2.55″ nas ruas, vai virar uniforme. E o mundo da moda vai ser obrigado a produzir coisas novas – o que é interessante para todos ali, inclusive, imagino, para a Chanel.

    • 30/07/2010 0:35

      Eu acho que o problema não é usar o falsificado. Mas nesse caso é oferecer o falsificado com algo exclusivo e ainda cobrar um preço absurdo por isso. E ainda querer te convencer de que é um produto “especial”, que é o que essas lojas fazem.

    • 30/07/2010 15:17

      Oi, Natalia. O mercado de produtos falsificados é extremamente complexo e movimenta rios de dinheiro negro. Se esse mercado existe, significa que há demanda, significa que muitas pessoas estão dispostas a consumir esses produtos. Falsificar (ou seja, reproduzir o produto com o logo) ou simplesmente copiar (ou seja, reproduzir o produto sem o logo) são duas atividades altamente rentáveis porque não exigem dos fabricantes o altíssimo investimento em criação e em publicidade. Eles simplesmente reproduzem os produtos desenvolvidos por outras marcas e lucram muito com isso. Também não podemos ignorar que muitas pessoas que compram esses produtos sequer imaginam que estão comprando uma falsificação/cópia de algo porque elas simplesmente desconhecem o produto original. Tudo isso prova que essa atividade é muito complexa e extremamente prejudicial para as marcas (e também para o funcionamento saudável do mercado). As grandes marcas gastam muito dinheiro combatendo esse mercado negro (e quem paga a conta é a clientela delas, ou seja, o consumidor final dos produtos originais, claro).

      • 30/07/2010 16:53

        Na boa, acredito que até mesmo essas grandes marcas estão nessa vibe…é só lançar uma bolsa qualquer, pagar uma fortuna p/ um jabá e colocar a Alexa Chung usando e dando pinta em NY…aaaaaaaaafffffffffff…e o povo de berço, os ricos de verdade…estarão em seus iates, com poucas peças de roupa, conta bancária recheada e rindo “da gente”…

  36. patricia c Link Permanente
    30/07/2010 0:28

    Uma bolsa daquela custar R$450.00 é assaltar sem um tico de vergonha.

    Gente, eu sei que dá trabalho fazer (em escala industrial, menos trabalho), mas um quilo do moletom bom custa R$ 40.00 em média. E um kilo tem dois metros, logo, dezenas de bolsas, dezenas. Sim, há outras coisas que implicam no preço, mas R$450.00 é perder a noção por completo.

    Ahm, tá, a loja está nos Jardins, por isso!

    Tão chamando as consumidoras de burra, não?

    ótimo post, DeChanel. Eu qse não entro nos blogs das meninas (que a gente sabe quais são) mas fui conferir e causa até enjoo..

  37. Larissa Link Permanente
    30/07/2010 0:36

    Amei a paródia da série “for dummies”. Amei a foto do Banksy no outro post. Temos tudo para sermos melhores amigas! rs.
    Nada a acrescentar. Falou e disse tudo. Eu sou contra cópias. Se eu não tiver dinheiro para a original, paciência e go ahead.
    Vamos marcar um cafézinho no starbucks? rs.
    Beijos!

  38. 30/07/2010 0:44

    Pois implique a vontade, querida. Uma coisa dessas não pode passar sem que ninguém ponha os pingos nos is. O que é isso? Quer dizer que pessoas passam por cima da lei e nós temos que ficar olhando caladinhas pra não pensarem que somos invejosas? Pois podem pensar o que for de mim! Eu nunca serei conivente com falcatrua e picaretagem. Cópia é crime, não tem argumento que defenda isso e ponto final. Mesmo se alguém tivesse inveja dessas “it guél” teria o direito de se indignar com isso. Aliás, é desejável que manifestem indignação, isso diz muito sobre a moral de uma pessoa, quem defende uma coisa dessas revela muito do próprio caráter. Beijos DeChanel, moda não é isso não!

  39. Vanessa Link Permanente
    30/07/2010 0:45

    Querida DeChanel…
    Sei que é banal dizer, mas amo este blog! Achei o link no “Ricota Não Derrete” e li todo o conteúdo de uma só vez, postagem por postagem.

    Linguagem limpa, português impecável, e mais importante, conteúdo repleto de bom senso. Leio blogs de beleza para obter algumas dicas de maquiagem, moda, mas sempre pego referências, não me permito dominar por opiniões que impõem o lamentável “must have”.
    E ainda mais neste caso, utilizando-se de um modelo de bolsa conhecida mundialmente (e desejada por muitas mulheres), porém fabricada num material de qualidade e aspecto questionável… Li num comentário acima que o preço da bolsa de moletom é justificado pelo fato da mesma ser manufaturada, mas convenhamos, quem FABRICOU (ou melhor, costurou) a peça, receberá um valor justo ao seu empenho e dedicação?
    ÓBVIO que não!
    Digo com propriedade pois conheço uma senhora que faz bordados (em paetês) para estilistas de renome e recebe parcos reais por cada peça, sendo que já vi blusinhas inteiras sendo bordadas à mão, o que leva tempo (leia-se DIAS), cuidado, capricho; e sim, volto a dizer, a mesma recebeu R$ 5,00 por cada peça… Sei, trabalha nisso quem quer (na realidade, quem necessita), mas qual é o preço de custo de uma bolsa assim? Não estão copiando o modelo internacional? Usar cópia não é “uó”?! Copiar (ilegalmente, neste caso) não é crime?
    Apoiar o trabalho (este sim, criativo) de artesãos vale muito mais a pena e ainda estimula o crescimento e valorização deste setor.
    Creio que não há implicância, só um ponto de vista que não se identifica com o usual, com o banal. E expôr claramente (e rigorosamente, pois isto torna-se necessário) este fato é algo inteligente e apropriado. Quando uma opinião de um blog não vai de encontro ao meus princípios, simplesmente deixo de ler, sem alfinetadas, nem nada.
    A indústria da moda é exploradora como qualquer outra (dica de assunto para um post, DeChanel!), porém muito mais nociva pois comprometemos nossa saúde mental e financeira. Não tenho muito dinheiro, mas mesmo se tivesse, não disperdiçaria desta forma. Boa música, viagens, livros, desfrutar de bons momentos com a minha família e amigos, estes sim, são investimentos que sempre valerão a pena!

    Beijos, sou sua fã e leitora!

    • 30/07/2010 15:21

      Obrigada, Vanessa. :-)

      O custo original da fabricação dessas bolsas certamente é baixíssimo. E a conta principal (desenvolvimento do modelo) eles não pagam.

      Ou seja, um grande negócio em termos financeiros, sem dúvidas.

  40. 30/07/2010 0:49

    Dechanelnalaje…

    ainda bem que vc falou logo sobre isso e salvou meia dúzia de almas q estavam com preguiça de pensar e estavam quase achando usar moletom pendurado no braço bacaninha…

    RÁ!

    rindo mto mto mto aqui… nem preciso dizer q concordo, mas eu digo.
    CONCORDO!
    =P

  41. 30/07/2010 0:55

    Isso ridiculariza a moda brasileira; prejudica os reais profissionais de moda daqui, que há muito tempo buscam seu espaço internacional baseado em trabalho duro, criatividade e inventividade.

    O que é pior é que iniciativas como essa recebam tanta ‘mídia’ de gente comprada e, infelizmente, formadora de opinião. Perpetuando iniciativas que não fazem nada pelo ramo a não ser manchá-lo.

    Mas o que mais me irrita é (como você bem disse) que essas mesmas meninas/blogeiras são as primeiras a dizer como são ridículas as populares que se vestem mimetizando a elite e usando produtos falsificados chineses, quando a grande maioria dessas pessoas jamais ouvir falar em Alexa muito menos em Balenciaga… Típico de mentalidades elitistas e alienadas!!

    Excelente post, como sempre!!

    • 30/07/2010 15:52

      Você tem toda razão, elas ridiculizam “as populares que se vestem mimetizando a elite e usando produtos falsificados chineses”, ignorando o fato de que muitas das pessoas que compram produtos falsificados nem sequer conhecem a existência dos produtos originais, coisa que não se aplica a elas – especialistas em moda – que deveriam ter a obrigação de saber o que é uma cópia. Infelizmente, o oportunismo fala mais alto.

  42. 30/07/2010 0:57

    essas bolsas “blablabla” inspired também só fazem sucesso porque vêm da 284, da pop-up store… DUVIDO se o camelô da uruguaiana fizesse um “alexa inspired” de moletom essas meninas iam comprar. só tem graça porque é cópia feita por loja de marca…

    e essa moda do moletom me incomoda MUITÍSSIMO. nos EUA e na europa até fez sentido começar a pipocar uma coisa de moletom aqui e ali. afinal, 2009 foi um ano de recessão tremenda e as empresas tiveram que se virar para manter o consumo (quase uma estratégia da II guerra mundial hehe). uns reinventaram as roupas de moletom e até conseguiram fazer coisas muito bonitas e mais acessíveis. aí a moda vem pro brasil e essas lojas cobram UM SALÁRIO por uma bolsa totalmente supérflua, que já seria normalmente cara para ser uma bolsa de couro. de uma estratégia válida pra combater recessão, os malandros tupiniquins transformaram o moletom em produto IT (arghhhh) e passaram a ganhar em cima das trouxas…

    • 31/07/2010 21:21

      Paulissima,
      ontem mesmo eu passei pela uruguaiana e vi uma porção de produtos falsificados vendendo a torto e à direita. Vi vários tênis com um cartaz bem grande: “Só lançamentos”.
      Cara, eu fiquei foi é com pena daqueles miseráveis que deixam seus salários suados por umas porcaria de Pólos Ralph Lauren. Dá pena de ver como as pessoas mais humildes são aquelas que dão mais importância a esse tipo de coisa…

  43. Tatiane Link Permanente
    30/07/2010 0:58

    hahaha eu lí e tinha CERTEZA que isso viraria um post!
    O engraçado é que as pessoas que estão promovendo as bolsas escrevem que essa é bem melhor que a falsa Birkin, na costura e etc… isso quer dizer que algumas compradoras reclamaram da qualidade e agora é hora de fazer mea culpa! Ou que elas indicaram sabendo da porcaria que era hahaha
    Eu rio porque quem compra uma bolsa dessas precisa sentir o efeito “fui uma idiota” na pele.
    Fast fashion virou sinônimo de cópia (bem feita ou não, é uma cópia).
    Você disse tudo quando falou em empreendedorismo, se o papai não tivesse dado o dinheiro para o empreendimento será que essas “empresárias” colocariam sua reputação em risco?
    Claro que não!
    Só quem tem uma empresa (tenho 3) é que sabe o custo exorbitante de lançar uma coleção, de importar materiais, do quanto custa pagar uma empresa de RP, do quanto vale à pena uma nota na imprensa por pessoas qualificadas…
    Aliás, esse tipo de promoção deveria esclarecer muito as coisas para as deslumbradas, se essas meninas fossem realmente o que apregoam jamais usariam. Meu primeiro pensamento quando ví foi: uma francesa jamais usaria…
    Por falar em RP tem coisa mais barata que inflar o ego? Quer coisa mais barata que pegar uma menina que jamais faria um catálogo, vestí-la e exibí-la em plena Oscar Freire como se fosse celebridade? Se bobear, saiu de graça!
    Implicância? Claro que não, isso é civismo!!!

    • 30/07/2010 15:55

      Reclamaram? Sou obrigada a rir. O que elas esperavam de uma bolsa de moletom? Acho que nem a adidas e a nike fabricam bolsas assim. O moletom elas reservam para as roupas esportivas, né? hahaha!

      • 30/07/2010 22:04

        Concordo com muita coisa,mas o fato de ser moleton não. Vi muitas peças BEM legais nesse material,que mudei o pensamento e não vejo mais só na academia. Agora o fato de ser igual,apenas em moletom me incomoda mesmo..

    • Anônima Link Permanente
      30/07/2010 21:52

      É verdade! Se duvidar as modelos por um dia fizeram tudo de graça!!! Imagina, a “honra” de modelar para uma das empresas da familia Justus (na verdade, da filha dele)!!

  44. Mariana Link Permanente
    30/07/2010 1:04

    Alguém comentou aí para cima (desculpe, não peguei o nome) sobre a dificuldade entre dizer o que é cópia, inspiração, paródia, etc. E eu acho que a coisa é bem complicada mesmo.

    Por exemplo, a Levi’s é a inventora da calça jeans. Assim sendo, todas as outras calças jeans do mundo são cópias? Alguém pode argumentar dizendo que a Levi’s perdeu a patente há 500 anos e o jeans caiu em domínio público, mas, digamos assim: eticamente os outros jeans são todos cópias ou são inspirações? Ou não tem nada disso porque calça jeans é que nem vestido e todo mundo pode fazer? Aí cai no mesmo caso da bolsinhas matelassadas com alça de corrente: tudo cópia ou tudo inspiração? Todo mundo pode fazer ou não? Ou alguns podem e outros não?

    No caso em específico, eu acho essas bolsas de moletons horrendas, mas acho o seguinte: o problema delas é serem cópias iguais e usarem os nomes das marcas sem autorização das mesmas (acredito que não exista autorização). Agora, se tivessem autorização aí era mais uma questão de gosto e não de ilegalidade, né?

    • 30/07/2010 16:02

      Sabe quanto custam os direitos de reprodução de alguns produtos de luxo patenteados, como a Birkin, por exemplo? Acho inviável que elas tenham qualquer tipo de autorização legal ou inclusive informal…

      • 30/07/2010 18:30

        Imagina que a Hermès, a Balenciaga ou mesmo a Mulberry daria uma autorização pra qqr um fazer uma cópia de qqr produto deles! NEVER! Isso não existe, gente, é muita ingenuidade se pensar dessa forma!
        O que vai acontecer é que, qdo as marcas descobrirem isso, já vão ter vendido todas as bolsas e não vai ter nada pra contar a história. Suposição minha: talvez tenha sido por isso que a 284 não repetiu a dose, será?
        E pra quem falou que as donas de blog vivem disso, acho justíssimo . Acho super legal vender espaço nos blogs, mesmo pq isso permite que as pessoas passem a se dedicar mais a eles e façam blogs melhores. Mas que toda a publicidade seja vendida como tal.
        No SPFW a Ale deixou claro que estava lá a convite da Seda. Na Folha de SP os jornalistas são obrigados a deixar claro qdo viajam a convite de alguma empresa. É básico, gente!
        Assim o leitor vai poder tirar suas próprias conclusões!

      • Anônimo Link Permanente
        30/07/2010 18:37

        a Camila do GE não deixou claro que ela foi lá a convite da Pop Up Store e muito menos que o post era pago.

        pode ler o post, segundo ela, ela só estava lá por acaso. ela estava no táxi de mala e cuia e resolveu dar uma passadinha porque as miguxas estavam lá.

        ela tem todo o direito de ser marketeira e de usar o blog dela pra ganhar dinheiro. mas que impedimento ela tem de ser sincera e transparente com as leitoras (bobinhas) que ela tem?

    • 30/07/2010 18:47

      Ninguém deixa nada claro, ultimamente, viu? Tá duro!

  45. 30/07/2010 1:08

    Nesse link tem uma reportagem sobre uma pesquisa da universidade da Carolina do Norte sobre a influência que usar um produto falsificado tem sobre o nosso comportamento. O título é: “Uma Chanel falsificada te faz ser mais glamurosa ou mais falsa?”
    http://artigostraduzidos.blogspot.com/2010/07/uma-chanel-falsificada-te-faz-ser-mais.html

  46. senhorita naná Link Permanente
    30/07/2010 1:25

    querida De Chanel, é impressionante o quanto nome “releitura” tem sido banalizado. É ‘releitura’ de música, de comida, de roupa, de modelo, e de década, então? Ah! Mas é uma releitura dos anos 80′s! já dizia aquela consultora de moda.

  47. 30/07/2010 1:39

    Fico abismada com esse deslumbre que as pessoas tem por grandes marcas. Sinto que isso se deve, em parte, ao fato de que a maioria dos consumidores não procuram conhecer os bastidores daquele produto tido como “hypado”. Marcas menores, menos conhecidas, e, o mais importante, MAIS BARATAS, podem muito obter o mesmo nível de qualidade que grandes grifes, sem precisar copiar descaradamente. Basta um bom núcleo de criação, uma boa escolha dos materiais, uma boa técnica para a confeccionar o produto e um bom controle de qualidade.

  48. Anônimo Link Permanente
    30/07/2010 1:43

    qdo eu vi lá no ge curti, até tava querendo comprar… hoje mesmo liguei na pop up pra me informar…. depois de ler o post acabei desistindo… vou usar esse dinheiro pra comprar outras coisas… confesso q eu achei as bolsas mto fofas mas é cópia né? a camila coutinho tá defendendo q não é cópia… mas é sim… acho q vou adotar esse blog pra vida…

    • 30/07/2010 17:01

      Tbm Dechanel…vou adotar o blog…só de pensar que coloquei meu nome na lista de espera…podem me crucificar..é lavagem cerebral…PQP…Tú é phoda!!!

    • 30/07/2010 18:48

      Anonima, que legal que vc está tirando suas próprias conclusões. Isso é que saudável!

      • 31/07/2010 18:44

        Anônima parabéns!!!!
        Você pode comprar o que quiser desde que vc queria e não por imposição!
        Lindona, meu conselho (se é q posso dar conselhos) guarde seu din din e faça uma viagem vá conhecer Paris e NY….vc vai ver que nem tudo é tão lindo quanto parece….quer dizer lindo é pela arquitetura, cultura e aprendizado mas não pela futilidade aparente….por mais que se pense NY não é um grande shopping, muito menos Paris, pq lá pra comprar…..só quem pode mesmo! Eu fiquei só olhando…..admirando! Tinha uma visão pelos “blogs” qdo vi pessoalmente criei a minha visão e opinião, e isto ninguém falsifica ou copia!
        O mundo é muito melhor do q tentam fazer a gente engolir!
        Beijos

  49. 30/07/2010 1:44

    Eu não ia comentar, mas vou pois li umas coisas de pessoas apaixonadas. rs. Acho que a questão não é a cópia, a inspiração, mas como é passada a mensagem. E daí a sensação de implicância da Chanel.

    Sinto em muitos blogs que leio uma postura de seus proprietários com relação a este assunto, principalmente os mais famosos. Vejo estas moças com bolsas originais (bom, dizem que são e eu acredito), falam de marcas famosas, gringas, enfim, elas valorizam isso, gostam disso, então isso tem um peso e um valor simbólico para elas.

    Fato que estas mesmas moças foram convidadas por uma loja considerada uma Fast Fashion (tenho outro conceito sobre este termo, mas tudo bem, eu também finjo que aceito), com certeza foram (muito bem) pagas para estarem ali e associar sua imagem a esta marca. Até ai tudo bem.

    Estas moças não comprariam uma inspired, não comprariam uma cópia, elas gostam do que é original, o que vai lhes conferir valor (do tipo: nossa, fulana tem uma alexa! que chique). Então, por que elas se associam a uma marca, e ainda enchem a boca para falar de algo que nunca usariam.

    Para mim foi a mesma coisa da Revista da Renner com blogueiras, como a Cris Guerra e a Ale Garatonni, pessoas que já assumiram que gostam de marca, esta ultima então, já falou em seu blog que não poderia falar sobre as fast fashion nacionais, pois as desconhecia.

    Sinto que há dois pesos, duas medidas. Uma coisa é o que eu penso e gosto, e outra é o que paga minhas contas.

    abs

    • 30/07/2010 1:55

      Camila, falou bem. E aí o blog se dissocia do que deveria ser sua principal função: ser pessoal e crítico!

    • 30/07/2010 5:19

      Camis, concordo mto contigo tb!

      O blog da Cris Guerra é apenas uma inspiração – ela mesma ganha, se não a maioria, boa parte das coisas que ela usa. Ficou meio nítido, depois de um certo tempo, que o blog dela é, também, um reflexo dos estilistas que “patrocinam” parte do blog.

      Eu, particularmente, acho meio bizarro quando alguns blogs se referem a “achadinhos incríveis” nas fast fashion nacionais, como se fosse a coisa mais inacreditável do mundo a Renner (que eu, de uma vez por todas, NÃO ACHO BARATA), C&A, Riachuelo, Marisa, etc., tenham algumas peças incríveis: como se loja barata e nacional tivesse a obrigação de ser cafona.

      Juro que tenho até preguiça de ler determinados blogs, e determinado tipo de post.

      E gente, pra mim, ter 2 pesos e 2 medidas É, SIM, hipocrisia.

      Alias, e a propósito:

      Hipocrisia:s.f. Vício que consiste em aparentar uma virtude, um sentimento que não se tem. / Fingimento, falsidade.

      bjsssss

      • 30/07/2010 19:53

        Concordo com vc, nunca achei a renner muito barata! E também não entendo por que lojas nacionais ou de departamento são consideradas cafonas, quer dizer muita gente acha a H&M é o máximo, sendo que ela é a mesma coisa que C&A, fala sério…

      • 30/07/2010 20:28

        Não acho que as lojas nacionais ou de departamento são cafonas. Mas é inegável a baixa qualidade das roupas vendidas nas Renner, Riachuelo C&A e cia. Até mesmo na Zara se encontra muita porcaria (em termos de qualidade), tem que saber comprar. Posso falar porque costumo comprar nestas lojas, principalmente roupas (jeans) para as crianças (perdem muito rápido, né?!)
        Não acho a H&M o máximo, mas as únicas peças que comprei lá foram roupas para os meus filhos (jeans, etc..) e, vou te dizer), achei a qualidade muito superior à da Renner, Riachuelo e C&A.
        Mas continuo afirmando, acho super válido para aquelas pessoas que não podem ou não querem gastar muito dinheiro, comprar nestas lojas.

      • 31/07/2010 18:48

        Concordo com vc, pior é quem exalta as fast fashion americanas em detrimento das nacionais…fui na Forever XXI e nem te digo o q eu achei, te digo o q meu marido me disse: Pô se era pra comprar na C&A deixava pra comprar no Brasil pq pelo menos lá as coisas tem forma de mulher brasileira e somos bem atendidos pq em qualidade…sei não acho que lá ainda é melhor…!
        Nem te falo mais nada…ele é homem….
        bjus

      • 02/08/2010 22:48

        Eu compro roupas mais bonitas, de qualidade superior e mais baratas na Hering… As lojas de departamento, ditas fast fashion, do Brasil estão longe de serem baratas.
        Tb compro peças de marcas desconhecidas de qualidade infinitamente superior por preços iguais às dessas lojas.

  50. 30/07/2010 1:50

    O Erro 3 deveria ter uma segunda versão:

    NÃO usar o nome da marca original, para tentar se passar pelo real criador do produto.

  51. 30/07/2010 2:06

    Continue “implicando”, por favor, da Laje! Porque a implicância realmente tem toda razão de existir!!!

    Que ridículas essas cópias. Pessoas que trabalham com moda, que se dizem entendidas de moda, não são capazes de criar um modelo interessante?

    O custo dessas bolsas deve ser baixíssimo. O metro de moleton não custa R$ 10,00. Os metais também são baratos. As costureiras certamente recebem pouco. O consumir está pagando pelo quê?
    a. Pela qualidade e durabilidade? Não! O treco é vagabundo.
    b. Pela originalidade? Não! Nem precisa explicar.
    c. Pela cara-de-pau. Resposta certa. Quem compra está assinando um atestado de bobo.

    Também acho errado existirem as cópias de camelô, mas o pecado das bolsas de moleton é maior, pois é feito por quem diz entender de moda, e vendido com preço caro e sinal de status. Já o camelô copia pra vender bem mais barato, e geralmente são pessoas que não tem noção de moda. Errado, mas “menos pior”, eu diria.

    Não acredito na babação de ovo pelas bolsas nos comentários dos blogs em que fizeram propaganda delas. Está certo que cada um faz o que quer com o dinheiro, mas da mesma forma temos o direito de questionar e achar ridículo. Daqui a pouco estão fazendo cópias de papelão, isopor, papel jornal, sacola plástica do supermercado, tampinha de garrafa… vendidas como uma “releitura irreverente” das marcas badaladas. Acho que eu vou catar uns jornais e montar uma bolsa chique.

    • 30/07/2010 2:24

      completando…

      Existem marcas que são hypadas aqui no Brasil, mas na verdade são marcas básicas lá fora. Isso acontece, por exemplo, com os relógios Swatch. Nada contra a marca, especificamente, tanto que tenho um relógio de lá que gosto. Não comprei no Brasil, foi muuuito mais barato, e lá fora não é produto “chique” como aqui. Aliás, já desisti de entrar nas lojas deles aqui, pois o preço me assusta e tem vendedores esnobes, achando que a marca deles é a última batatinha do pacote. Óculos Chilli Beans (também nada contra os óculos) têm apelo de marca jovem, mais barata, em outros países. Aqui custam quase R$ 200, estão cada vez mais caros, e os vendedores também parecem treinados para achar o máximo vender a marca. Pode-se argumentar que existem marcas realmente de luxo, bem mais caras do que eu citei, mas estas eu citei justamente para falar que no exterior são voltadas para um público mais jovem, sem muita grana. Aqui custam caro, sobretudo considerando-se o poder aquisitivo de um estudante médio. Mochilas da Kipling (também, de novo, nada contra o produto em si, tenho uma bolsinha deles que uso muito, que não comprei aqui) custam muito caro aqui no Brasil, é outro exemplo. O comprador tem que aprender a dar o real valor às marcas.

      • Marcela Link Permanente
        30/07/2010 2:30

        Nossa, só lembro de VS com isso!
        Lá fora é creme barato, e aqui metem a faca e o povo se acha por que usa creme da victoria’s secret! Aliás eu nem faço questão, creme VS e Nívea dá no mesmo, com vantagem que nívea é bem mais barato.
        Isso de dar valor a marca é verdade. Tem marca que dão muito valor e não valem isso tudo. Criam um endeusamento ao redor de uma marca =S.

      • 30/07/2010 4:01

        Verdade mesmo. Os cremes da VS muita gente ainda acha que é o máximo dos máximos ter um. Eu adoro, sei quanto custa fora do Brasil e sei que é muito popular lá fora. Mas aqui, não é assim. Uma funcionária minha, que é super simples falou outro dia que o sonho dela é ter um creme da VS original. Ela vende Natura e sei que usa os cremes daqui que custam mais de R$ 30,00. Quando falei pra ela que o VS as vezes custa 5 dolares ela nao acreditou!

      • 30/07/2010 18:32

        Déia, fala prá sua funcionária continuar usando Natura. Os hidratantes da Victoria Secrets não hidratam nada, uma porcaria (palavra de dermatologista).

      • 30/07/2010 20:37

        Li

        E GAP e Tommy Hilfiger? Até as roupas (e lojas) da Hering (que esta caríssima, por sinal, considerando a proposta)são mais elaboradas, e os brasileiros voltam dos Estados Unidos carregado destas “grifes” e fica desfilando como se estivesse vestindo Armani. E agora ainda tem a Abercrombie. Afff!
        Confesso, eu compro, mas só para as crianças.

      • 30/07/2010 20:48

        ADORO a gap! De paixão. Gap vende básicos, transados, mas básicos. As roupas da Gap são de muita qualidade ( tenho coisas super antigas de lá) e pra criança então, nem se fala. Meu filho mais velho tem 17 anos e praticamente cresceu usando GAP . E as roupas dele ainda estão por aí, em outras crinças da família!

      • 30/07/2010 21:15

        Paola,
        também gosto da GAP, mais para as crianças do que prá mim… mas o meu comentário foi no sentido de que os brasileiros supervalorizam esta marca, que é considerada popular nos EUA, além de baratíssima. Acontece mais ou menos a mesma coisa com a MAC. O deslumbramento no Brasil é total!

      • 30/07/2010 22:09

        Gente,não sei se é só aqui em Fortaleza,mas o que tem de vendedora da Farm nariz empinado que trata mal viu…Adoro as roupas,mas as vezes perco a vontade de ir lá..Fora os preços que às vezes não valem também. O que me mata,já que amo o clima e as roupas de lá..

      • 30/07/2010 22:31

        Gente, poisé! Os cremes da Victoria’s Secret fedem!!! Eu nunca gostei. Para hidratar, eu prefiro comprar cremes de farmácia, que se duvidar, serão o mesmo preço ou mais caro que os da VS (no atacado, sabe, 6 por $30), mas de qualidade superior. O que eu gosto da VS que parece não ser tão popular no Brasil, são as calcinhas e os soutians.

      • Anônimo Link Permanente
        31/07/2010 2:51

        Balconista de loja de nariz empinado é a pior coisa do mundo. vontade de dizer: queridas, vcs estao invertendo os papéis néééaaaam. deixem o nariz empinado pra quem tá comprando e não pra quem tá ralando num trabalhinho muito do ingrato que não exige qualificação profissional e que vcs só conseguiram pela carinha bonita. quando as rugas chegarem o que vcs vão fazer gatas? vão ser balconistas de bazar beneficiente de asilo? podem me chamar de radical. nojo dessas vendedoras. uma vez perguntei na lata de uma delas se eu tava pintada de verde. não mandei ficar me secando em plena tpm. a minha tática é ser mais nojenta com elas do que elas comigo. fica a dica.

      • 31/07/2010 4:57

        Bem lembrado, Raquel.

      • 01/08/2010 9:30

        Li, concordo com várias coisas que vc falou, mas só um adendo: Chilli Beans é brasileira, e fora do Brasil só tem lojas nos EUA e Portugal (poucas)…

    • 02/08/2010 22:51

      Bolsas de garrafas pet… será q rola fazer uma 2.55? rsrs

  52. Mari - uma outra! Link Permanente
    30/07/2010 2:17

    O BRASIL É UMA GIANT WORK DE MOLETOM.
    Certo e errado são relativos; dependem de quem age, não da ação.
    Em mim, a vergonha do povo do meu país tem um novo bff: o nojo.

  53. Marcela Link Permanente
    30/07/2010 2:24

    Horríveis as bolsas. Desde quando moleton custa tão caro?!

    Imagina uma bolsa dessa depois de usada a beleza que vai ficar? Limpinhaaaaa xD!
    Aliás, mesmo custando 25 reais não comprava.
    Pior que é cópia né?!

    E não aguento mais essa modinha de Alexa Chung. Se sigo um blog e fazem post sobre como ela se veste bem e tem o cabelo estiloso (que pra mim é quase igual ao do Kurt Cobain, sem corte e seboso! Mas o Kurt era lindo *.*, e com cabelo liso) já paro de seguir. Tipassim, quem é ela?! Estou citando ela pq é a que já peguei nojo. To com nojo de “it, must have, tendencinha” quando na verdade a maioria é cópia de coisas de fora.
    Por causa dessas cópias, lojas “famosas” copiando na cara dura, até o nome, que a moda aqui vai ficando com má fama. Acho que vi no seu twitter uma matéria de alguma editora eu acho falando que não vem na semana de moda daqui, por que o que tem aqui é o mesmo que aparece em Paris. Por causa dessas marcas aí acaba que todos levam má fama =S

    Viciada no seu blog =P, adorei o post. Minhã irmã de 13 anos lê também e adora!

    • 30/07/2010 16:05

      Que legal, mande um beijo para a sua irmã! :-)
      Obrigada pela mensagem, um beijo!

    • 30/07/2010 16:10

      Marcela, penso como vc. To tomando ódio de ouvir (ler) certas palavras escritas nos blogs de moda da vida: Must have, tendência, as tais listas do que é in ou out, as listas que dizem o que fazer ou não fazer, o preconceito com pessoas acima do peso e, não sei se vcs se lembram, daquele post no GE falando da Mirella? (Vale a leitura critica). Continuando: os achados “incríveis” nas lojas de departamento (como foi escrito em um coments acima) e mais coisinhas que tentam, veladamente, enfiar goela abaixo de quem lê! Fora o endeusamento de Alexa Chung que pra mim mais parece ter herdado o baú de roupas da vovozinha, que corta o próprio cabelo e esquece de lava-lo por semanas! Afff!

      To selecionando o que ler e se vejo qualquer destas características que citei acima fecho a pagina e bora procurar algo mais produtivo pra ler.

      Sobre as tais bolsas, já tinha visto o post sobre elas no blog Sanduíche alguma coisa e ontem, só ontem, eu contei 4 blogs falando da bendita assim como quem não quer nada (hello?). Feias, de um tecidinho tao chinfrim e caras! Muito caras!!! Tenho pena do enorme numero de meninas bobas bombardeadas com mensagens subliminares ou explicitas que vão “investir” seu dinheiro nesta bolsinha se achando a própria Alexa.

      Quanta bobeira junta!
      O-o

      • Marcela Link Permanente
        30/07/2010 23:13

        Também tenho dó delas viu! Vendo os comentários no GE, todas super querendo uma bolsa de moleton que é cópia!
        Você falou de preconceito com pessoas acima do peso. Estou vendo ultimamente uma certa divisão com relação a isso, as preconceituosas e as que acham o máximo e a coisa mais linda alguém estar acima do peso. Pra mim nenhum dos dois lados está certo. Esses extremismos nunca são bons. Mas isso é outra discussão!

        Não sei a idade daquelas meninas que estão doidas pela bolsa, mas isso me lembra a minha adolescencia! Lembro quando surgiu celular com camera, todo mundo doido pra ter (era mais de mil reais na época), todo mundo usando uns tenis azuis com amarelo limão da adidas horríveis! Eu estudava em colégio particular mas com bolsa, não tinha as mesmas condições que essas pessoas, e não aguentava esse papo. Acho que por isso não me afeto tanto por essas coisas. Aliás, eu fazia parte da turma dos nerds rockeiros que liam mangá e joagavam RPG, hahahaha, só usava all star e achava o tenis mais lindo =P.
        Sou um pouco afetada pelo luxo, mas não pq é must have. Acho que um pouco todo mundo é. Eu gostaria muito de um dia ter uma bolsa Prada, mas não me endivido por isso nem compro falsificada, por que sei que só uma bolsa, não vai me mudar em nada! Não vou ficar mais inteligente ou burra por causa da bolsa! E a maioria não percebe isso! Aí que está o problema.
        As pessoas ficam afetadas para terem um pseudo status de que são melhores que quem não tem o item, e ter o item não é sinonimo de riqueza.

  54. Isabela Link Permanente
    30/07/2010 2:31

    Jesus Amado!
    Mais nojento do que o próprio post em que a moça promove as bolsas, são os comentários das néscias apedeutas que batem palmas.
    (pausa para vomitar)
    Recomendo o vídeo da Danuza Leão que foi linkado aqui:
    http://www.frescurinha.com.br/2010/07/para-ler-danuza-leao.html
    Danuza conta que só usa bolsas falsas – que ótimo, um antídoto para a galera que dita a moda e age diferente.
    DeChanel arrasou mais uma vez!

  55. 30/07/2010 2:42

    Ahhhhh, eu acho isso tudo tão tosco… pra mim a pessoa que compra ciente de que é uma cópia é tão ridícula quanto a que copia descaradamente! E tem ainda, aquelas que tem a cara-de-pau de dizerem: “Não é cópia, é réplica…”
    Já até contei uma historinha em outro blog e vou contar aqui também:
    Um dia, fui buscar a minha filha na creche, e encontrei com uma das sócias. Conversavamos “futilidades” e o assunto era bolsa. Então veio a pérola: a pessoa me diz que conhece uma outra pessoa que vende réplicas perfeitas de Louis Vitton. E ficou insistindo que era perfeito, que ela pagava R$ 500 na réplica e que ninguem dizia que não era original e blá,blá,blá…
    Eu acho que fiquei com cara de “tacho” olhando pra ela, porque na verdade eu me perguntava: ” Se essa infeliz tem essa grana pra dar numa bolsa “falsi”, porque ela não compra uma bolsa decente que valha esse preço que não seja Falsificada?”
    Aí, no meio do papo ela me solta outra pérola: ” Tá vendo esse relógio aqui? É réplica! Duvido que alguém diga que não é original!”
    Então, graças a Deus minha filha foi liberada e eu saí logo dali!
    Sinceramente, eu não entendo o que leva uma pessoa a querer ostentar o que não é.
    Será que elas pensam que estão tirando onda???

    • 30/07/2010 2:48

      **Louis Vuitton

    • 30/07/2010 16:20

      Nossa, muita gente acha que comprar produtos falsificados é a maior vantagem que existe. Sinceramente, acho que quem leva vantagem é quem vende. Lucro fácil.

    • Anônimo Link Permanente
      01/08/2010 22:17

      Pior que isso só a minha cunhada bêbada na festa dela de 50 anos, gritando pra todo mundo que a comemoração tinha esvaziado sua poupança, mas seu vestido (feio) custou apenas “cinquentão”.

      Tem gente que é sem noção, e essas comentaristas de blog de pesudo-estilista, não são diferentes da minha cunhada louca.

      Tá todo mundo fora da casinha!

  56. 30/07/2010 2:51

    Eu fiz um post a uns 3 dias atrás sobre esse mesmo assunto e volto a dizer, a questão em si, não é nem a CÓPIA, mas sim ludibriar as consumidoras , estipular o MOLETOM como o tecido mais nobre de todo o mundo, COBRAR PREÇOS EXORBITANTES em uma material de BAIXÍSSIMA QUALIDADE e ainda dizer que é o item ” MUST HAVE” do momento. Isso me deixa irritada.
    Gente, bolsas que valem um salário mínimo ou mais, num país em que a renda é beeeeem baixa e ainda que são classificadas como sinônimo de Status só pq tá hypada, é literalmente de causar indignação e vergonha alheia. O pior de tudo é ainda ter que escutar de algumas pessoas que já estão na fila de espera pra comprar a bolsa.
    FILA DE ESPERA POR UMA BOLSA DE MOLETOM? WHAT THE FUCK????
    Pobres consumidoras sem senso crítico. Felizes das copiadoras com bolsos cheios.
    Post impecável Dechanel.

  57. 30/07/2010 2:53

    Ainda nesse tema, a Chanel lançou uma bolsa de moletom e o preço é pra lá de abusivo também. Só que essa é verdadeira. Há alguma diferença? NÃO. Moletom é TUDO igual. Tão absurdo quanto as outras, sendo que as outras são cópias. A da Chanel é original.

    • Mari - uma outra! Link Permanente
      30/07/2010 4:52

      Calma, não vamos misturar as bolas!
      A Chanel fez bolsa de plástico além da de moletom, a Marc Jacobs fez umas construções horrendas para a LV, e os modelos são edição especial ou item de colecionar ou whatever.
      Se foi desenvolvido pela e para a própria marca, sem problemas. Eles usam o material que quiserem e cobram o preço que acharem melhor, cabe aos consumidores, com suas percepções de valor e poder de compra, decidirem se vale a pena adquirir ou não.
      Esse argumento de ‘num país onde o salário mínimo é tal…’ ou ‘com tanta pobreza’ ou ‘com tamanha má distribuição de renda’ é furado. Se a pessoa ganha o dinheiro honestamente, com trabalho, cabe a ela decidir o que fazer com ele. Como já disse, cada um tem uma percepção de valor sobre os produtos. Julgar a decisão deles foge da questão aqui tratada.
      O problema aqui, ao meu ver, é a FALTA DE ÉTICA daqueles que colocaram os produtos em questão no mercado.
      Como eu disse acima, no Brasil, o certo e o errado são relativos. O coreano vende numa barraca na 25 de março é criminoso, os donos da loja aí, não.

      Essa bandalheira toda é só mais um caso que expõe o quão sem futuro esse país está.

    • 30/07/2010 5:04

      Pois é. A Chanel faz a bolsa dela do jeito que ela quiser! Ela inventou o modelo, ela paga a propaganda, ela construíu a marca. É propriedade intelectual dela.
      Agora, quem vem e só muda o material, usa o nome e ainda chama de inspired, é pirata!

      • 30/07/2010 17:19

        É ISSO AI…SOU FÃ DA COCO CHANEL, PELA HISTÓRIA E OUSADIA!
        O QUE ME DÓI, LÁ NO FUNDO, É QUE OUÇO MUITA GENTE RECLAMAR E DIZER QUE LÁ FORA É BARATO E POPULAR E AQUI É CARO E QUE TEM VERGONHA DO NOSSO PAÍS…PQP, AO INVÉS DE IR A PARIS, VIAJE PELO BRASIL…DÊ VALOR AOS NOSSOS ARTISTAS…TEM MUITA GENTE BOA POR AQUI…DIVULGUEM PRODUTOS ORIGINAIS…QUEM SABE O FOCO NÃO MUDA…É FÁCIL OUVIR ALGUÉM DIZER QUE SONHA EM VIAJAR PARA EUROPA, PQ NÃO PARA A CHAPADA DIAMANTINA, ITACARÉ, SANTA CATARINA, FERNANDO DE NORONHA, BONITO, PIPA…NESSES LUGARES TEM GENTE QUE NÃO SE INSPIRA EM GRIFE SIMPLESMENTE PQ NEM CONHECEM!!!

      • Mari - uma outra! Link Permanente
        30/07/2010 18:02

        Mega, discordo de você.
        O Brasil tem cultura rica e lugares maravilhosos para conhecer, sim.
        Só que este fato não exclui a necessidade (sim, eu acredito ser uma necessidade) de conhecer outras histórias, outros costumes!
        Viajar pelo mundo também é uma delícia! Absorver culturas novas, aprender mais ainda sobre história, ter a oportunidade de ver de perto obras de arte incríveis e resultados de movimentos que influenciaram, direta ou indiretamente, o que temos aqui hoje ajuda, inclusive, a ver o Brasil com mais clareza.
        Amo ir desde o Japão até Cristalina – GO e não vejo mal algum em uma determinada pessoa ter como objetivo conhecer um determinado lugar.
        O único meio de aprender que eu conheço que é de fato eficaz é buscar informação e ter disposição para explorar. Isso inclui viajar, ler e ter curiosidade de conhecer pessoas.
        O que não pode haver, na minha opinião, é uma posição extremista. Tanto aquele que exacerba tudo que é do país quanto aquele que desdenha qualquer coisa tupiniquim estão equivocados.
        As pessoas não precisam escolher um lado – seja ele França ou Brasil – simplesmente porque não existe nada a ser escolhido. O que as pessoas precisam é de DISCERNIMENTO pra compreender os defeitos e as qualidades de cada cultura e de cada lugar e lidar de forma positiva com eles.

        E se ter vergonha e nojo do fato de que no Brasil o crime é institucionalizado me faz uma brasileira ruim, bem, SOU CULPADA.

  58. 30/07/2010 3:00

    Nossa, gosto cada vez mais das suas reflexões! Mas esse desabafo pareceu muito “raivoso”, rsrs.. Faltou uma pitada de humor para ficar perfeito! ;) (#críticaconstrutiva?!)
    Para começo de conversa, preciso dizer que eu me simpatizo com as bolsinhas de moleton! (gosto ou mau-gosto é gosto, gente!) Não acho elas horríveis e ponto. Talvez até compraria uma se custassem baratinho (porque eu não sou louca de pagar R$450 em uma bolsa feita de moleton!). Já foi o tempo em que eu militava contra a pirataria. Eu era incapaz de comprar um “cdzinho” ou dvd falsificado até eu precisar de uma trilha sonora para uma festa junina (história longa que não interessa agora).. Enfim, já “cai em tentação”, mas sigo evitando persistir no erro! Estudei Direito e Moda e para mim é clara a diferença entre cópia e inspiração. As bolsas que estamos falando são tão cópias quanto as do camelô. O fato de usarem o nome da marca, além do modelo, só agrava a coisa toda! Mas indo direto ao ponto que eu queria chegar, me decepcionei um pouco que ninguém criticou a Arezzo e a Datelli por incluirem em suas coleções cópias praticamente iguais as originais da Coco Cocoon, Birkin, 2.55.. Não é possível que só eu encasquetei com isso?! Fiquei de cara que duas grandes marcas brasileiras tiveram a cara de pau de fazer isso! Ai, sim fiquei “passada”! Como “a minha querida, sempre preferida Arezzo” assinou esse atestado de incompetência e falta de criatividade?! Ganharam muitos pontos negativos comigo… mais alguém???
    Bjos e se quiserem conhecer o meu cantinho virtual, acessem: http://www.gabiamou.blogspot.com
    Gabi

    • Larissa Link Permanente
      30/07/2010 4:01

      eu não comentei isso, mas eu concordo, e o que eu falei no meu comentário era exatamente pensando nessa versão arezzo da Mulberry Alexa que várias blogueiras mostraram.. quer apostar quanto que vai custar tipo mais de 800 reais?
      por outro lado não sei se tanta gente vai saber que é cópia.. eu mesma, que gosto de acompanhar os blogs, não sabia desse bafafá todo em cima de certos modelos.. quando fui ao cinema assistir “Cartas para Julieta” adorei o modelo carteiro de couro natural da personagem, e DEPOIS quando fui dar um google descobri que era o “hit” do momento. Se eu não acompanhasse os blogs e não tivesse lido que todo mundo quer aquele modelo exatamente por ser cópia dessas “it bags”, talvez teria comprado mesmo que custasse caro.. por incrível que pareça tenho muitas e muitas amigas super inteligentes e elegantes, mas que não acompanham NENHUM blog..uma delas até brincou comigo porque foi comprar um batom na MAC e por acaso gostou justo de um daqueles que algumas blogueiras tanto veneram.. e quando a vendedora comentou ela nem sabia do que estava falando!
      em resumo, acho que também temos que pensar.. quem compra a bolsa porque achou bonito mesmo (tem gosto pra tudo), tá assinando atestado de trouxa? acho que não.. agora quem comprou porque alguma blogueira tem/indicou ou porque não tem grana pra comprar uma original, é sem noção mesmo!

      • 30/07/2010 5:03

        Se vc gostou da bolsa tipo carteiro , tem na ASOS por $117,oo e eles entregam no Brasil!

      • 30/07/2010 5:10

        Quem compra pq gostou da bolsa cópia , e nem conhece a marca, provavelmente não vai se dispor a pagar 450,00 por uma bolsa de moletom qualquer, concorda?
        Só paga quem sabe que aquilo é uma cópia de uma bolsa hypada (aff), que custa 10x mais.
        Não condeno ninguém que queira usar algo que está na moda, só pq está na moda ou até pq ficou sabendo da existência num blog qqr. Todas aqui usam ( ou já usaram)uma coisa ou outra. O ponto aqui é pagar por um produto copiado.

  59. 30/07/2010 3:12

    Sua implicancia é apaixonante! Não há como discordar de você, dos fatos e dos argumentos. Continue implicando, sempre, porque faz muito bem saber que existem pessoas cujos cérebros não são feitos de moletom, tendencinhas e it-neurotransmissores.

  60. Ana Carolina Link Permanente
    30/07/2010 3:28

    A única coisa de moletom que tenho coragem de vestir é um veeeeeeeeeeeelho que eu uso pra dormir ! HUAHUAHAUHAUHAUHAUA junto com meias de florezinhas de quando eu tinha uns 10 anos ! DeChanel, a gente não podia negociar umas aulas de português pra minha redação do ENEM não ? que português perfeito, a argumentação então nem se fala. Seu blog é perfeito, sou sua fã !

  61. 30/07/2010 3:28

    Acho bizarro também, ainda mais por esse preço. Tipo assim, ridículo. Nojo!

  62. 30/07/2010 3:41

    Não creio que a Garota Estúpida deseje comprar essas bolsas falsificadas, já que ela tem as originais. porém,Camila Coutinho se dispôs a fazer publicidade e fúlia dessas cópias pelos simples fato de ganhar um trocado por isso.

    então, sugiro que DeChanel faça um post sobre o limite da publicidade mascarada de opinião de blogueira :)

    • Anônimo Link Permanente
      31/07/2010 2:40

      a garota estúpida não tem as originais, leia o erro 8 do post da chanélica.

      • Anônimo Link Permanente
        01/08/2010 22:27

        O sucesso subiu na cabeça dessa blogueira. Quem acompanha o blog dela desde o início, viu que ela conseguiu se tranformar numa garota estúpida, que ironia!

        Conheço dezenas de blogueiras que não perdem tempo para ler a estupidinha…

        A blogosfera está ficando cagada mesmo.

  63. 30/07/2010 3:44

    Não creio que a Garota Estúpida deseje comprar essas bolsas falsificadas, já que ela tem as originais. porém,Camila Coutinho se dispôs a fazer publicidade e folia dessas cópias pelos simples fato de ganhar um trocado por isso.

    então, sugiro que DeChanel faça um post sobre o limite da publicidade mascarada de opinião de blogueira :)

  64. 30/07/2010 3:51

    A questão principal, que é o foco central das discussões que você costuma – fantasticamente – levantar na maioria das suas postagens, não é o gosto, não é o produto em si, mas o discurso a ele atrelado e suas implicações ideológicas e éticas.

    Quando eu li que numa dessas lojas uma camiseta estava no preço promocional de 500 reais tive um susto. Como tive um susto de ver há alguns dias uma Ferrari conversível parada no mesmo engarrafamento que eu. Nos dois casos, tive pena da necessidade de apresentar esse discurso para os outros – “Eu tenho poder aquisitivo, olhe para mim, sou especial” – e tive medo dos rumos sociais dessas escolhas.

    Longe de mim querer cercear o livre arbítrio de quem quer que seja. Afinal, se o indivíduo conquista de maneira legal e legítima seu dinheiro, tem o direito de escolher como usufruir do que esse dinheiro pode proporcionar a ele ou a ela.

    Mas, porém, contudo, todavia, não obstante…

    Citando um exemplo de eticidade para mim – minha querida mamãe – o direito do indivíduo ético termina onde o direito de outros começam. Escolher pagar quinhentos reais numa camiseta ou ter uma Ferrari para ficar preso nela no engarrafamento não apenas para mim – num julgamento de universo puramente pessoal – um grande erro de avaliação custo x benefício, como também uma grande irresponsabilidade social. Se nem o indivíduo da Ferrari nem o dono/dona da camiseta de quinhentos reais são responsáveis pela origem dos problemas sociais que nos rodeiam, eles passam a se tornar responsáveis quando, sem abalar suas necessidades de transporte, vestuário e projeção de uma autoimagem (para si e para os outros) digna de admiração, eles podem auxiliar a minimização de tais problemas e não o fazem – a escolha foi a Ferrari que não pode correr, porque ficará presa no trânsito, foi a camiseta que só tem como elemento distinto de tantas outras uma etiqueta a ela atrelada.

    Se eu já tenho minha indignação pelo esbanjamento daquilo a que, no universo da blogosfera, se concede o título de “looshoo & ryquezah”, em virtude de um discurso de status social atreladoa um valor real e inerente do produto (sua qualidade e seu benefício), imagine quando o esbanjamento está conectado a um discurso desenvolvido sobre um produto sem valor real.

    • 30/07/2010 4:53

      Realmente, Bianca.
      Os copiadores se aproveitam do status das marcas copiados (conseguido ao longo de muitos anos de trabalho, incluindo o de bons designers e dos empreendedores que dirigem essas marcas) para supervalorizar o produto. Ou seja, não foram elas que criaram toda a aura do produto Balenciaga ou seja o que for. Mas se aproveitam do resultado do trabalho alheio, ao estabelecer o preço da sua cópia. Assim, uma Balenciaga cópia custa caro também porque é uma cópia da marca que custa caro. Uma distorção absurda. A cópia se apropria dos valores da marca original. Sem o mérito da construção do valor da marca, no entanto.
      Se o valor construído ao longo de anos de estratégias de marketing e criatividade também pode não escapar da nossa indignação, muitíssimo menos merecido e indigno o produto que surge da sombra do outro, e tenta incorporar imediatamente algo desse valor (repassado em $ às consumidoras, claro) sem que ele tenha sido produto de nenhum, ou pouquíssimo, esforço.
      Imagino que as marcas copiadas zelem por algum padrão de qualidade. Aparece uma espertinha brasileira e faz o modelo em material inferior. E fala que é “phyno”, “ryko”. A gente tem que engolir isso?
      Estou com profunda preguiça dessa exibição de produtos caros, sem que a qualidade corresponda. Porque sempre há um esperto querendo ganhar às custas da ingenuidade e insegurança. Essa semana visitei um blog de beleza em que não entrava há muito tempo, pra ver se tinha alguma dica legal. Mas a moça estava falando de um batom que era muito rico, embalagem rica, custo caro, toda essa aura de poder e tudo. O problema: eu du-vi-do que o negócio fique extraordinariamente maravilhoso na boca. Que ao passar o batom você fique lindíssima e seja transportada imediatamente para um iate nas ilhas gregas. Aposto que num teste cego, comparado com um batom mediano, as pessoas poderiam não reconhecer que o batom “ryko” custa muito mais. Portanto, eu me arrependi da tola tentativa de aprender alguma diquinha de beleza. As pessoas com poder de comunicar se deslumbram, e saem contaminando todo mundo com o deslumbre, sendo que, se as autoras dos blogs se propõe a ser jornalistas de beleza, deveriam fornecer informações melhores.

      • Roselany Varela Link Permanente
        30/07/2010 5:08

        Queria que esses simulacros mal feitos continuassem sendo só exemplos teóricos ao invés de uma realidade tão palpável… Digo isso pois quando começo a fazer essa reflexão, vejo quantos objetos chegaram a esse nível, e tanta tristeza assim cansa, né?

      • 30/07/2010 5:12

        Vc tá falando do batom do Tom Ford, né? Ele é o máximo, viu? E eu nem ligo pra batom. Mas ele é bom. Caríssimo, mas bom. Não vale os 45 euros que eu paguei, mas não me arrependo. Pelo menos é original!

      • 30/07/2010 18:08

        Menos pessoal, o equilíbrio é o centro.
        Só quem nunca experimentou um batom Yves Saint Laurent, ou Chanel, ou Guerlain (ainda não experimentei o Tom Ford) pode dizer que é igual a um batom da Natura, Boticário e etc….E olha que tenho batom até da Avon. Aliás, até MAC fica bem prá trás.
        Outro exemplo, quer coisa mais básica que acetona? Depois que usei a acetona da Sephora (nem é tão cara assim), nunca mais quis saber das nacionais. E pinça da Tweezerman? Depois que comprei as minhas (caras) nunca mais precisei gastar para fazer a sombrancelha em salão.
        Comprar na Renner, C&A e outras, pode ser uma ótima oportunidade para quem quer vestir-se segundo as últimas tendências (argh) da moda mas, convenhamos, os tecidos são de 5ª, o corte é horrendo, acabamento nem se fala. Só para ficar nas marcas nacionais, experimente vestir uma roupa da Fórum / Ellus / Le Lis, e vai perceber que a diferença (gritante) não é só no preço.
        E mais, marca (qualquer) vale mais que o produto (qualquer) SIM. E isso não diz respeito somente à moda, é questão objeto de estudo de ECONOMIA.
        Quanto ao moletom, não vamos misturar as bolas, ok?! O tecido não é nobre mas, sendo bem utilizado, pode resultar em peças belíssimas, vide uma coleção (do ano passado acho) da Osklen ma-ra-vi-lho-sa.
        Portanto, sem esmiuçar outras questões, lembremos que qualquer discussão SÉRIA deve ser isenta da pré-conceitos (assim mesmo) e hipocrisia.

      • 30/07/2010 18:36

        Concordo Raquel!

      • 30/07/2010 19:12

        concordo Raquel! eu não tenho grana pra comprar algumas marcas, mas realmente MAC aqui faz sucesso porque é carésimo. Se vc vai em lojas de cosméticos lá fora, MAC é a marca mais barata de todas..
        Por isso minha indignação quando vejo certas marcas nacionais cobrando mais de 30 reais num batom, mais de 60 numa base.. não adianta, a qualidade não chega nem perto de marcas importadas. E quanto à C&A concordo também.. eu não compro roupas lá há muuito tempo, e não é por ser esnobe não.. de longe as roupas são legais mas quando v. experimenta ou chega perto vê o acabamento péssimo, tecidos chinfrins.. não aceito pagar R$300 num casaco da Renner sendo que na Macy´s vende um casaco da Calvin Klein de melhor qualidade por 60 dólares.. os impostos todos que os produtos importados pagam seriam teoricamente pra proteger a indústria nacional, mas isso pra que pudessem melhorar a qualidade de seus produtos e ficarem mais competitivos, e não pra ganhar em cima do consumidor que não pode pagar o preço do importado aqui. Os importos absurdos em cima de cosméticos e roupas só servem pra gerar receita pro governo e pra que as indústrias nacionais continuem acomodadas. Ontem vi que a Natura vai lançar uma linha premium.. cobrando preços mais caros que o que v. paga em importados lá fora.
        Também vi um comentário sobre os cremes Victoria´s Secret.. eu sinceramente não sei como alguém gosta.. aliás falta de respeito é trabalhar com aquele creme com cheiro mega enjoativo e todo mundo que fica do seu lado morrer de dor de cabeça!
        Lembrei também dos shampoos.. uma vez estava viajando e vi que o shampoo Pantene IGUALZINHO ao que temos aqui nos supermercados era mais caro que várias marcas que as blogueiras acham o máximo, principalmente por pagarem uma fortuna. Quer dizer..
        Quando a gente vai ganhando um pouco mais porque estuda e trabalha q nem condenada, é natural experimentar coisas melhores e aí a gente vê que tem diferença sim, fica mais exigente! O que não dá é pagar um absurdo numa camisetinha de acabamento tão ruim quando da C&A, mas com preço de marca boa.

      • 30/07/2010 20:06

        Paola, esse mesmo. Acho totalmente diferente você falar que o batom vale o preço e a qualidade é incrível e alguém exaltar um batom porque é “riqueza”, entende a diferença?

        Raquel, eu não falei que os produtos dessas marcas são idênticos aos produtos nacionais mais baratos. E eu pago por produtos de marcas caras quando eles me satisfazem, não estou falando na teoria. O que eu quis dizer é que não existe uma diferença absurdamente extraordinária entre eles, que seria presumível sempre pela diferença de preço. Eu mesma já quebrei a cara com produtos caros (várias vezes). Ainda assim, quando eu compro um produto de marca badalada, suponho e espero que ele tenha qualidade, eu sei que o sucesso da marca não foi construído por acaso. Eu espero sim por alguma correspondência entre o valor pago e a qualidade. Mas isso nem sempre é real, e a idéia de “riqueza” atrelada a um produto frequentemente supervaloriza a qualidade do mesmo. Eu vejo pessoas usando maquiagens de marcas caras só porque são caras e sem que fique nada bonito.
        Não achei nada legal a maneira como o produto foi apresentado. Eu juro que jamais vi uma mulher com um batom e pensei “oooooh, que coisa mais perfeita, magnífica!!!”. Em nenhum meio. Eu não vejo sentido em se descabelar por um batom ou outro acessório: eu sei que existem diferenças de qualidade que fazem valer a pena pagar mais caro, óbvio! Mas não tanto assim quanto a mídia nos faz acreditar!

      • 30/07/2010 20:17

        E eu ainda acho mesmo que vários produtos (sobretudo itens de maquiagem) poderiam empatar com outros menos caros em testes cegos. É óbvio que eu não estou falando de comparar com um produto vagabundo qualquer.
        E é óbvio que paga-se pela marca. Acontece que a gente sempre tem que ter um pé atrás, pois em qualquer meio existem espertinhos prontos para ganhar com a ingenuidade ou o deslumbre dos outros.

      • 30/07/2010 21:00

        Larissa,
        não vamos tirar o mérito da MAC, que foi uma marca que revolucionou em maquiagem a alguns anos atrás, principalmente na maquiagem artística. Antes da MAC, não existia esta variedade de produtos de maquiagem que vemos em todas as marcas, tampouco tantas coleções lançadas a cada estação. E mais, até hoje, pouquíssimas marcas tem a variedade de produtos (tipos/texturas/tons de base, p.ex.) e cores (sombras, blush, p.ex)que a MAC. A MAC lança diversas coleções sazonais durante o ano inteiro, sempre com produtos diferentes. E, detalhe, é baratíssima (ok, barata) nos Estados Unidos, com preços menores que alguns produtos do Boticário, Contém 1g e Natura. Acho que o “endeusamento” de algumas pessoas deslumbradíssimas não justifica desmerecer uma marca tão legal.(Nossa, ficou parecendo propaganda, mas não é, ok?!)
        Li,
        raramente você encontrará uma equivalência na diferença de preços X diferença de qualidade entre as marcas mais populares e as premier. Os preços são altíssimos porque, quanto mais caros, mais exclusivos são seus produtos e sua clientela. Eles realmente não têm interesse em popularizar seus produtos, muito pelo contrário. Ora, cada segmento tem seu público alvo e nós, enquanto consumidores, vamos nos adequar ao segmento que queremos e/ou podemos, deve-se respeitar isso.

      • 30/07/2010 22:28

        Raquel, concordo que há diferenças entre Renner, C&A, Marisa, etc, e marcas como Forum, Ellus, etc, mas não é sempre que uma marca mais caras são de qualidade superior a “genéricos”, ou muitas vezes os preços praticados por certas marcas são beeeem acima da qualidade das mesmas. Esse é meu problema com marcas brasileiras. Já vi vestido simples sendo vendido por R$600, quando com esse dinheiro, em dolar, eu posso comprar roupas de marcas consagradas e de qualidade nos U.S.. Essa é a minha birra com marcas brasileiras.

      • 30/07/2010 22:35

        Raquel, o que eu quis dizer é isso, que irrita o deslumbramento com a MAC. Eu AMO os produtos deles, sempre que vou viajar a trabalho (ou meu marido) eu faço uma listinha básica de coisas pra trazer!

        Acho o conceito da marca ótimo.. vc tem toda razão que eles revolucionaram o mercado de maquiagens. Fico impressionada com a variedade de cores e texturas dos blushes, batons e sombras. Mas tenho preguiça de quem acha que a MAC é a única marca boa de cosméticos só porque o povo na blogosfera vê os produtos como desejos de consumo – não é pra menos, uma base face & body custa uns 140 reais!!!

        Pra dar um exemplo, eu uso há alguns anos uma base da Mary Kay que é um absurdo de boa, quando eu uso todo mundo pergunta qual é minha dermatologista – porque não parece maquiagem!, e uma amiga minha se recusa a comprar porque ainda por cima acha que é marca nacional. Pra ela status é usar MAC.. e eu tenho certeza absoluta que esse julgamento dela vem do que ela lê nos blogs por aí.. nunca que eu vou trocar a base que custa baratinho e que eu amo por uma outra só pra dizer que uso MAC. Entende o absurdo que é a pessoa VER que o produto é bom, mas não comprar porque nenhuma blogueira recomendou ou porque não vai dar status?

      • 30/07/2010 22:36

        Alice, não tem como vc comparar a escala de produção nos EUA e no Brasil. Aposto que enqto uma marca americana faz 200 vestidos de cada modelo, a daqui faz 20 e olhe lá. O ganho com escala em termos de preço é brutal!

      • Anônimo Link Permanente
        31/07/2010 0:40

        Larissa
        é assim mesmo. tenho uma cunhada que se acha suuuuuper chique, deslumbradíssima. Na minha última viagem comprei alguns produtos de maquiagem da Nars (amo) e Bobby Brown. Quando mostrei e falei os preços ela disse: “nooooosssaaa, você devida ter comprado maquiagem da MAC, muito melhor!!!!!”. Coitada, tolinhaaaaa!!!! kkkkkkk

      • 31/07/2010 1:26

        pois é! e outra coisa que me deixa muito brava é essa mania dos brasileiros de serem os “espertões” sabe? hoje mesmo fui crucificada no trabalho porque disse que não aceito gente que ganha bem e já parou de estudar há séculos fazer carteirinha de estudante falsa pra pagar meia entrada nos lugares. Uma das meninas disse que tinha um esquema de fazer boletos de faculdade falsos e carteirinhas idem, e eu fui a única que achei um absurdo. Não só por ser errado, falsidade ideológica, etc etc, mas também porque isso claramente prejudica quem estuda de verdade e encarece o preço do ingresso pra quem não trapaceia – alguém tem dúvida que o preço da entrada inteira é alto pra compensar a quantidade de meias-entradas? Duas vezes meu marido pagou inteira mesmo fazendo doutorado, porque não estava com o comprovante de matrícula na hora. Enquanto isso gente que nem estuda, paga meia com comprovante falseta. O que justifica uma quarentona q tem um carrão e viaja duas vezes por ano ao exterior pagar metade do ingresso? Alguém tem que fazer caridade pra elas? Elas fazem caridade pra alguém?
        Desde que eu saí da faculdade, minhas idas a teatros e shows diminuíram muito porque entrada inteira custa caro.. mas nem por isso eu vou entrar nessa de fazer uma coisa q não acho certo.

    • 30/07/2010 16:24

      “A questão principal, que é o foco central das discussões que você costuma – fantasticamente – levantar na maioria das suas postagens, não é o gosto, não é o produto em si, mas o discurso a ele atrelado e suas implicações ideológicas e éticas.”

      Bianca, isso é o que chamo de ser perfeitamente compreendida. Obrigada, de coração. :-)

      • 30/07/2010 21:31

        FOUCAULT

      • 31/07/2010 0:32

        Pode ter certeza, o DeChanel é uma leitura obrigatória minha e que, na medida do possível, eu tento compartilhar com quem está próximo de mim, principalmente meus alunos. Essa inquietação filosofante é necessária para que não fiquemos cegos aos significados do nosso mundo.

  65. Flávia D. Link Permanente
    30/07/2010 3:54

    Falou e disse!

  66. Isa Assunção Link Permanente
    30/07/2010 4:32

    Isso é extremamente desnessário.
    Associr o nome da marca copiada para vender a cópia é o cúmulo do oportunismo.
    Mas uma coisa é certa: AS PESSOAS VÃO COMPRAR. Vão comprar sabendo que aquilo é cópia e mesmo assim vão sair por ai com ar superior, porque não custou 20 reais no camelô, custou 400 reais em uma loja da Oscar Freire. QUATROCENTOS.
    São pessoas deslumbradas, as vezes dá até dó. Dignidade, cadê você?
    E as blogueiras que associam o nome a isso? Acho que associar seu nome a qualquer tipo de marca requer muita cautela e justo elas que prezam por uma boa marca. Também é um desrespeito com as leitoras que são “obrigadas” a conviver com essa contradição. Fora o que a colega disse, zombam com a nossa inteligência.

    Em tempo: A Victor Hugo não começou como cópia da Louis Vuitton?

    Beijos

  67. 30/07/2010 4:36

    p comecar achei um abusrdo o preco R$450.00 e 350.00 por uma bolsa de moletom?!?
    fala serio….
    ta achando q tem gente com cara de palhaco, quer dizer, pior q tem, mas enfim, prefiro pagar em uma boa bolsa de couro, como ja falaram da arezzo, por exemplo.

  68. 30/07/2010 4:51

    E em um dos posts ainda tem uma camiseta I LOVE ALEXA CHUNG -q? *vomita*

    Olha, a DeChanel tocou no que me dói mais como estudante de moda, ESSE POVO ESTUDOU OU ESTUDA MODA GENTE!!! Eles estão em faculdades caras e invejadas e estão aí ganhando rios de dinheiro pra COPIAR e tem gente que aplaude! Oi?

    Depois quando gringo vem dizer que não temos estilo próprio, que se é pra vir pro Brasil ver cópia do que é feito lá fora, agente fica chateado, mas tem que baixar a cabeça e aceitar, porque né, cadê o argumento?

    • 30/07/2010 5:20

      Eu não acho a bolsa da Alexa feia não ok? Se eu tivesse dinheiro provavelmente teria comprado uma original quando foi lançada, porque tem a ver com o meu estilo e a minha personalidade… mas como não tenho dinheiro e não compraria uma réplica (até porque as réplicas no Brasil conseguem ser ridiculamente caras) eu fui atrás de bolsas do mesmo estilo, e encontrei, sem precisar usar uma cópia.

    • patricia c Link Permanente
      30/07/2010 5:46

      A camiseta da Alexa é tão vintage que já vem com a gola esgarçada, rs!

  69. 30/07/2010 5:58

    Eu, particularmente, como advogada atuante na área de propriedade intelectual, fico assustada com essa disseminação desenfreada de cópias descaradas de clássicos da moda.
    De Chanel, seu post me serviu de inspiração (inspiração, tá?! hahaha!) para a minha tese de mestrado que fala de propriedade intelectual x moda.
    Nossa legislação ainda é muito falha no que tange a proteção da moda.
    Se você pudesse se aprofundar falando num outro post das lojas fast fashion, ficarei muito grata!
    Aliás, deixo aqui um vídeo que fala de moda e direito autoral e é muito interessante não só para estudantes de direito, como para estudantes de moda também:

    Bjs!

  70. 30/07/2010 6:11

    Eu conheci esses blogs todos graças a uma pesquisa que pensei em fazer, quando ainda nem usava maquiagem: como queria um rímel, mas sou alérgica e não conhecia nada (porque nem usava, rs), joguei no google “rímel hipoalergênico”. E pronto, de repente todo o mundo fantástico dos blogs de moda e beleza estava ali, pronto para ser desvendado. Eu acredito que há alguns aspectos positivos, principalmente nos blogs de beleza, porque você conhece características dos produtos antes de adquirí-los às cegas, sabe? Como os esmaltes, que eu não usava por nada (e sentia por isso, pois sempre gostei), e por conta desses sites, descobri que os novos da Colorama não provocavam alergia… Mas só procuro por eles quando sinto necessidade de adquirir algum item de beleza (sacumé, acabou o shampoo e quero comprar um novo, de uma marca que não conheço…), com muito senso crítico e percebendo nas entrelinhas quando alguém quer me vender algo “disfarçadamente”… O problema está na falsa ingenuidade disfarçada/maquiada de “atitude madura” nesses blogs todos: eles estão cheios de palavras e expressões que induzem siiiiim ao consumo inconsciente, abarrotados de expressões como: “eu teeeenho que ter”, “você precisa experimentar”, “A é totalmente diferente de B porque é melhor (mais caro, digamos assim)” e impressão de valores (além dos já altíssimos valores monetários, né?) como “isso é legal” “ta todo mundo usando”, “a it girl tá usando”, “eu vou querer todas de todas as cores (e claro que você também, né???)”, “coleção tal ta bombando” e por aí vai. E fazem o maior tipo que não, não estão induzindo ninguém. PÕ, elas não sabem (ah ta, e eu sou troxa…) que tem um monte de gente insegura, com problemas de tooodas as espécies (seja famíliar, psicológico, enfim), que, ao ler aquele discurso todo e VER toda aquela aura de glamour e vidinha “blogger”, COM CERTEZA vai acabar pensando – mesmo eu não pense assim obviamente, mas de forma inconsciente até – que, SE tiver aquelas coisas, SE ADQUIRIR tudo aquilo (mesmo que não tenha como, financeiramente falando – dívidas de cartão de crédito estão aí para todo mundo ver, né?) – vai fazer parte daquele momento, vai, quem sabe, ter também aquela vidinha, aquele “glamour”? É claro que elas sabem, tanto sabem o poder de influência que têm, que vendem bem carinho o espacinho em branco dos seus blogs. Mas vai dizer que elas induzem o consumo desenfreado? AAAAAAhhhh aí já rola post quilométrico pagando de inocente da história. Vi um no Sweetest esses dias que me fez prometer não voltar mais lá… E aos poucos vou diminuindo a lista de blogs; desses que têm sido bastante citados por aqui, abandonei completamente o da Camila depois daquele post sobre a tal da Mirella (acho que é isso), achei tão baixo nível que não volto lá, e olha que nem conheço a tal celebridade que ela atacava. Mas no fim, pelo que percebi, o mais engraçado é isso, o contra censo “gente, se a Mirella usar é sinal que já virou cafona, mesmo sendo original, mas se eeeeeeu Camilinha usar, “corrão” comprar, mesmo que seja de moletom e que eu (obviamente), na vida real não use, porque claro, eu compro as originais… Mas vão lá, comprem a bolsinha sei lá o que de moletom chucra e façam valer o meu jabá, ok?”… Triste ver a quantidade de gente que cai nesse discurso…

    Ufa, desabafo longo, né? Rs, não resisti…

    • 30/07/2010 18:17

      BEM-VINDA AO CAPITALISMO?
      Onde você vivia? em Cuba?
      Não é possível tanta ingenuidade…alguns blogs são o “ganha-pão” das suas autoras (e quem sou eu para condenar alguém por isto?). É um negócio, um comércio.

      • 01/08/2010 7:19

        Raquel, acho que você não leu o que eu escrevi direito (mas claro, posso estar enganada ou não ter sido muito clara na declaração, já que eu entro bem tarde da noite, rs… Já com um pouco de sono…). Não tem ingenuidade aqui não, mas talvez eu até seja um pouco “das antigas”, rs… Do tempo que a gente usava blogs para dizer bobeiras sobre si mesmo e contava como foi o dia, ou tratava de temas aleatórios… Sem querer vender bolsa de moletom, e muito menos cobrar sete paus por espaço em branco, rs! Mas vivendo e aprendendo, né? A gente sempre pode se surpreender…

    • 30/07/2010 21:04

      Lembro que nesse post do sweetest (o da influencia “positiva” dos blogs e se eles contribuíam para a compra) fui a única que não “babei ovo” da Paula e disse que ela ficava em cima do muro! E ela me respondeu: “esculachar uma marca por esculachar não rola no sweetest”. Ah, tá… Impossível uma pessoa gostar de tuuuuudo o que experimenta, né? E outra, se ela não gosta de criticar nada (leia-se, nenhuma marca), vai saber que parceria diabólica pode aceitar (ou já tenha aceitado) para falar bem da marca x ou y? Como muitas disseram aí, GE? sono… Sweetest? mais ainda… It girls? Nunca perdi tempo…
      Blog da Mariah? Blog da revista Caras (leia-se: somente fotos…) Sanduíche de algodão? Prefiro sanduíche de verdade! hahah
      Bjs DeChanel, você é d+! Cansei dessas patriçocas!!

    • 30/07/2010 21:22

      haha, eu amo mesmo esses blogs, camila, ale, vic, e outros não tão populares, assim como leio vogue. e usando os dois exemplos como pesos iguais de uma balança, a vogue, minha revista favorita, às vezes faz uso de palavras que fazem com que tal calça sarruel de 2.000 reais tenha que ter no seu guarda-roupa, se não você está excluído de um certo grupinho de constanzas e glorias e afins. a constanza pascolato é uma pessoa que sabe da moda inteligente, e não só da moda consumo, tipo a mariah bernardes, mas mesmo assim: as vezes ela só parece uma perua que peida e puf! sai uma hermés. moda escrita é assim, gente. às vezes fala coisas legais, às vezes coisas fúteis, às vezes coisas realmente ruins… normal.

    • 31/07/2010 19:17

      Milla!
      Vem conhecer meu blog vem…adorei vc!
      Aqui é só diversão tá?bjus

      • 01/08/2010 7:08

        Flor, fui conhecer seu blog, obrigada pelo convite! Gostei sim, bem leve e descontraído, super diversão mesmo, obrigada mais uma vez!

  71. juliana Link Permanente
    30/07/2010 6:15

    Eu não entendo a pessoa ter coragem de pagar 450 reais por uma bolsa de moleton quando ela pode comprar uma de couro bacaninha por 200. O que me impressiona nisso tudo é como se perdeu o que havia justamente de especial na alta costura, que era o cuidado, o acabamento, a nobreza dos materiais, e isso que dava valor as peças. Você pagaria caro por um bom produto, ou barato por um infeiror. Hoje vejo se pagar mais caro por produtos vagabundíssimos do que por coisa bem feitas. Ou então, na outra ponta, se valoriza o design de lojas que utilizam trabalho escravo e métodos desleais de comércio. Deveria haver um compromisso de quem trabalha com moda em valorizar o bom trabalho e boicotar tanto a cópia quanto a exploração.

  72. 30/07/2010 6:19

    Como isso foi ridículo, o cara tá só trabalhando, enquanto você está sentada com essa bunda gorda ridicularizando o cara!!!Eu jamais compraria uma bolsa que custaria mais de cem reais…pra quê???Pro cara que fez, rir da minha cara???Fazer centenas iguais, com um material que ele paga barato porque compra atacado…e põe um preço absurdo porque tem o nome dele????????E vc paga pau pra ele idiota!!!Como você é besta em ridicularizar a pessoa que tá trabalhando…minha cara, ele está trabalhando…Fiquei mto furiosa!!!

  73. 30/07/2010 6:25

    É por essas e outras que a editora lá da revista italiana tem toda a razão. E o Stallone também.

    • 30/07/2010 16:37

      Pois é, eu acho que ela pecou por generalizar (poxa, muita gente que trabalha com moda no Brasil se esforça para marcar a diferença), mas no fundo dá para entender perfeitamente por que ela generaliza. Copiar no Brasil é prática generalizada, seja nas pequenas confecções de bairro, seja nas Daslus da vida.

  74. 30/07/2010 6:40

    Gente a Camilla Coutinho não tem grana para comprar originais não..pode ter uma, que ela juntou e tal, mas ela é bem mais “gente comum” do que vende.

    Alias, a maioria delas é. Essas blogueiras, em sua maioria, não são herdeiras milionarias. Classe media alta, bem de vida, sim, mas ricaças, herdeiras mesmo, multimilionarias, a maioria delas definitivamente não é não.

  75. 30/07/2010 6:56

    De Chanel, sempre leio o blog, mas nunca comentei antes. Acho o blog sensacional e gostaria de indicá-lo pra todas as pessoas que conheço, não só as que “consomem” moda, mas as pessoas que deveriam se informar, de um modo geral, sobre as marcas que compram e a história dessas marcas – saber que o dinheiro que você paga na sua blusa suporta uma série de crimes que violam o direito do consumidor e se apropriam da criação alheia me fazem repensar na compra. Eu não fecho os olhos pra esses fatos e saber deles guia onde vou gastar meu dinheiro.

    Depois de ler sobre o dono da Zara, procurei no Google sobre esse envolvimento em espionagem industrial e tráfico de cocaína, mas não achei nada. O post sobre ele vai realmente vir? Se não, deixei até meu e-mail aqui pra se houver algum material sobre isso você poder me encaminhar, se possível.

    Obrigada pelos posts reflexivos, embora algumas vezes não concorde com eles. :)

  76. 30/07/2010 9:42

    Concordo com você, apesar de achar essas bolsas bem bonitinhas.
    O que eu acho pior é que elas usam as its bags pra vender as suas e com preços super alto.
    Acho o cúmulo alguém pagar perto dos R$500 em uma bolsa de moleton, mas falta conscientização pra muitas meninas que vêem nesses outros blogs essas bolsas e já ficam desejando (sim, porque tem lista de espera para adquirir a tal das bolsas).
    Essa foi a primeira vez que acessei o seu blog e me deparei com esse post todo reflexivo que nos faz pensar em tantas coisas em relação a moda.
    Adoro moda, só acho que temos que tentar diferenciar esse assunto das futilidades que o cercam.
    Beijos

  77. theblondegyptian Link Permanente
    30/07/2010 9:46

    De Chanel,
    concordo com vc em genero, numero e grau.
    Outro dia uma amiga apareceu com essa tal bolsa. Quase caí de costas. Ostentava a bolsa como se tivesse ostentando um diploma de graduação em medicina na usp.
    Sou estilista, e me vi um tanto quanto frustrada no último emprego que tive no Bom Retiro.
    Voltara de alguns meses de residencia em Londres, fui estudar moda na Saint Martins e tinha mil ideias pipocando na cabeça e louca pra colocar tudo em prática. Ser criador no Brasil é quase enviavel.
    Minha chefe me falava todo dia: Vc precisa entrar no site da TopShop, precisa “copiar” (apesar que me divirto com o termo referenciar, é isso que ensinam nas faculdades de moda do Brasil, sabia? Assim não parece tão pesado carregar o fardo do plágio). Ela reclama que o que eu fazia “não era comercial”, o engraçado é que nada que eu criava encalhava na loja, mas ainda sim, não era igual aquilo que todo mundo tava fazendo. Precisava assistir novela e ver todos os desfiles da SPFW. Frequentar palestras que trazem tendencias que pra mim parecem de 3 anos atras, e precisava gostar de marcas cariocas pq ser “hippiezinha chic” era o futuro. Nunca consegui fazer nada que era pedido. Cheguei a me sentir uma pessima profissional, pq simplesmente não conseguia. Me embrulhava o estômago.
    Falei durante 8 meses pra minha chefe que ela não precisava me pagar o que me pagava pra fazer aquilo. Que ela contratava uma estagiária pra dar um print screen na Givenchy com 1/3 do meu salario. Depois de 8 meses de tortura resolvi que aquilo era pior que assédio moral. Peguei minhas coisas e fui-me embora. Só 6 meses depois eles entenderam aquilo que acontecia embaixo do nariz. Tarde demais, virei de costas e nunca mais voltei. Bom Retiro ou 284 pra mim é exatamente a mesma coisa, a única diferença é a localização.
    Só um parentesis. Acho que trabalhar com moda massificada no Brasil é mil vezes mais dificil que em qq outro lugar da Europa. Enquanto uma tendencia lá dura 5 anos, aqui ela dura o tempo de uma novela, ou seja, exatos 6 meses. E aqui é tudo tão superlativo, é tudo tão over, acho que até pela extensão do país, pela quantidade de gente e de informação, que no final tudo cansa.
    Uma simples cor de batom cansa, um movimento musical cansa, um sapato, uma bolsa. Tudo aqui cansa, pq afinal, caiu na rede é peixe.

    • 30/07/2010 16:52

      Muito interessante o seu comentário. Trabalhar com moda no Brasil não é nada fácil, o que você relatou prova isso. E realmente no Brasil ocorre um movimento homogeneizante que é incrível. Em muitos países, certos objetos são popularizados por/em certos grupos, existe mais estratificação, mais segmentação.

      • theblondegyptian Link Permanente
        30/07/2010 18:22

        é bem por aí… aqui é muito massificado.
        Em 2008 recebi um amigo irlades que é fotogrado de moda em londres, o tempo todo ele lia e ouvia falar dos emos, até que parou pra me pergunta o que significava emo, e respondi, falei sobre o movimento (o que eu ja li sobre ele) ele ficou com uma grande cara de interrogação e me perguntou pq aqui tomara uma dimensão tão grande.
        Os emos existem em Londres como existem em outros lugares do mundo, mas acho que aqui tudo toma essa dimensão talvez pela concentração de gente e informação que não é estudada, é simplesmente reproduzida.
        vide os blogs e sites de moda daqui, todos carregam exatamente as mesmas informações…

      • 31/07/2010 19:23

        Gente não é só moda não….sou farmacêutica e tenho 3 pós graduações, sempre trabalhei com pesquisa e desenvolvimento de novos produtos. Uma vez fui contradada apenas para “copiar” produtos das indústrias multinacionais e pasmem…até das nacionais, não que as nacionais sejam ruins, mas neste caso queriam que eu copiasse as nacionais que já copiavam….
        Podiam pelo menos pedir para copiar as nacionais inovadoras…..que são poucas, pois os donos acabam com as mentes criativas em prol do lucro fácil … “se o cara já vende e tem lucro, vamos copiar pq assim nem dinheiro em análise gastaremos…faremos um similar….”
        Para vcs verem como é frustrante…..
        Brasil…mostra a tua cara, acho que cabe a nós mudar este panorama!

    • 30/07/2010 18:41

      TBM GOSTEI BASTANTE…
      SÓ ACHO QUE AS PESSOAS QUE ACHAM ACEITÁVEL OSTENTAR UM DIPLOMA SÓ PQ É DE MEDICINA DA USP…SÃO AS MESMAS QUE ACHAM QUE PODEM OSTENTAR UMA BOLSA DE MOLETOM PQ É DA POP UP STORE…
      NO BRASIL OS QUE PODEM VÃO ESTUDAR NA EUROPA, VINDO DE BOAS ESCOLAS E O RESULTADO E PASSAR NUMA FACULDADE “RENOMADA”…MESMO TENDO PROFESSORES QUE SIMPLESMENTE SE CANSARAM DE ENSINAR E ESTÃO ALÍ POR CAUSA DO DINHEIRO E DO STATUS…ISSO TÁ EM TODO CANTO…
      O BACANA É NÃO OSTENTAR! A ÚNICA COISA QUE DEVE SER OSTENTADA É A FELICIDADE…ESSA SIM, NÃO TEM DINHEIRO QUE COMPRE!

      • 30/07/2010 19:01

        Mega, dica prá você: caixa alta (na net) = gritos

      • 31/07/2010 19:26

        Mega,
        não tenho nada com isso mas acho q ela não quis dizer isso com o “diploma da USP”, só acho q ela quis comparar como se a amiga mostrasse bolsa como se fosse alguma coisa realmente de muito valor, seja lá de onde fosse este diploma …

  78. 30/07/2010 11:03

    Esses dias eu li num blog que durante a década de 80, brasileiros foram proibidos de entrar em desfiles da Kenzo e o motivo esta aí: o famoso “jeitinho” brasileiro, do qual muitos de orgulham.
    Quero dizer, a sujeita não tem criatividade para criar uma bolsa bonita e original, mas quer encher os bolsos de dinheiro, daí não tem muito dinheiro para investir em material, então pega sua graninha compra uma peça de “moletão” e com ela costura à mão uma cópia da Balenciaga e como ela é muuuuito esperta (NOT) presenteia várias bloguettes (também muuuuuito espertas, NOT) para que estas desfilem por aí com esse “embornal”, depois disso dezenas de garotinhas carentes seguidoras das tais “it bloggers” compram a tal bolsa e claro NÃO arrasam, porque Balenciaga de “moletão” não é Balenciaga, Alexa de “moletão” não é Alexa. Resultado disso tudo: A possibilidade de “quem sabe um dia talvez” a moda brasileira ser respeitada e se tornar gente grande vai pelo ralo. Todo esse cenário criado ou melhor copiado por pessoas formadas em moda. Triste!

    • 30/07/2010 16:56

      Pois é, que isso parta de pessoas formadas em moda é no mínimo questionável.

    • 30/07/2010 18:46

      MAIS UMA VEZ…SABE PQ ISSO ACONTECE? PQ O POVO DAQUI VAI PRA LÁ…NÃO SÓ O PESSOAL “DA MODA”…OS ENGENHEIROS, ADVOGADOS, ADMINISTRADORES…SEMPRE SE JUSTIFICANDO “LÁ TEM OS MELHORES CURSOS” “OS MELHORES PROFESSORES”…ISSO TUDO É CULPA NOSSA!!!
      UM CARA VAI PRA LÁ, FAZ A “MELHOR” FACULDADE E CHEGA AQUI COM A MAIOR BANCA DE PODEROSO…DUVIDO QUE VENHA COM A INTEÇÃO DE MULTIPLICAR SEU CONHECIMENTO…MINISTRAR PALESTRAS SEM GRANDE$$$$ AMBIÇÕES…

    • 30/07/2010 21:21

      Ca, concordo com você em partes. O brasileiro tem sim o tal ‘jeitinho’, não dá pra negar. Mas acho que o problema maior do nosso povo é que brasileiro ‘paga pau’ pra tudo o que é estrangeiro. Nao importa se é uma Birkin de $7.000 ou um creminho da Victoria Secrets que custou $7.99 na promoção, “é melhor porque é internacional.”

      O brasileiro tem muito talento, de verdade. Eu acredito que somos um dos povos mais criativos que existe. Pra notar isso basta viajar e ser bom observador. Sem querer ser mais cliché do que eu já estou sendo, acho que esse problema tem raízes políticas e sociais beeem antigas. Não há necessidade de se copiar quando se tem tanto talento pra criar.

      Mas nós somos tão inferiores, tão subdesenvolvidos, tão terceiro mundo (conforme fomos convencidos pelos ‘grandes’ por anos), que o melhor que fazemos e gostar apenas do que é gringo e imitar o que vem de fora.

      Isso não é um discurso nacionalista ou protecionista, tampouco estou dizendo que devemos abominar o que vem de fora (somos criativos mas não somos bons em tudo, certo?). Até porque, se esse fosse o meu discurso, seria muito incoerente da minha parte estar escrevendo esse comentário diretamente de Dallas, Texas. HA!

      Enfim… tudo isso pradizer que, sinceramente, o Brasil não vai pra frente porque o brasileiro prefere pegar o atalho pra chegar mais rápido no sucesso em vez de trabalhar duro e chegar com seus próprios méritos. Infelizmente, porque potencial a gente tem – e de sobra.

  79. 30/07/2010 13:02

    Aplausos!!! Clap, Clap,Clap! Sem mais!

    Dechanes para presidente do Brasil!

  80. 30/07/2010 13:12

    “Hoje de tarde fui resolver umas coisa no shopping e quando passei na frente da Andarella ,mesmo que rapidinho, não pude deixar de notar essa sandália de borracha na vitrine! Linkei na hora com aquele modelo antiguinho da Marc by Marc Jacobs (acho que nasci pra ser fiscal de pirataria! kkkk) e fotografei pra dividir o achado com voces aqui no GE…

    Olha que cara de pau hein gente! hahaha O cara da criação devia estar tão ocupado com a fazendinha do Facebook, que nem se deu ao trabalho de desenvolver outra bonequinha. Catou logo a pobre Miss Marc e fez a versão brasileira, adicionando apenas batom vermelho e uma flor na regata…bem jogo dos 7 erros mesmo hein?”

    Esse é um trecho de um post do GE..metendo o pau numa inspração de um chinelino…e agora fazem um post alentando uma bolsa de moleton?
    VAMOS MANTER O PARALELISMO!Já diria meu melhor amigo, em outras palavras, vamos ser coerentes,né?

  81. 30/07/2010 13:41

    ARRASOU
    ESTOU SEM PALAVRASSSSSS

    Fico 2 dias away do computador e qdo abro, leio esse texto, meu dia está ganhoooo!

    Acho q todo estoque de óleo de peroba seria pouco pra esse bando de pilantras!

    bjo !!!!

  82. Juliana Toledo Link Permanente
    30/07/2010 14:10

    Bem só tenho uma coisa para dizer para vocês as meninas dos “brogs” por ai nem apareceram aqui para se defender. É ridiculo isso elas não tem vergonha de fazer posts pagos mostrando isso e ainda dizendo que tem fila de espera. Pois bem minha gente essas são as blogueiras que querem ser reconhecidas e sentar na fila A do desfile da” fashionnnnn Week” isto retrata a moda no Brasil. Somos vistos lá fora como copias basta ler algumas entrevistas de editoras de moda por ai. Eu digo e repito blog é para se inspirar mostrar um look do dia seja de quem for é muito legal, vc ver que algumas peças tem varias formas de usar e assim por diante agora vir com essas la-vagens cerebrais e na total cara de pau, me poupeeeee.
    Só quero uma coisa ser amiga da De Channel desde criança, se ela tem implicância eu também tenho e olha que sou de Araçatuba a terra daquela moça que tem um blog famoso e lá todo mundo vive mais o menos daquele jeito, já era para eu até ter me acostumado com patricinha ridícula que faz jabá escroto mas eu implico e bato palmas para a De Channel.
    Parabéns a todas que se indignaram com isso. Grande beijo

  83. Juliana Toledo Link Permanente
    30/07/2010 14:16

    OI sou eu d inovo, só não venham dizer que a gente implica por que não tem dinheiro pra comprar, por que temos tanto eu como De Channel mas compramos coisas que valem apena e que realmente gostamos, muitas vezes a Arezzo tem modelos mais bonitos que a própria bolsa da Alexia que todas compraram e parece carne de vaca. A questão é ter personalidade tipo Anna de La Russo kkkkkkkkkk. Nem é pra tanto mas ter personalidade comprar um produto que você achou lindo amou não que é o hit da temporada.
    Sem mais

  84. 30/07/2010 14:47

    Moletom pra mim é aquele que a gente usa pra esquentar quando tá frio. E porque cargas d´agua tão fazendo bolsa desse material?! E o pior, cobrando caro por essa bolsa.
    Vi que a loja em questão fez um lookbook com blogueiras né e infelizmente tem muita gente já querendo comprar. Lá vende parcelado?! Imagino já várias influenciáveis pagando suas bolsas de moletom (que são feias, caras e não servem pra o proposito do moletom, que é esquentar) em 10 vezes sem juros. huauhahuahuhuaha

    Post maravilhoso viu, parabéns! Admiro sua coragem em falar o que muita gente pensa!!!

    • 30/07/2010 16:15

      A mais pura verdade: Moletom pra mim é aquele que a gente usa pra esquentar quando tá frio.

      Fora o preço que PELO AMOR DE DEUS, irreal para uma bolsa de MOLETOM. É moletom, ninguém está falando em linho egípcio ou seda. É um raio de um moletom e só!

  85. 30/07/2010 16:13

    Uma bolsa de moletom para mim não faz sentido! Isso encarde, fica feio e fica muito nojento com o tempo. E depois você lava e não fica a mesma coisa. Fora que o preço não é compátivel, tenho certeza que custam mais de R$100,00 e eu não pagaria esse preço por uma bolsa COPIADA de moletom.

    Eu tenho algumas bolsas de crochê, feitas por minha mãe, como essa aqui, por exemplo:
    http://3.bp.blogspot.com/_EvJ5ymo55OA/SjUYuwIc93I/AAAAAAAAAEA/hH2U5QMSSe0/s1600-h/variado+003.jpg

    Apesar de minha mãe ter pego um gráfico de crochê criado por outra pessoa e ter desenvolvido a bolsa, ela deu um toque pessoal, colocou essas argolas de madeira e modificou um pouco o modelo. É criatividade. Ah, essa bolsa foi inspirada um pouco no modelo de Gerard Darel, que a Angelina Jolie usou bastante um tempo atrás.

    A diferença é: minha mãe claramente se inspirou. Ela mudou a cor, o acabamento, colocou um toque pessoal. Com isso, quero dizer que sou a favor de INSPIRAÇÕES, que são totalmente diferente de cópias. Além disso, mamãe não vai ganhar rios de dinheiro e nem tem pretensão em ser fashion ou me transformar numa it girl.

    E tem outra: inspirações não usam o artifício da diversão: “é uma Balenciaguinha”. Como Dechanel disse lindamente, olhos treinados veem a inspiração. Por exemplo, quando você lê um livro e nota as influências daquele autor. Ele se inspirou, mas não copiou a obra!

    Cópia é fazer igual, não tem jeito! Não dá para amenizar. Falsificação é um tipo de cópia. A falsificação pelo menos dura mais do que essas bolsas de moletom, que em poucos meses ficarão encardidinhas e Camila Coutinho e Helô Gomes terão que esfregar loucamente as respecitvas bolsas nos respectivos tanques.

    • 30/07/2010 18:09

      Então, mas aí é que está a “pegadinha”, em poucos meses – beeeem poucos – essas bolsas já terão atingido o “auge” e já serão consideradas passado, assim como aconteceu com a “chanéuzinha” de correntes, daí que as gatinhas nem vão precisar se dar ao trabalho de lavar as “it” bolsas-presente-pagamento, elas só precisam jogar fora e correr para ganhar a próxima “it”, entendeu? Quem se ferra é quem tirou quase R$500,00 do bolso (e gente, dá p/ fazer taaaanta coisa com esse dinheiro…) para comprar uma bolsa que não vai durar seis meses…

      • 30/07/2010 20:41

        É verdade, Milla. Vc tocou num ponto interessante. Quando vou em lojas tipo C&A noto que a peça que está a venda não foi feita para durar. O tecido é fraquinho. É só levar para casa, você usa e lava algumas vezes e a peça já não tem mais o mesmo caimento. Praticamente se desfaz. Uma pessoa que odeia comprar roupas, como eu, fica com muita raiva da roupa ser quase descartável!

  86. 30/07/2010 16:35

    bravo garota! acho que o post tem muito sentido! talvez deveria ser um pquito menos agressivo! sou sua fã! Mas acho que teria que ser mais leve!
    Beijos

  87. 30/07/2010 17:24

    Não concordo com a editora da Vogue italiana (mencionada aí em cima)!! Porque tem muita gente trabalhando duro para fazer uma moda tipicamente brasileira, que inclusive vem sendo tema de ‘inspiração’ para marcas internacionais como nossa moda praia e nos anos 9o as famigeradas calças jeans de cintura super baixa.

    Até porque, (só para colocar mais lenha) a máfia de Gomorra já foi denunciada com o uso de mão-de-obra semi-escrava na produção de artigos de luxo. O que não é muito incomum entre as empresas de luxo, que produzem na Ásia pagando muito menos de 1 dólar por dia para seus trabalhadores!!
    Isso me faz pensar toda vez que vejo nos sites internacionais: produto importado…

    Mas enfim… Só para encerrar um comentário: essa tal lista de espera da qual TODAS as blogeiras comentam é uma falácia, para fazer as suas leitoras (ainda mais bobas) correrem para garantir a sua!!

    Enfim… DeChanel, seu post toca em inúmeros pontos importantes. Ótima discussão!
    Beijo!

    • 30/07/2010 23:18

      Tanize, voce se refere ao filme “Gomorra”? Eu assisti! Super interessante!

      • 02/08/2010 18:27

        Esse mesmo! Também achei muito interessante.
        Até porque, se pararmos para pensar, coloca o consumidor como co-responsável pelo que sustenta, seja a violenta máfia italiana ou a miséria chinesa…

  88. Ana Carla Link Permanente
    30/07/2010 18:01

    Não sabia. Tive que procurar um pouco por esse blogs até achar essa tal bolsa. Vocês viram que pediram para fazer da Lady Dior também? NÃAAAAAAAAAAAAAO, por favor!

  89. 30/07/2010 18:10

    Incrível! Assim que eu soube do lançamento das ‘cópias da cópia’ eu já comecei a esperar por um post seu desabafando a respeito! haha

    O ser humano é engraçado. Sempre arruma uma desculpa para justificar seus atos. É por isso que hoje se vê as it amyghas babando por um moletonzão, mas condenando os chineses pelas suas cópias.

    Se fosse a lojinha pebinha da esquina que tivesse lançado, duvido que iria ter tanta publicidade em torno dessas bolsas. Duvido, sequer, que elas entrariam pela estreita porta do mundo da blogosfera.

  90. Giuliana Link Permanente
    30/07/2010 18:16

    De Chanel,

    Antes de tudo, esses é meu primeiro comentário (conheci o blog esses dias) queria te parabenizar pelo blog. Você escreve muito bem e tem qualidades que estão ficando cada dia mais raras, tanto na mídia quanto na vida mesmo: bom humor, inteligência e coragem de “falar umas verdades” sobre o mainstream da blogsfera de moda. Nem sempre concordo com você e as vezes acho as suas críticas um tiquinho apaixonadas de mais, mas também acho que se todo mundo concordasse sobre tudo, o mundo seria muito chato e ainda mais burro – é claro que isso é apenas a minha modesta opinião e não alguma verdade universal e absoluta, feel free to disagree =)

    Concordo plenamente com as críticas que vc faz ao empresariado brasileiro, inclusive acho que a mediocridade desses caras é um dos motivos (junto com políticos corruptos, educação de péssima qualidade, etc) pelos quais o Brasil-sil-sil não sai da mer…., digo, do lugar.

    Mas olhando por um ponto de vista mais pragmático, essa tal de Pop Up Store está apenas suprindo uma demanda ao lançar essas bolsas, ou vc acha que todas aquelas meninas que desfilam pela Oscar Freire tem $$ pra comprar um Alexa original??? A mesma coisa fazem a Renner, a C&A, a Zara e os camelôs da 25 de março… A única diferença que eu apontaria é que, ao contrário dos camelôs, imagino que essa loja pague impostos e tal…

    Seguindo nessa linha de raciocínio, a gente pode pensar: A bolsa é cara demais e não custa o valor que é cobrado? Com Certeza! A dona da loja está tentando faturar em cima das “it girls” (argh!) menos abastadas que adoram uma modinha? É obvio que sim! Mas temos que lembrar que no capitalismo, o fornecedor cobra o quanto quiser, paga o consumidor que puder/quiser. Se existe gente burra o suficiente a ponto de pagar quase 500 reais em uma bolsa de moleton, a culpa não é da loja e nem da sua dona… o burraco é mais embaixo!

    Se isso é ético ou não, vai do julgamento de cada uma, até porque essa Pop Up Store se diz uma fast-fashion, ou seja, em momento algum o projeto da marca foi ser original.

    Pra mim, quem escorregou na banana (como vc diz) e se queimou foram as blogueiras que anunciam essas bolsas como uma coisa exclusiva, como um item de primeira necessidade, falando que já tem até fila de espera, o que eu duvido. Com certeza elas não usam esse produto e no fundo devem achá-lo tão tosco quanto os produtos fake que elas vivem gongando nos seus blogs, mas como a dona da loja é da panelinha, ninguém fala nada…

    Em tempo, nunca comprei nada na tal loja e nem estou a defendendo, é apenas a minha opinião sobre o assunto. Além disso, acho que até compraria a tal bolsa se ela custasse uns R$ 50… Não pq é a “it bag” da estação, mas simplesmente pq eu gosto de bolsas modelo carteiro… simples assim…

    Desculpa pelo comentário gigante =)

    • 30/07/2010 18:24

      “Com certeza elas não usam esse produto e no fundo devem achá-lo tão tosco quanto os produtos fake que elas vivem gongando nos seus blogs, mas como a dona da loja é da panelinha, ninguém fala nada…”

      Disse tudo, cara Giuliana.

    • 30/07/2010 18:30

      Já conheço a Pop Up Store, e achei tudo uma porcaria. Não é implicância não! As roupas não tem tecido / corte / acabamento que justifiquem o seu preço. Roupa quase do mesmo nível de C&A, Renner e cia, que são muito mais baratas. Prefiro a Zara.

      • Deborah Morais Link Permanente
        01/09/2010 21:24

        Concordo Giuliana, essas blogueiras só fizeram propaganda pq a dona da loja eh da panelinha das IT GUÉULSSS, uma ridicula por sinal… JAMAIS compraria essa de moletom!!! Pelo preço dela(500 ne?)poderia comprar uma bolsa sem marca, feita a mão da feira de BH que eu adoro! Não tem marca, não tem o símbolo da chanel, fendi,dior… mas é de couro e não é imitação de nenhuma birkin, ou LV. Claro que lá tem bolsas de couro “ecológico” tbm, mas estas custam na faixa de 50 reais. As de couro verdadeiro não custam menos que 250. Todos os produtos expostos DEVEM ser feitos pelos próprios comerciantes, já vi vendedor ser preso lá por trazer produtos da china. Não tem essa de “essa é uma birkin de moletom, essa é uma cópia da original mas em couro ecológico”. Agora, pior que a dona da loja que teve essa ideia baphonica maravilhosa, só as pessoas que compram… que nem foi falado no post, quero ver daqui 20 anos aonde estarão se continuarem com essas “inspirações” como elas gostam de chamar.

  91. 30/07/2010 18:31

    Gostei. Boa reflexão, mas que você tem algum ressentimento com ‘eles’ (empresários e especialmente ‘as amigas’) você tem! Afinal, temos lojas de departamento brasileiras que fazem bem pior (principalmente na qualidade).
    Só uma ressalva cópia não é falsificação.
    De qualquer forma, cuida do coração, abrace mais. Rancor faz um mal… (comentário sem maldade, juro!)
    Gosto do blog e admiro suas reflexões.

    • Anônimo Link Permanente
      30/07/2010 18:42

      sem maldade, querida? imagina se fosse com maldade. meda!

      eu tenho uma teoria: vcs mulheres que mandam as outras beijarem são as que menos beijam. vcs estão tão na seca que acabam idealizando tanto a necessidade de um macho pra ser feliz. vcs são ressentidas, mal amadas e querem que as outras pessoas se sintam assim. em outras palavras vai bejar vc, naaajaaaaaaaaaa!!!!!

      ou então compra uma bolsa de moletom pra ser feliz. RÁ!

      • 30/07/2010 20:44

        nossa, muito elegante. meus parabéns.

      • Regina Valadares Link Permanente
        30/07/2010 23:47

        HAHAHAHAHAHAHAHAHA

        (euri)

      • 31/07/2010 19:31

        Sinceramente….
        Não entendi nada do q vc escreveu….
        Mas percebi q vc é bem elegante e “phyna”

    • 30/07/2010 20:58

      concordo. criticar é normal, mas o tempo todo é porque tem algum caroço no fubá.

  92. Anônimo Link Permanente
    30/07/2010 18:45

    eu queria ver as 27846 meninas (bobinhas) que estão pagando o maior pau pra essas bolsas ridículas lá no blog da Camila virem aqui.

    seria divertido, né fia? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  93. JC POPSTAR Link Permanente
    30/07/2010 18:57

    DE CHANEL, VC PRECISA DE LUZ PRA SER FELIZ. VENHA PRA LUZ, VIRE UMA OVELHINHA, SIGA O REBANHO, NAO SEJA RANCOROSA, COMPRE O SEU CLE DE PEAU, VISTA UM CLOG, COMECE A ESCREVER ERRADO, MARQUE ENCONTRINHOS, VIVA PARA PAGAR AS PRESTAÇOES DO CARTAO, VIRE UMA RETARDADA E DEPOIS VA RECLAMAR DA VIDA NO TWITTER E GANHAR UNFOLLOW.

  94. 30/07/2010 19:13

    Mais, muito mais do que querida Dechanel,

    Desde que descobri este blog, ando revendo inumeros conceitos
    pessoais e sociais.
    Sou estilista, tenho 22 anos e já fui influencia por tantas coisas
    (e ainda sou), mas mesmo assim tento sempre medir o que me influencia
    a seguir determinado movimento, modismo, etc.. do que me cega e me “obriga” a ter, seguir e mais do que isso ser, algo.
    Confesso: achei legal a primeira vista um Birkin de moletom!
    Entretanto, li o seu post sobre ela, e me deparei com um dúvida,
    até que ponto essa bolsa é LEGAL (em ambos os sentidos) mesmo?
    Depois de muito pensar, percebi que ela é Ilegal, e mais do isso é
    uma afronte aos conceitos, e a minha inteligencia, sou formada em moda, e me auto indignei quando percebi que estava colocando abaixo
    tudo o que aprendi na faculdade sobre NÃO COPIAR, ao achar aquilo previamente “legal”.
    A febre dessas cópias de moletom, couro, plástico e qualquer que seja
    o material, é absurda, mas fundamentada.
    Creio que o alicerce de tudo está por vivermos em um país com potencial para lançar tendencias, mas sem força para vencer o medo da rejeição por não usarmos aquilo que é de fora, que é imposto por it-girls, it-brands e it qualquer porcaria.
    Me pergunto, se essas “bolsas” de moletom, estivem sendo vendidas no
    camelô ao lado das chinesas fariam o mesmo sucesso que fazem ao serem vendidas pela 284 (cuja logo da marca é um ray-ban, oi cópia?) e pela pop-up store?
    RESPOSTA: NÃO, NÃO FARIAM!!!!!
    POR QUE?
    Porque dane-se o moletom, dane-se se é chanel, hérmes, lv, dior, dane-se se são cópias, o importante é que são caras, são “in” e representam tanto status como uma autentica chanel, marc jacobs e afins.
    Afinal, é preciso TER para SER.

    Obrigada Dechanel por me fazer pensar cada vez mais.
    Um suuuuuper beijo.

  95. 30/07/2010 19:46

    De Chanel, pensando nessa questão das blogueiras de moda que eu conheci melhor através do seu blog diga-se de passagem, e sobre o poder de propaganda e de influência que elas têm na internet, lembrei de uma coisa que acontecia “na minha época” (a velha) em relação a consumo, moda, celebridades, maquiagem…

    Nada disso era bem visto nos meios que eu frequentava. Sempre fui uma garota de classe média, média alta, estudei em bons colégios do Rio e os meus amigos poderiam passar a imagem de patys/mauros, simplesmente porque eram pessoas com boas condições financeiras e tal, pessoas que usavam roupa boa, de marquinha e tal. Enfim, antes que eu perca o fio. Por mais que a gente “andasse arrumadinho”, comprar roupa nunca foi uma prioridade nossa. Nunca foi a razão da nossa vida. Era só alguém demonstrar que estava se importando demais com roupa e aparência para começar a ser criticado ou até zoado abertamente pelos demais, sabe? Lembro de uma amiga que entrou numa de fazer moda na época do vestibular e todo mundo achou super nonsense. Ela acabou fazendo publicidade.

    Maquiagem? Putz, poucas garotas usavam maquiagem e quando usavam era beeeem pouquinho, o que todo mundo usava era gloss, no máximo um batom rosinha e olhe lá. Na faculdade era um pouquinho diferente mas de forma geral o pessoal só fazia “maquiagem completa” para sair à noite.

    Fofoca? Interesse em vida de celebridades (nojo eterno dessa palavra)? Sempre foi visto como coisa de gentinha ou gentalha como dizemos com certo tom preconceituoso aqui. Às vezes rolava de alguém ter um pôster do Brad Pitt (ou sei lá) no quarto mas era só isso, nunca existiu um interesse profundo na vida dessas pessoas. Caras era aquela revista que vc lia na sala de espera do médico e só.

    Antes era legal ser diferente, ter um toque de originalidade, claro que algumas pessoas eram mais fúteis que outras, mas dando uma geral, vendo amplamente, não existia esse culto a consumo, roupa, maquiagem, famosinhos.

    Então eu fiquei pensando… Imagina se alguma garota do meu colégio [ou inclusive da faculdade - e olha que o pessoal de RI nem tem aquele perfil bicho grilo, é gente "normal"] tivesse um blog de moda? No mínimo ia ser muito zoada.

    Como vc acha que esses blogs de moda conseguiram essa popularidade tão grande, cara de Chanel? E como a juventude mudou tão rápido? Eu não sou tão velha assim não, tá? Sério, deve ter alguma explicação mais profunda que eu não tô conseguindo ver. Não é possível.

    É legal gostar de moda agora? É bem visto pelos amigos ser uma fanática por roupas, uma maníaca das maquiagens, um viciado em sites como Ego e afins? É cool publicar pro mundo inteiro ver quais são os seus desejos materiais? Ou inclusive o que vc comprou essa tarde no shopping?

    No meu mundo, na minha cabeça, isso é coisa de “gente pequena”, “gente vazia”. Mas eu tô tentando entender o fenômeno.

    O que aconteceu? Tô há dez anos tentando entender a sociedade internacional que eu acabei perdendo o que tá passando aqui no quintal da minha casa.

    Alguma explicação além de “influência da malhação” como o carioca médio adora dizer de boca cheia?

    Desculpa o comentário gigante. Exagerei e acho que nem sei se era o tópico mais indicado pra falar sobre isso, foi mal.

    • 30/07/2010 20:39

      Interessante o seu comentário, Dani. Eu tenho essa sensação de estranheza também, ao comparar “minha época” de escola e faculdade (que acabou há menos de 10 anos) com as meninas que vejo nos blogs, imaginando que o comportamente delas seja reflexo do que hoje é o comportamento nas escolas e faculdades.

      “É bem visto pelos amigos ser uma fanática por roupas, uma maníaca das maquiagens, um viciado em sites como Ego e afins? É cool publicar pro mundo inteiro ver quais são os seus desejos materiais? Ou inclusive o que vc comprou essa tarde no shopping?” Concordo!

    • 30/07/2010 23:50

      Dani, interessante seu comentário! Meu caso é parecido com o seu. Na minha época, ainda mais sendo do Rio, eu não via meninas se maquiando e preocupada com maquiagens como essas meninas desses blogs. Era lápis de olho, talvez uma sombra e batom ou gloss. Equatore, Cantão, Ellus e Forum eram sinônimo de roupas de marca. Bolsas da Arezzo e Andarella eram sinônimo de bolsas de qualidade. O Boticário era sinônimo de perfumes e make up (ainda que copiando a fragância alheia…). Quando se falava em produtos importados, Nike, Adidas, Gap e Polo Ralph Lauren era o que ditava. Ainda assim essas marcas são bem acessíveis quando se compra no exterior, diferente da nova onda Balenciaga, Chanel, YSL.
      Na minha época o povo se contentava com bem menos, e era interessado em outros assuntos. Eu nunca conversava sobre moda ou beleza com amigas, aliás, nunca foi do meu interesse.

      Eu também não sei o que está acontecendo com esses jovens, e aliás, só fiquei sabendo que estava esse horror quando chequei os blogs de moda. Claro que essas meninas que lêem blogs de moda são só uma amostra, uma parcela da população jovem,mas que dá medo, dá. Afinal, palavra de boca se espalha, e de qualquer forma, as poucas que lêem esses blogs já estão brainwashed o suficiente. O que é triste é que se você parar pra ler os comentários, você consegue claramente identificar qual seria a faixa etária dessas meninas. Em sua maioria pré-adolescente e adolescente, nos seus 15 anos.
      Muitos aqui falam em discernir entre o que é falácia e o que presta, mas quem disse que essas meninas podem simplesmente descartar um produto que está sendo empurrado como status de it girl? Como discernir o que presta e o que não presta, quando tem toda essa coação e comoção para adquirir um produto? Não estou dizendo que elas são burras ou leigas, longe de mim, mas elas estão mais suscetíveis a toda a propaganda por estarem numa fase de transformação, onde aceitação é um dos pricipais motivos para adquirir um produto.

    • 31/07/2010 0:53

      Não exagerou não ,Dani.falou tudo e bonito!!!

    • 31/07/2010 1:05

      Palmas para o seu comentário, Dani. Blogueiros inteligentes atraem leitores inteligentes, blogueiros retardados e analfas atraem leitores retardados e analfas. É matemático. Também sou do Rio e devo ter mais ou menos a sua idade, assino embaixo de tudo que vc escreveu.

      • 31/07/2010 21:05

        Oi, gente.

        Então. Fiquei pensando na questão de “ser uma viciada em roupas”, ou “ser uma viciada em maquiagens”. Bom, quando eu estava na escola não usava maquiagem, mas lembro que adorava saber toda vez que uma amiga ganhava/comprava uma calça nova, por exemplo. Lembro quando aprendi a usar rimel (até hoje adoro rímel), e outras pequenas coisas. E acho complicado a gente cair nesse discurso de que “a juventude de hoje está perdida, só quer saber de ostentar”. É a mesma coisa que dizer que “no Brasil não existe moda, só cópia”. Generalizar é muito perigoso. O tempo passa e as gerações mudam porque as ideias mudam, as pessoas são outras. Nem melhores, nem piores, só diferentes.

  96. 30/07/2010 19:56

    Ai, de Chanel, tem uma coisa que eu sempre pensei em te dizer caso viesse a comentar aqui no blog e acabei esquecendo. Parabéns pelo seu português, vocabulário sofisticado e pontuação impecável, admiro muito quem valoriza a nossa língua, especialmente aqui na internet onde todo mundo acha normal escrever errado. Parabéns! E não entenda isso como puxação de saco, é admiração e reconhecimento, mesmo.

  97. Anonimo Link Permanente
    30/07/2010 20:18

    Olha, não gosto de falsificação, mas se não se tem dinheiro pra comprar uma peça original, não vejo problemas em comprar uma inspiração/imitação, desde que tenha preço justo e material de qualidade.
    A bolsa de moletom, além de ser feita com um material inferior que o couro fake da renner, é bem mais cara. Assim sendo, se não tem dinheiro pra comprar a hermès, que compre a da renner, pois a qualidade do material garantirá uma durabilidade maior.
    Citaram nos comentários as cópias da Schutz e Alexandre Birman, mas a Arezzo faz parte desse grupo. Porém, acho que ela tem uma vantagem: das três, é a marca mais barata. Portanto, vale a pena comprar um sapato da Arezzo, ao invés de um Schutz/Alexandre Birman, já que todos são iguais e tem a mesma qualidade, basta repar nas coleções. Alguns modelos só mudam a cor, uns pequenos detalhes e claro, o preço.
    Pra finalizar, quero dizer que esse blog é ótimo!
    Precisamos de mais blogs assim.

    • 30/07/2010 20:43

      É o que eu acho. Se é pra se “inspirar” que seja barato. na shoestock tá cheio de cópias inspiradas, mas veja o preço que custam…

    • 30/07/2010 20:46

      Eu adoro sapatos, ver sapatos, mas não costumo comprar muitos não. Ando vendo cada sapato estranho (minha opinião) por aí: gladiador, ankle boot e agora as tais clogs (que pra mim é o eterno tamancão).

      As fashionistas compram esses trens, passa a TENDÊNCIA e depois eles certamente ficam encostados no closet.

      Com esse comentário Anônimo, sabe do tb que lembrei? Ja vi varias marcas nacionais com sapatos cujas solas são vermelhas. NOSSA, QUE CRIATIVOS.

      • Anonimo Link Permanente
        30/07/2010 21:36

        Ankle boot e clog não rolam mesmo.
        O pior é que já vi em um blog, a garota afirmando que a sapatilha, que tinha comprado na Shoestok, era original. E dava pra ver as “sutis” diferenças entre ela e a original.
        Gente, se for comprar cópia/inspiração, repito: que tenha qualidade e preço justo, senão é melhor ir guardando dinheiro pra comprar orignal. Vale até guardar dinheiro pra esperar as liquidações. Se você ficar com vergonha de parecer “pobre” porque guardou dinheiro e comprou na liquidação, não conte pra ninguém. Mas é melhor fazer isso do que pagar caro em falsificações mal feitas. E sem falar que comprando à vista, você ainda consegue desconto.
        Guardar dinheiro não é coisa de pobre, nem de gente pão dura. É coisa de quem se preocupa com o dia de amanhã. Pois hoje se tem, mas amanhã pode-se não ter mais.

  98. 30/07/2010 20:21

    uma pergunta. agora quem compra um bandage tá sendo contra a lei porque tá copiando o herve leger?

  99. 30/07/2010 20:44

    testando o wordpress

  100. 30/07/2010 20:55

    De Chanel abrindo os olhos do povo!! Sou fã pelo universo!
    Tudo que todo mundo tem medo de dizer você fala! AHahahha AMO.

    É isso mesmo! Aí que tudo é muito fácil para quem fez isso.
    O dinheiro veio fácil, criar uma marca veio fácil, papai bancando e porque não pegar um ícone de desejo pronto e fácil e transformá-lo fácil em ícone de desejo pronto e fácil pouco mais acessível do que o original?

    Caaaalaaaaaro que o povo fica em polvorosa!
    Uau terei uma Birkin! Uau terei uma Balenciaga!

    Mas devo falar, filha não.
    Isso não é uma balenciaga, nem uma birkin.
    Isso é uma cópia de moletom, baixando milhões de vezes o custo que seria se fosse de um outro material que durasse mais tempo.
    Mas não moletom.

    Tenho uma política de vida bem simples.
    Não compro naaaaada falsificado, copiado.

    Se não posso comprar o original, não compro. Simples assim!

    Ah mas “ninguém vai saber”. Ah sim, EU VOU SABER e isso é o que mata!

  101. Larismatilde Link Permanente
    30/07/2010 21:04

    Viche… o post rendeu assunto…
    Acabei de postar para você no Twitter… acho que você me convenceu que não há nada nobre em fazer isso… Para mim o fato de ser de moletom classificava a cópia como brincadeira… mas cópia e brincadeira são paradoxais… então esse argumento é fraco…

    Acho que esse espaço está se tornando muito muito importante… Só tenho a agradecer pelo seus pontos de vista e permitir essa troca de idéias nos comentários! :-)

  102. 30/07/2010 21:08

    O que mais gosto no seu blog é da sua capacidade de polemizar e sempre despertar algum tipo de sentimento em quem lê! Tem a manha! rs

  103. 30/07/2010 21:08

    Eu não admiraria uma pessoa que consome esse tipo de produto. Mas não sei se EU posso criticá-la. Pois da mesa forma que existem inúmeros argumentos contrários à compra daquele, existem tanto outros (Bastante plausíveis) opostos ao consumos dos “produtos de luxo”. Quando EU compro um produto original e mais caro, tenho ciência de que não estou comprando somente a qualidade, (Supondo que há essa relação preço/qualidade).
    Da mesma forma que há um processo árduo de concepção de uma coleção, existe um trabalho de criação de uma identidade para a(o) marca/produto.
    E, assim como ocorre de você se identificar ou não com uma pessoa, às vezes, a gente se identifica com a “personalidade” da marca, com os “valores”, (Exemplo: Tradição, Discrição, Ostentação, Minimalismo, Fashion etc).
    Em resumo, não sei se o que move a comprar um produto original, é “melhor” do que o que move alguém a comprar o produto em questão. Não sei se minhas escolhas são sábias.
    Mas quanto à decisão de produzir cópias, não tenho dúvidas de que me enoja. E você e todas as outras leitoras já criticaram magistralmente, portanto, vou me ater apenas a ratificar.
    Quanto à questão da Zara, não tenho opinião formada. Não sou consumidora voraz, mas
    gosto de alguns produtos. Ao contrário de muitos, acho até que algumas peças têm qualidade. Mas não foi legal o uso indevido da imagem de famosas blogueiras em camisetas. Essa questão não está no âmbito da criação/inspiração/cópia, aqui discutido, mas a imoralidade e a ilegalidade são similares. Houve só uma mudança de disciplina de direito, (comercial para civil), mas o desrespeito a este é patente.

  104. 30/07/2010 21:13

    Ah, esqueci de lhe parabenizar pelo blog. Não concordo com todos os seus posicionamentos, mas todas as sua argumentações são de qualidade. E os comentários são sempre imperdíveis.

    • 30/07/2010 21:27

      Céline
      Concordo com você e, digo mais, as grifes de alto luxo têm um público alvo definido. O fato de alguém não se encaixar neste público alvo, seja por motivos financeiros, ideológicos ou quaisquer outros, não lhe dá o direito de desmerecer todo o trabalho envolvido na construção de uma marca.
      Na Zara é preciso saber garimpar, aí sim faz-se boas compras.

  105. 30/07/2010 21:14

    É impressionante o preconceito e falta de conhecimento em outras areas que fogem da moda, como antropologia e economia nacionais, por exemplo.

    Minha querida, concordo que são horriveis as cópias, mas quem realmente aprecia moda, não as usa. Quem aprecia moda, tem a inspiração mencionada.

  106. 30/07/2010 21:21

    Nossa, chorei.

    E pra mim cópia de forma geral é falsificação, e ponto! Você vai ali, pega um modelo consagrado, copia o trabalho de hooooras de outros profissionais e lucra muito em cima disso. Sejamos imparciais… sejam essas bolsas de moletom, as da Shoestock ou da Arezzo… tudo mereceria processo.

    Agora, cada um com seu critério para divulgar e aplaudir um produto apenas pela remuneração. É questão de princípios e isso cada um escolhe os seus. Se a pessoa gosta de trabalhar segundo a linha “se pagar bem, que mal também”, sei lá né.

  107. 30/07/2010 21:28

    De Chanel, eu te amo!
    Quero ser que nem você quando crescer!

  108. 30/07/2010 21:38

    Olha, tô formando a minha opinião no assunto, sério, não tinha parado para pensar nessa questão. Então, DeChanel, agradeço por trazê-la à tona, ainda mais com um texto tão bem escrito (apesar de raivoso).

    E sobre a publicidade nos blogs – questão já alardeada por aqui e em tantos outros blogs – cada vez que uma marca me procura, fico com um medinho. É uma lisonja, mas é também um receio. Como equilibrar?

    Abração, querida.

  109. 30/07/2010 21:40

    mexeu com balenciaga mexeu comigo!

  110. Kary Cunha Link Permanente
    30/07/2010 21:43

    Esse texto me fez ver de um modo diferente as bolsas de moletom, eu achava elas inofensivas, mas agora percebi a real.

  111. 30/07/2010 21:47

    Deixando parte filosófica de lado vou escrever meu comportamento como consumidora: não pagaria tanto para uma bolsa de moletom que copia (pq como consumidora eu vejo como cópia “barata”) um modelo de grife. Se eu quiser/puder compro a de grife original, se não, prefiro uma bolsa de qualidade, beleza e bom acabemento de uma marca nacional (ou não tão famosa) à uma bolsa de modinha e gosto duvidoso.
    Essa é a minha cabeça. Esse é o meu estilo. Mas não estou preocupada em parecer in ou it.

  112. anneraysa Link Permanente
    30/07/2010 21:47

    Eu tava aqui pensando sobre essa polêmica das bolsas de moleton inspired…
    Existem dois lados: o de você reproduzir uma bolsa carissima usando material de menor qualidade pra poder vender mais barato pra pessoas que não podem comprar uma original. Ou seja, se você pensar assim, vai entender que os chineses fazem a mesma coisa: usam material mais barato pra poder vender por um preço mais acessível pras massas, certo??
    Enquanto uma LV Speedy custa mais de R$3 mil, no camelô você vai comprar por R$15,00 no máximo. Mas no caso dos chineses, eles fazem de má fé. Para “enganar” as pessoas também, pois além de reproduzir o modelo, ainda utilizam as logo das grifes das originais. Enquanto uma outra marca, produz uma bolsa, no mesmo modelo, com material mais barato, mas avisa o consumidor “hey, essa bolsa é de moletom, mas a Balenciaga é dona da original, ok? então, essa aqui não é uma Balenciaga, viu?”
    Ou seja, por mais que essa marca lucre por fazer uma reprodução de uma bolsa original, ela não tem intenção de enganar. E acho que aí é que está a principal diferença entre as cópias clandestinas, que a gente vê pelos camelôs afora. Custe no mínimo 10 vezes mais, porque ainda é uma cópia e ainda é de um material muito barato, das que a PopUp e a 284 fizeram, entende? Por outro lado, eu acho absurdo você pagar R$300 numa bolsa de moletom, mesmo que a original …
    Não porque é feito de moleton, mas porque todo o processo criativo que a Balenciaga teve que passar, a PopUp simplesmente não teve…

    • 30/07/2010 22:41

      Gente, mas o chinês não está enganando quem compra , não. Quem compra falsificado sabe que está comprando falsificado. Não há ilusão.
      Quem se ilude é quem vê outra pessoa com a bolsa falsificada e acha que é verdadeira.
      Então, quem engana é quem usa!

      • 31/07/2010 21:14

        É aí q você se engana, Paula.

        Acredite se quiser, outro dia minha empregada chegou toda feliz dizendo que tinha comprado duas blusas da Osklen baratinhas na feirinha lá do meu bairro. Juro.

        Então, acho que tem gente que acha que é original sim, numa escala diferente, mas que tem, tem.

  113. 30/07/2010 23:21

    De Channel, sou uma garota pobre que rala para ganhar um troco e pagar a minha sacrificada faculdade de nutrição, duas bolsinhas dessas pagariam a mensalidade; mesmo assim as vezes eu era perversamente influenciada por estes it blogs e me pegava sonhando em um dia possuir o que as tais “it girls” possuem. Hoje, graças ao meu desenvolvimento pessoal, ao seu blog e ao pouco conteúdo de qualidade que encontro na net, noto que as IT não possuem nada nem sequer estilo próprio que é um traço básico na personalidade humana. Hoje o que vejo nestes blogs são uma série de garotas realmente estúpidas lutando para ser iguais umas as outras e não um exemplo de estilo como elas tentam fazer parecer. Reparem que o look de uma é o arroz com feijão da outra e assim vai!!! Me entristece de verdade… penso no amanhã, penso que essa gente forma opiniões de alguma forma, penso que o escandalo não está apenas nas falsificações, mas nos valores falsos que essa gente tem… O que esperar da amanhã??? Essa discussão é bem mais séria e muito mais cara do que o dinheiro pode pagar pois fala da qualidade de ser humano que vemos hoje em dia! Pois alguém que “precisa desta bolsa para viver” é no mínimo sem noção!!!

    Adoro seu blog, adoro seus posts ácidos, eles me fazem crer que as coisas por aqui ainda tem solução!!! Grande abraço!!!

  114. 30/07/2010 23:36

    DeChanel, quando vi a Birkin de moletom numa entrevista com uma das herdeiras daquela lojinha infame de SP- sabe? AQUELA… -, achei de um mal gosto irreprimível. MAS, como não poderia ser diferente, foi sucesso entre as wannabes… a cópia da cópia dá uma nova dimensão ao péssimo comportamento de marcas nacionais que querem ser sinônimo de luxo e de poder aquisitivo. Enoja-me, também, o comportamento de certas blogueiras, cujos nomes sequer merecem ser citados- por patrocínio, convites para as SPFW da vida e jabás variados, elas tentam fazer com que produtos podres como essas cópias horrorosas se tornem cool e objetos de desejo. Vale lembrar que muits são obedecidas cegamente por inúmeras debilóides. Quando vi a tal “notícia” no blog de uma dessas fofas, lembrei de você, pensei até em sugerir o tema. E decidi que não entraria mais na tal página, porque minha paciência tem limites. DETOX mental, gente!!!
    Obrigada por ser um refúgio para muitos de nós, que não vivem para serem dominados pelos anencéfalos do mundo.
    Beijos

  115. 30/07/2010 23:52

    Gente, qdo vi nos blogs por aí q a Birkin foi confeccionada em moletom eu fiquei chocada, e até achei q fosse a única. Tanta coisa absurda q a gente vê por aí q até dá medo… Clogs?? Ainda ñ tenho 30 anos e presenciei os tais clogs no passado, acho q até tive um qdo pequena e sinceramente acho ridículo, bagaceiro, mas conforme as “it girls” é um “Tem q ter”… qdo vi que essas mesmas “ditadoras de moda” começaram a usar casacos sociais confeccionados em moletom quase tive um treco, tb acho Uó! E minutos antes de entrar aqui no blog eu dei uma passada pelo GE e fiquei pasma quando vi a Camila Coutinho (vulgo “Quero ser “it Girl”) com um post idolatrando as novas cópias descaradas em moletom!!! Curtam o comentário ” Agora segurem a emoção!!!! Olha que tudo na vida essas versões em moletom da Balenciaga City e Alexa da Mulberry! Mara né?” Poramordedeus!!!! Um pouco mais de personalidade meu povo!!! Pra quem quiser tá aqui o link http://www.garotasestupidas.com/index.php/moda/achadinhos-na-pop-up-store/ E deliciem-se meninas!!! Pois esse é um ítem “Tem q Ter” de toda It-Girl!!! G-zuis!!!

  116. Regina Valadares Link Permanente
    30/07/2010 23:56

    DeChanel,

    Queria te pedir, se possível, que você fizesse um post a respeito de Chanel (Gabrielle) e o nazismo (que ela apoiou).

    Beijos!

  117. 31/07/2010 0:05

    Cara, a moda está aí para todos, não é? E quem também gostou da Chanel 2.55 mas não pode comprá-la por questões financeiras faz o quê, heim? Para isso que existem as C&As, Renners, Marisas e etc… Todo mundo tem o direito de copiar o look que viu não-sei-aonde e se achar bem naquela roupa. Também acho a Birkin de moletom feia e nunca compraria – ainda mais pelo preço – mas, peraí? Ninguém aqui fica feliz quando vê um modelo de sapato parecido com o que desejava lááá de fora?
    As marcas francesas, italianas e tal lançam as tendências, transformam certas peças em objetos de desejo e o resto corre atrás. Acredite, todos sabem bem como funciona…

    • 02/08/2010 15:52

      Além de copiar, o preço é ridiculamente alto. Eu vi cópias da Chanel 2.55 até no supermercado Extra. Juro! Uma cópia (ou inspiração?) tosca, um material ruim. E R$50,00. Oi? Tinha uma baita cara de bolsinha de R$15,00 no máximo.

      Quer copiar? Ok, é horrível, é falta de criatividade, é desrespeito com a criação alheia. Mas pelo menos cobre um preço justo.

      Uma Chanel 2.55 fake na C&A chega a custar R$80,00, e desculpe, isso é caro numa bolsinha daquele material chinfrim e ainda por cima copiada. E reparem: algumas delas ainda exibem um papelzinho escrito – PRODUTO IMPORTADO. E vocês sabem por acaso da onde é importado, não sabem?

  118. Anônimo Link Permanente
    31/07/2010 0:12

    as pessoas estão tão ávidas ao falarem de valores, mas será que elas estão prestando atenção aonde elas estão pisando? Ta certo atirar mil pedras na marca da filha da dona de não sei o que que copiou a bolsinha não sei qual da grife? Talvez. Mas o q me incomoda um pouco é o amor incondicional a essas grifes – e o que vejo é : A ORIGINAL, A MARAVILHOSA, A ESPLENDIDA. A MAGNIFICENCIA EM FORMA DE BOLSA. A ORIGINAL. É um culto desgraçado a uma peça de vestuário não?. O que é isso? amor a marca? admiriação? essa marca so quer seu dinheiro! Muito embora suas peças sejam inseridas em um contexto fabulistico de contos de fada rodeados de unicórnios e seres esbeltos brancos e de pele reluzente, muito embora suas peças sejam o q vcs chamam de originais, eles buscam o lucro e fazem o que for preciso. O que quero dizer é: talvez realmente seja uma sem vergonhice copiar a bolsa X de tal marca mas em se trantando de moda os limites do imoral são tão complexos e, afinal, trata-se de uma indústria interessada em chupar todo o dinheiro que for possível de nós, consumidoras, certo?
    Eu já sei o q está por vir… nada justifica a copia, a falsificação descarada. Primeiro eles inventam um modelo de bolsa. Depois eles fazem mágica com aqulilo que conhecemos popularmente por publicidade mas trata-se de uma lavagem cerebral – a gente aprende o que é chique, o que é bonito, que a marca tal é o ultimo raio de sol da face da terra. Dai eles vendem ao preço de um ser humano da áfrica. Isso tudo com matérias primas politicamente incorretas trabalhados nas mais longiquas profundadezas da …………(insira aqui o pais do sudesde asiático com as condições sócio-operarias que mais lhe comovem) Isso ta certo? é legal, é educativo? Então qual é a lógica de ‘vilanizar’ a marca copiadora quando todas as grandes marcas q são aparentemente idolatradas tem um pezinho na sujeira?

    • 31/07/2010 1:04

      Infelizmente (ou não) a gente vive numa sociedade de consumo. E é isso que faz o $ rodar. Mas tem tb o lado ético da coisa, né? Então acho que não dá pra generalizar, não. Comprar faz parte, e como já disse alguém aí em cima ( e eu disse na minha primeira postagem aqui, há um tempo atrás), cada um compra o que quer e o que pode… E segue seus preceitos éticos e morais para resolver o que.

    • 01/08/2010 22:26

      Anônimo, respondendo à sua última pergunta: para mim, um erro não justifica o outro. Não consigo ver de outra forma.

  119. 31/07/2010 0:22

    De Chanel! Sou mais uma das suas fãs! Admiro sua escrita e o debate que você gera em assuntos polêmicos de forma inteligente!! O bom é que você sabe que todas nós te admiramos não pela sua Chanel ou Balenciaga, nem por suas viagens ou pelos seus contatos ou lifestyle, mas sim por sua inteligente!!! Bravo!

    Bom, agora, eu entendi que toda a sua revolta (que faz total sentido, e mesmo que fosse algo pessoal – no sentido de que você tem alguma birra com qualquer uma das envolvidas)se dá por conta da hipocrisia e anti-éticismo (tá certo isso?) dessas “empreendedoras”. O pior é que há a intenção de fazer cópias, digo, “inspirações” será uma nova linha de produtos da marca, ou seja, veremos em outras estações outras cópias de Chanel, LV, Gucci, Hermes mais adiante.

    Vocè reparou que em nenhum dos blogs onde o assunto foi comentado teve a tag “publicidade”?? A tag foi ignorada de propósito, para dar o ar de “espontâneo”, para dar a entender às leitoras que as blogueiras realmente gostaram dessas bolsas e que as recomendam pela qualidade e funcionalidade. Isso é que dá mais nojo ainda, e você vê como nego é comprado por tão pouco. Se duvidar, elas nem foram devidamente pagas por isso. Só pelo fato de dar uma de modelete por um dia, em plena Oscar Freire e aparecer em um catálogo já fez o dia delas! Ou então foram pagas em forma de escambo, “Você vende a sua imagem, que eu te dou esta bolsa de moletom”.

    Outra coisa que vi em alguns comentários foi o fato de que é de moletom e é uma material de baixa qualidade. Mas foi essa a intenção. Não há muitas opções de materiais que façam isso passar por uma brincadeira, não tem como usar couro, obviamente, assim como não tem como usar veludo, camurça… existia até a opção de usar plastico envernizado ou quem sabe até croché, que ficaria até mais “original”. Mas a questão não é essa, a questão é que é anti-ético e imoral e cara de pau mesmo. Fora que o nome da bolsa e da marca está diretamente associado ao produto. Por isso que vende mais. Se fosse simplesmente uma cópia fiel da Balenciaga, mas sem o nome vinculado, daria para deixar passar, porque muitas empresas copiam a Chanel por ai. Não que esteja certo, claro!

    Em suma, o nome vinculado ao produto de péssima qualidade usando uma material igualmente ruim e ainda por cima cobrando preços exorbitantes é patético!

    Inclusive uma das blogueiras tentou defender a questão dizendo que a Zara copia outras marcas. Eu pessoalmente nunca vi nada na Zara que remetesse à produtos de marcas de luxo, mas isso sou eu. Mas como você disse que a Zara já fez isso antes, eu pelo menos duvido que eles vincularam o nome da original balenciaga, por exemplo, à cópia que eles fizeram.

    • 01/08/2010 22:31

      Alice, eu percebi que os dois posts em questão queriam passar a imagem de espontaneidade e de naturalidade. Nenhum deles avisou que o post era pago e eu acho uma total falta de compromisso e inclusive de respeito com os leitores. A minha opinião sobre a publicidade nos blogs é muito simples: transparência sempre. Os leitores têm o direito de saber quando há uma relação comercial (seja ela qual for) por trás da opinião do blogueiro. Trata-se tão somente de uma questão de bom senso.

  120. 31/07/2010 0:34

    Alice, quer um outro fator que eu acho super sintomático? Nenhuma blogueira apareceu por aqui pra dar a sua opinião, seja ela a favor ou contra a discussão. Isso me deixa tremendamente desanimada, pq sinaliza que ninguém quer vir a perder qqr oportunidade, percebe? E se amanhã a loja me chama, devem pensar?
    Eu sei que eu sou uma pessoa super de tomar partido,não sou nem um pouco suíça. Mesmo que me arrependa depois, algumas vezes.
    E o fato das meninas nunca terem opinião, me cheira a rabo-preso, sabe como é? Ou fingem que não viram o que está sendo discutido por aqui? Duvideodó!

    • Mariana Link Permanente
      31/07/2010 0:43

      A Camila Coutinho deu uma resposta podre no box de comentários dela dizendo algo como “as e moletons são lindas e maravilhosa e o que eu não curto é bolsa escrita ‘xanéu’ “. Só que né? Quem acreditou nisso?

      A própria Camila já alardeou algumas no blog dela quanto tempo ficou juntando $$$ para comprar a original, como fez para comprar e não pagar imposto, etc e tal. Além de condenar os chinelos da Andarella. Mas né? Bora fingir que ela usa essas de moletom mesmo!

      • Marcela Link Permanente
        31/07/2010 3:29

        Lembrei agora do amigo secreto entre as blogueiras que ela deu de presente um caderninho com o logo do blog dela, acho graça disso até hoje quando lembro!

      • 02/08/2010 15:53

        Vou perguntar lá pra Camila se ela vai lavar a bolsa no tanque depois que encardir…rsrs

    • Alice 2 Link Permanente
      31/07/2010 0:44

      Paola (não sou a alice a qual vc estava respondendo)

      Acho esse um dos fatores mais importantes de toda esta discussão.

    • Anônimo Link Permanente
      31/07/2010 0:53

      Mas, reparem, que nem todas as blogueiras “it girls” falaram das tais bolsas. Aparentemente, a Mariah, a Nati e as meninas do Bettys também estavam no tal “encontrinho” mas não vi nada nos blogs delas falando sobre as bolsas de moleton. Acho que as “pobres” é que ficaram deslumbradas mesmo, ou tão precisando de dinheiro, né!

      • Mari - uma outra! Link Permanente
        31/07/2010 1:51

        Depois de ler seus comentários, fiquei muy curiosa (curiosidade mórbida mata) e fui ao blog/twitter da Mariah ver se ela se pronunciou.
        Pois bem, lá consta que ela encomendou os modelos em todas as cores possíveis para vender na loja da sogra…

    • 31/07/2010 0:59

      Ótimo comentário da Paola Scott. Eu tenho certeza que essas blogueiras não defendem a postura delas e o produto que elas estão enaltecendo no próprio blog porque elas não têm argumentos. Simples assim. No fundo elas têm razão. Como elas vão defender algo impossível de ser defendido? Fora a questão do rabo preso que conta muito. O resto a gente já sabe, elas fingem que não viram nem ouviram nada e fica por isso aí mesmo. Por essas e outras que eu defendo que quem tem que exigir o posicionamento delas são as leitoras. Mesmo apagando e moderando os comentários elas iriam sentir a pressão.

      • 31/07/2010 1:30

        Meninas: eu falei sobre essa questão mais embaixo. A dona da 284 não conseguiu defender a bolsa de moletom no blog fashionismo. Acredito que qualquer uma dessas blogueiras da máfia do moletom atuaria do mesmo jeito patético. Concordo com a Lola pois realmente não dá nem pra tentar defender algo assim, seria mais digno dizer que fizeram pelo lucro mesmo, que foi uma jogada comercial e pronto.

      • 02/08/2010 21:56

        Mari – uma outra
        Não tem post das famigeradas bolsas no blog da Mariah não… onde você viu este comentário?
        Apesar de, aparentemente, ser a mais burrinha, sinto que a Mariah não força a barra, ela é daquele jeito mesmo, nasceu em berço esplêndido e está acostumada a usar grifes. Ficaria até surpresa se ela fizesse propaganda destas bolsas.
        Agora, ela é buyer. Então, se tem mercado, ela tem mais é que colocar na loja da sogra pra vender mesmo. Não sejamos hipócritas!!!

  121. 31/07/2010 0:47

    Fazendo uma comparação entre a foto do post e as fotos das bolsas de moletom, percebe-se o nível de vulgaridade de todas essas cópias fajutas. Como vc falou, é tudo farinha do mesmo saco. Post simplesmente perfeito. Dá pra entender os motivos que levam algumas pessoas a partir pro lado pessoal com superficialidades do tipo “vc tem implicância”: elas simplesmente não têm argumentos para rebater o seu texto. Orgulhe-se e continue “implicando”. O De Chanel tem inúmeros fãs.

  122. Ana Luize Link Permanente
    31/07/2010 1:20

    É… a estupidez humana me surpreende! De quem compra e de quem faz… apesar que as vezes acho que estúpidos são somente aqueles que compram, pois quem faz deve estar dando gargalhadas em cima de uma pilha de dinheiro, sonegações de impostos e outras picaretagens típicas de espertinhos como esta cria da sra Daslu!

  123. 31/07/2010 1:25

    A Tereza do Fashionismo uma vez entrevistou uma das donas da 284 e de forma bem sagaz perguntou sobre a questão das cópias no mundo da moda, se não me engano ela chegou a citar a bolsa de moletom. Adooourei. Bom, a dona da 284 atuou de forma tão covarde como político em dia de CPI e disse que eles apenas homenageavam algumas marcas. Peraí, peraí, comoéqueé??? Homenagem??? Adorei a postura da Tereza por ter abordado esse assunto diretamente com ela. Achei a postura da garota da 284 patética. As leitoras da Tereza não perdoaram, achei digno. Vou procurar o link do micão no fashionismo.

    Uma perguntinha, a Pop Up é do mesmo pessoal da 284?

  124. 31/07/2010 1:28

    AMEEEEEI O POST !
    Concordo com tuudo que você disse, meesmo ! Acho uma falta de respeito as cópias, realmente.
    Não deixe de visitar nosso blog: https://acrossfashion.wordpress.com/
    Beeeijos, fofa

  125. 31/07/2010 1:42

    Para mim, quem compra uma bolsa vagabunda dessas que não vai durar nem 1 mês de uso é assinar atestado de palhaça.
    É como jogar 400 reais direto no lixo.

    • 02/08/2010 15:56

      Tanta bolsa NACIONAL, do interior de São Paulo ou do Rio Grande do Sul, de couro, super bem feita e bonita… e por bem menos de R$400,00. Eu sinceramente não entendo.

      Ou então, se tem mesmo o sonho de adquirir uma bolsa dessas importadas,junte uma grana e compre uma na próxima viagem. Ficaram sabendo das novas regras da alfândega? Aparentemente, pelo o que eu entendi, se você trouxer uma bolsa (ou duas talvez), não há problema nenhum e não será taxada. É isso mesmo?

  126. 31/07/2010 2:03

    Apesar do meu foco não ser bolsa, roupa e tal (desde que fiquei gordinha, me desestimulei de comprar roupas e investir nisso) não posso negar que os cosméticos continuam me atraindo, as maquiagens tbm e eu acho que rola o mesmo problema.
    E compartilho com a opinião da DeChanel, fake é fake e cópia não pode ser confundida com inspiração pq isso é golpe diplomaticamente baixo.

    Beijos.

  127. Fashionitis Link Permanente
    31/07/2010 2:05

    … enquanto isso do outro lado do Atlântico…

    Balenciaga se revira no túmulo…

    … chegando a dar duplo twist carpado.

  128. 31/07/2010 2:07

    Ahhhhh, Paola Scott, sou sua fã, viu? Adoro ver os seus comments e o desenrolar deles. Tão consciente e com noção…

    Beijos.

  129. 31/07/2010 2:14

    Odeio ler teu post um dia depois, se for comentar alguma coisa só vai ser redundância hahah Eu inclusive estava juntando idéias pra fazer um post sobre isso, fico muito chocada com a cara de pau de certas pessoas que esculhambam uma coisa e fazem igual – não, só porque sua cópia é vendida na Oscar Freire não é melhor que a da Renner ou da 25 de Março. Sou 100% a favor de inspirações, mesmo que sejam mais, digamos, inspiradas que outras (recomendo uma palestra que vi dia desses no TED sobre a cultura da “cópia-inspiração” na moda, e pq é algo bom)… Mas cópia “de verdade”, milimetricamente igual, usando o mesmo nome ou um nome semelhante pra divulgar (e pior ainda, cópia com preço de bolsa de couro de marcas que DESENVOLVEM um produto/conceito) é simplesmente risível!). Bate na mesma tecla do costume lindjo da maioria do povo brasileiro: quem é rico pode tudo, e tudo deve ser apoiado. Quando lançaram a “homenagem” à Birkin eu fiquei pensando cá com meus botões: se a intenção era homenagear a marca, deviam ter informado e repassado os lucros néam? kkkkkkkkk

    PS: Li toooodos os comentários e percebi que o “nível” tá subindo, antes tinha bem mais gente que vinha aqui implicar né? Graças :)

  130. Fashionitis Link Permanente
    31/07/2010 2:16

    “E penso se a minha voz, aparentemente tão pouca coisa, não encarna a substância de milhares de vozes, a fome de dizerem-se de milhares de vidas (…) Nestes momentos meu coração pulsa mais alto por minha consciência dele. Vivo mais porque vivo maior.”

    Fernando Pessoa (Livro do Desassossego)

    Dedicado à minha musa cibernética De Chanel na Laje.

  131. 31/07/2010 2:20

    Pra quem se interessar, olha aqui o post do Moda Sem Frescura com a palestra sobre o assunto: http://www.modasemfrescura.com/2010/06/14/a-virtude-da-copia-na-moda/

  132. 31/07/2010 2:43

    Puxa vida, comi mosca, cheguei tarde para comentar, mas SÓ LEMBREI da laje quando vi um post num certo blog com essas aberrações.

    Há profissionais e profissionais, quem trabalha com isso deve ser considerado um picareta, da mesma forma quem estimula esse tipo de falsificação.

    Sabe o que é ridículo?! Que há fila de espera para comprar isso!!!

    Mais ridículo: alguém aparecer por aqui com argumentos toscos para dizer que não se trata de cópia, pq o material não é o mesmo e blá, blá, blá. Precisamos desenhar o que significa plágio.

    Coitada de quem compra sem saber do que se trata, pq isso existe e muito.

    Bem, vcs já disseram tudo.

    DCNL fala na lata e por isso bomba nos comentários.

    • 02/08/2010 15:58

      Sabe, eu duvido que realmente existam filas. Acho que é conversa dessas blogueiras. Mas vamos dizer que realmente existam. Sinceramente, para mim, só atesta mais uma vez a falta de bom senso da classe média paulistana. Eu me sinto uma ET nessa cidade, juro.

  133. Michele B Link Permanente
    31/07/2010 3:29

    Tudo que eu disser aqui irá ser redundante. Mas eu percebi que essas pilantragens são maiores do que nós pensamos. Há uma globalização da picaretagem,pasmem! De março de 2008 a março desse ano eu morei na Itália, para estudar. Lembro que era época do lançamento do filme Gomorra. Em vez de ver o filme li o livro do jornalista Roberto Saviano. E para minha surpresa, há passagens que falam da moda. Vou colocar aqui uma passagem emblemática do livro:

    “As grifes da moda italiana só começaram a protestar contra o grande mercado das falsificações, gerido pelos cartéis de Secondigliano, depois que a Antimáfia descobriu todo o mecanismo. Até então, não tinham planejado nem mesmo uma única campanha publicitária contra os clãs, nunca tinham feito denúncias, nem procurado os jornais para revelar os mecanismos de produção paralela. É difícil de compreender por que as grifes nunca se colocaram contra os clãs. Os motivos poderiam ser vários. Denunciar o grande mercado significava a renunciar para sempre à mão de obra barata que utilizavam na Campânia e em Puglia. Os clãs teriam fechado os canais de acesso à área das fábricas têxteis da região metropolitana de Nápoles e dificultado as relações com as fábricas do Leste Europeu e do Oriente. Denunciar teria comprometido milhares de contatos de venda nas lojas, já que muitos pontos comerciais eram administrados diretamente pelos clãs. A distribuição, os agentes, os transportes , em muitas partes são oriundos das famílias. Denunciando, teriam sofrido aumento dos preços na distribuição. Além disso os clãs não cometiam um crime que atentasse contra a imagem das grifes. Exploravam apenas o seu carisma simbólico. Produziam suas roupas sem modificá-las, não reduziam sua qualidade ou modelo. Conseguiam não fazer concorrência simbólica à grife, mas divulgar sempre mais produtos cujos preços de mercado os tinham tornado proibitivos ao grande público. Promoviam a marca. Se ninguém vestir as roupas de grife, se as roupas forem vistas somente nas modelos das passarelas, o mercado mundial diminuirá lentamente e o prestígio enfraquecerá. Além disso, nas fábricas napolitanas eram produzidos vestidos e calças de tamanhos que as grifes, por questão de imagem, não produzem. Os clãs, ao contrário, não se impunham questões de imagem em face da possibilidade de lucro. Os clãs de Secondigliano, por meio de falsificações e do dinheiro do narcotráfico , conseguiram comprar lojas e shopping centers, onde cada vez mais os produtos autênticos e as imitações eram misturados , impedindo qualquer distinção. O Sistema, de alguma forma, tinha sustentado o império da moda legal, não obstante o aumento dos preços e, ao contrário, tirando partido da crise do mercado. O Sistema, ganhando cifras imensas, tinha continuado a promover em todo o mundo o made in Italy.

    Em Secondigliano tinham entendido que a rede internacional de pontos de venda era o seu business mais exclusivo, não secundário ao da droga. Através dos canais de escoamento das peças de vestuário movia-se também o narcotráfico.” Tradução de Elaine Niccolai.

    O poço é fundo!!!!

  134. G. Cavendish Link Permanente
    31/07/2010 4:20

    Cacete, que orgulho desse blog!

  135. Charlotte Link Permanente
    31/07/2010 7:41

    Lendo esse post, fiquei com uma dúvida martelando minha cabeça:
    As bolsas que imitam a Chanel de alcinha de corrente, que se encontram em qualquer lugar, são vistas como um plágio barato ou má-fé de quem as produz? Lembro que minha avó tinha uma quando eu era criança e duvido muito que ela soubesse de Chanel, mais do que o nome do corte de cabelo…
    Ela seria uma ”contraventora” sem querer?

    beijos.

    • 01/08/2010 22:38

      Depende, Charlotte. Se a bolsa for idêntica à da Chanel, ou seja, se tiver as mesmas dimensões, sim, é uma cópia. Claro que existem mil modelos diferentes de bolsas de matelassê com alça de corrente, nem todos são cópias do modelo da Chanel. Algumas vezes a linha que separa cópia de inspiração é bem tênue.

  136. 31/07/2010 17:23

    Bom dia dechanel,
    minha esposa lê com regularidade o teu blog e pediu que eu lesse esse seu post sobre cópias. E realmente, tu escreves muitíssimo bem!!

    Pensamos da mesma forma sobre o “consumo inconsciente”, que leva muitas pessoas a terem um pensamento distorcido do que é viver em sociedade, pois acham que TER é o que conta e deixam de lado o SER. Digo isso com propriedade, pois basta olhar para fora da janela e veremos a que ponto caminha a sociedade. Exemplos nos meios de comunicação não faltam. E blogs que chamam a atenção para essa postura são muito importantes pelo trabalho social que fazem.

    Sobre esse teu post vale lembrar, que quem quiser utilizar um produto como “modelo” de base para outras criações é preciso que seja pago royalts a quem criou. Senão é apropriação indevida da produtividade intelectual! Ou seja, crime! Afinal, muitos profissionais, dentre eles os designers, são envolvidos no processo criativo de um produto novo, seja ele o que for. O gasto de dinheiro é muito alto durante essa etapa e o resultado que vemos nas lojas, é fruto direto das mentes criativas desses profissionais! Muitos produtos servem de inspiração pela inovação que eles representam e CRIAR a partir de um conceito já existe é legal, pois diversifica a variedade de produtos para os consumidores. Mas as pessoas que criam, os designers, tem que ser reconhecidos e o pagamento de royalts é uma forma de reconhecimento pelo trabalho bem feito.

    Para bens pelo Blog.

    Abraço a todos.

    • 01/08/2010 22:48

      Olá, João Luis. Você tem toda razão. Eu só não chamei atenção para o fato de ser crime porque sou um zero à esquerda em Direito, e não tenho conhecimento sobre as leis de propriedade intelectual e a aplicação delas no Brasil. Lembro que, quando publiquei o post sobre a Birkin de moletom, uma advogada me mandou um email explicando que esse modelo era patenteado pela Hermès. Qualquer empresa que reproduzisse as características registradas seria passível de ser processada pela marca. Ela relatou que certa vez a Balenciaga apresentou em pré-lançamento um modelo com algumas características da Birkin e o grupo Lacoste conseguiu que o modelo em questão não fosse lançado. Isso prova que as grandes marcas se preocupam apenas com quem pode prejudicá-las diretamente, e é justamente pela existência dessa brecha que muitas empresas pequenas aproveitam para fazer cópias descaradas.

  137. Samantha Link Permanente
    31/07/2010 18:40

    Melhor post de blog já lido!
    É isso, é exatamente isso!
    Fiquei 15 minutos boquiaberta quando vi essas bolsas em um post por aí sem saber o que falar!
    Mas é isso! Comprar do camelo não pode, mas da amiga herdeira que copia com outra matéria prima pode.
    Parabéns, adoro seus comentários!

    • 09/08/2010 23:53

      Em resumo, tudo o que eu queria falar: “Mas é isso! Comprar do camelo não pode, mas da amiga herdeira que copia com outra matéria prima pode.”

  138. 31/07/2010 20:16

    arrasou no post! sempre bom ler sua opinião !
    http://queroserchic.blogspot.com/

  139. 31/07/2010 20:30

    De Chanel, vou esperar, ANSIOSÍSSIMA, que você desenvolva o post sobre a Zara! Espero que seja em breve. =]
    Bjs! ;*

  140. 31/07/2010 21:05

    Olha, eu até tenho uma bolsa de moletom hahaha mas assim como o casaco verde-mendigo que eu tenho e hoje virou militar, comprei há trocentos anos atrás, e continuo gostando… acho engraçado observar esse vai e vem da moda.

    Eu nem lembrava da polêmica da birkin de moletom quando vi o post da Camila Coutinho sobre as bolsas da PopUp, na verdade nem reparei nas bolsas, fiquei olhando as jaquetas com cores de doce mesmo :P só fui olhar e ler quando li o post aqui.

    Na verdade o que mais me choca nessa história toda de cópia/falsificação/inspiração ou não é o culto das pessoas pelos objetos. Sejam eles os originais ou essas tais cópias “lúdicas” de moletom. É assustador. Eu não sei da onde essas pessoas saem. As pessoas que eu convivo abominam essa esfera da moda e não dão a mínima pro “tá se usando” (arrg). Não sei se é porque elas tem mais o que fazer da vida, ou porque não são voltadas pra esse “ramo”, ou porque simplesmente não tem dinheiro pra isso ou se tem, não se preocupam em ostentar.

    Se os blogs dessas meninas não fossem lidos por mulheres e meninas jovens seria mais inofensivo. Digo, eles criam essa imagem de necessidade na cabeça das coitadas. Eu aposto que mais da metade das leitoras não têm dinheiro pra isso e ficam se descabelando em casa pensando em como podem fazer pra parecer mais It. Mas parecer pra quê? Pra quem? Quem do círculo delas (assumindo que elas não têm dinheiro pra isso) realmente se importa com isso? A tia que vai dizer que fulaninha tá chique? Mas bolsa de moletom não é/nunca foi sinônimo de elegância!

    É terrível isso. Sempre fico pensando qual seria o melhor modo pra tirar essas coisas da cabeça das pessoas que foram brainwashed. Escrever? Elas estão tão iludidas com isso tudo que ficam OFENDIDAS quando leem. Nem pra suscitar uma reflexãozinha.

    acho que desviei um pouco do post… mas ai, é minha frustração com as pessoas. esses tempos escrevi um post sobre “moda” (ou tentei): http://suaestupidez.tumblr.com/day/2010/07/17

    enfim, De Chanel, parabéns pelo blog. continue implicando sempre.

  141. 01/08/2010 0:29

    eu concordo com 95% do seu post… mas vc é tão ácida que dá medo!!! rs…

    • 01/08/2010 1:51

      Ácida? Achei até que ela foi bem gentil, mediante ao absurdo da situação.

  142. Anônimo Link Permanente
    01/08/2010 1:05

    Também iria adorar um post sobre chanel e o envolvimento com o nazismo, a zara e o narcotráfico (é isso mesmo?). Será possível um consumo totalmente consciente? Até que ponto esse tipo de cópia pode ser julgado e o consumo de outros produtos idolatrados?

    Adoro você, dechanel. Também passei a rever vários conceitos pessoais e sociais a partir da leitura do seu blog, sem falar dos comentários enriquecedores. Saímos daqui com sede de mais leitura e informação, parabéns!

  143. 01/08/2010 5:48

    A 284 já clonou anteriormente uma sapatilha que eu comprei na Melissa, e depois vi na internet que é uma cópia deslavada da Chanel.
    A Shultz copia tuuudo, dificilmente eles tem sapatos de criação própria. Como diria o “Velho Guerreiro” Aqui nada se cria tudo se copia.
    Não vejo diferença entre as moças que copiaram as bolsas e outros.
    O terrível disto tudo é fazer propaganda em blog, sem a tag de matéria paga.

  144. Anônimo Link Permanente
    01/08/2010 6:03

    Se não posso ter a original, não compro a cópia.
    Segundo os meus princípios, comprar uma cópia/falsificação (e outros eufemismos) equivale a dar um “jeitinho” para conseguir o que não posso ter.
    Exageros à parte, um ladrão dá um jeitinho para conseguir o que ele não pode ter.
    É errado para mim.
    Mas…cada um dorme com a consciência que quiser. Eu prefiro que ela seja tranquila e limpa.

  145. 01/08/2010 6:07

    Olá, De Chanel! Tudo bom?
    Então, primeiro, eu quero te falar que teu blog é um diferencial nessa blogosfera justamente por fazer refletir sobre nós mesmos e nossa responsabilidade social. Acho que o que tem sido discutido aqui, não é “blog A, B ou C é ruim” ou “blogueira A, B ou C é isso ou aquilo”. No fundo, se discute sobre liberdade de escolha, de ser quem você quer ser, sobre valores. E isso é muito válido.
    Em segundo lugar, quero que saiba que foi você a mola propulsora para eu começar a escrever um recém-nascido blog.
    Por fim, quanto às falsificações: concordo plenamente com o post. É uma vergonha. Além dessas lojas não pagarem o Fisco (vide Daslu, Tânia Bulhões), agora furtam ideias e querem, com a ajuda de blogueiras famosas, colocar na mente da sociedade que fraudar é certo. É uma inversão de valores vergonhosa. Como se o nosso país já não tivesse problemas com o mico que é o “jeitinho”. Para mim, não sei o que é pior: quem copia ou quem divulga que copiar e ganhar dinheiro com isso é certo ou “hype”. Decepção total com essas meninas que talvez não saibam o peso que tem o que elas escrevem na formação de meninas que ainda estão construindo suas personalidades e que, infelizmente, acessam essas informações amorais, escritas num katylenismo que virou praga.
    É isso.
    Bjos

  146. Rafaela Link Permanente
    01/08/2010 6:09

    Gostei da ídeia do post contra a alienação e alertando, quem quer que seja, sobre a idéia do “dois pesos duas medidas”.

    Concordo que não faz sentido estampar a bandeira do use o original e depois tentar enfiar a idéia de brincadeirinha em uma cópia, além montar uma jogada de marketing para tornar as cópias como desejo de consumo e cobrar caro por isso. Adorei!

    Porém, não entro em uma guerra do “use somente o original” por dois motivos:

    1. Uma representante da LV (em entrevista para Isto é) foi questionada: “As falsificações são ruins para a marca?
    Coco Chanel costumava dizer: “Quando alguém te copia, quer dizer que você tem muito sucesso”. Então cópia quer dizer sucesso. Penso que quando não houver mais cópias
    na rua, estaremos em baixa.
    “…Já aconteceu de os produtos estarem nas ruas antes de chegarem às nossas lojas. Na época do lançamento da linha Graffiti, a ex-Spice Girl Victoria Adams, mulher do jogador David Beckham, apareceu na capa de um jornal inglês com uma bolsa falsificada, que ainda não tinha chegado às lojas. Não foi um momento prazeroso para nós. Depois, por via das dúvidas, enviamos uma verdadeira para ela. Isso só prova que a linha Graffiti fez muito sucesso.”

    - Então… se eles não ligam, porque eu vou comprar as dores?
    - Se a It Girl senhora Victória, que é sinônimo de elegância, luxo e dinheiro usa falsificada porque vou recriminar a pobre assalariada que usa?

    2. Teto de vidro, ou seja, quem nunca baixou uma música sequer pela internet, ou não tem dvds piratas, ou games piratas, cds piratas ou até mesmo pepsi em sua geladeira, que até hoje carrega a bandeira de cópia da coca-cola, que atire a primeira pedra. Caso contrário voltamos para “os dois pesos, duas medidas”. Ex. Eu baixo música pela internet e não pago nada para quem trabalhou nela e acho tudo bem, mas para os donos da Chanel eu faço campanha para que todos paguem os direitos autorais, criativos e tudo mais, afinal Chanel é Chanel. E aí com é que fica? Dois pesos duas medidas?

    • I´mEveryWoman Link Permanente
      01/08/2010 6:23

      Concordo integralmente contigo, Rafaela. Integralmente.

    • I´mEveryWoman Link Permanente
      01/08/2010 6:27

      Onde eu assino, Rafaela?
      Concordo plenamente.

    • Larissa Link Permanente
      01/08/2010 6:54

      eu entro sim no coro, porque pra mim não existem dois pesos duas medidas. como eu já disse aqui, pra mim é a mesma coisa sonegar imposto como a Daslu faz ou usar carteirinha de estudante falsa pra pagar meia entrada. se eu não posso ter uma bolsa original, não compro. se não posso pagar inteira, não vou. se não tenho grana pra comprar cd, não baixo música pirata. eu não pago caro numa bolsa pra depois pagar uma miséria pra pessoa que cuida da minha casa por mim, entre outras coisas.
      por outro lado não entendo muito certas questões que colocam aqui.. pelamor, ninguém tem bom senso pra diferenciar as coisas? o post não serviu pra nada?
      daqui a pouco vão questionar porque todo mundo mora em casa de tijolos, e alguma vez na história da humanidade alguém fez a primeira construção de tijolos, e quem fez depois fez uma “cópia”. inclusive por isso que as patentes não duram para sempre.. servem pra proteger quem criou as coisas durante um tempo, caso contrário ninguém teria incentivos para fazer pesquisas e desenvolver coisas novas! os livros também, depois de um tempo entram em domínio público. é uma coisa totalmente diferente de uma marca criar um modelo de bolsa e uma outra vir em seguida e copiar!

      • Rafaela Link Permanente
        01/08/2010 8:11

        Concordo 100% com você, acho que o trabalho criativo e o trabalho de pesquisa deve ser valorizado, jamais disse o contrário. E de fato o trabalho dessas grifes são bem pagos, veja o preço das bolsas originais.

        E sobre o preço da “inspiração”, é de fato absurdo cobrar o que se cobra por uma cópia, ou seja, não teve o trabalho criativo, a publicidade e tudo mais. Concordo!

        Adorei o que vc escreveu sobre gastar uma fortuna com marcas e pagar uma miséria para quem cuida da minha casa. Respeito pelos outros em primeiro lugar!

        E o meu questionamento foi apenas uma reflexão para as pessoas que se empolgam defendendo uma grife (que não está nem aí para as falsificações) mas consomem outros tipos de réplicas sem problemas, não me referia a commodities, o exemplo da Pepsi foi apenas para ilustrar como alguns estigmas permanecem, mesmo sendo tolos.

        E mais uma vez concordo com você, pra mim também não existe o “dois pesos duas medidas”. Foi apenas uma reflexão, um algo a mais para pensar e não uma tentativa de fugir do assunto, ou misturar as estações.

        Como já falei, achei o post fantástico e achei válido refletir um pouco além da bolsinha em questão.

      • 01/08/2010 16:15

        Concordo, Larissa. E a questão mais importante nem é da cópia ou do material usado (embora seja ridículo), é o da distorção de valores, do discurso das “formadoras de opinião em moda”.

  147. I´mEveryWoman Link Permanente
    01/08/2010 6:21

    DeChanel, adorei sua colocação.

    Vamos combinar uma coisa: Eu, pessoalmente, não sou contra usar uma bolsa falsificada. E eu sei por certa convivencia que mais, muito mais da metade das “fashionistas” que execram bolsas falsificadas e endeusam originais usam fakes de boa qualidade, que passam tranquilamente pelas originais, compradas de sites e revendedores nacionais que estão aí, é só procurar…
    Acho o fim neguinho pagar oito mil reais numa bolsa APENAS pela marca. Até aí, eu entendo quem conhece uma LV, ou Hermés, e quer ter uma cópia de qualidade. Como disse no post, se é pra copiar, faça uma cópia bem feita, catzo.

    Mas uma Birkin de moletom é o cúmulo.

    Primeiro, que ela foi desenvolvida por empresários(?) que vendem o mesmo tipo de produto para o mesmo mercado-alvo. É sabotagem. As mesmas dondocas que se dispõem a pagar uma fortuna por uma bolsa original acaba dando de cara com uma palhaçada como essa. E o pior é que elas compram, porque meia dúzia de blogs ‘trendsetters’ (outra palavra do meu abuso, Deus.) dizem que isso é o ‘bapho’ do momento.

    Segundo: Esses empresários(?) que esculacham os produtos fakes chineses fazem uma cópia, com o perdão da palavra, escrota; e dizem que é não, imagine, não é uma imitação barata a nível de galeria pajé. A deles é uma “homenagem”, uma “releitura”. Releitura COMO ASSIM? Uma coisa é uma empresa brasileira fazer uma bolsa com elementos de design que lembram a Birkin. Até aí, vá lá. Outra é fazer a bolsa de modelagem praticamente idêntica, em moletom vagabundo, e depois dizerem: Olhe, é uma releitura. Por quê? Por que o material não é o mesmo? E qual seria então a diferença dessa atrocidade em relação às cópias xing-lings de couro sintético? Afinal o material também não é o mesmo.

    Terceiro: E tem gente que acha isso fashion. OK, eu não sou exatamente fashionista, confesso. Acho que tenho bom gosto, sei o que me cai bem e há muito tempo aprendi que para estar bem vestida não é preciso gastar uma fortuna. Basta saber o que lhe cai bem, o que basicamente é senso crítico. Mas não digo que eu seja uma pessoa que ande no último grito da moda. E eu não consigo ver nada fashion em uma cópia de moletom de uma bolsa consagrada. Mas eles dizem: Ah, é uma ‘brincadeira’. Eu não vejo graça na brincadeira.
    É bem verdade que uma vez fiquei cara a cara com uma imitação perfeita de uma birkin (em couro natural, com booklet, número de série e tudo o mais) e eu não comprei porque eu achava que, na época, a ‘mentira’ ia ficar muito óbvia (tipo, eu não poderia comprar uma bolsa dessa original sem gastar todo meu salário nisso). Assim que eu não comprei.
    E por isso eu teria que usar uma bolsa de moletom? Que custou 450 pilas? Só pra dizer que eu comprei a dita-cuja na ‘tal boutique dos jardins’? Nem morta. Isso não é ser fashion, é ser idiota. Me desculpe quem não concorda comigo, mas eu acho idiotice pagar 450 reais em uma bolsinha de moletom que não custou cem pra ser feita. Podem me chamar de invejosa, favelada, out, o que for, tô nem aí, ó…

    É o que eu digo: ‘fashionista’ que é ‘fashionista’ não faz conta antes de comprar.

    • 01/08/2010 16:36

      Rs… adorei! Eu entro aqui depois de ler o post só pra ler os comentários e adoro. Concordo com muitas coisas que você falou (exceto por discordar em usar bolsas falsificadas), você conseguiu elaborar muita coisa que eu não consegui.

      Também acho que é diferente o caso das cópias ridículas citadas e um brasileiro (incluindo designers de grandes marcas mais populares) desenvolver modelos com elementos de design de modelos “de luxo”, estes acessíveis a poucas pessoas. Não acho errado utilizar elementos de desenhos consagrados como inspiração e referência. Isso acontece o tempo todo em segmento que utilizem princípios de arte e comunicação visual. Pessoas que tem uma noção especial do que é belo, visualmente elegante e agradável não caem de árvores a todo momento. Se elas criam obras e produtos que se tornam referência, porque são realmente interessantes, nada errado em que elementos dessas idéias sejam utilizados por outros para “popularizar” (no sentido de tornar acessível) o que é bonito. Completamente diferente de FAZER IGUAL (ou tentar fazer igual, ou fazer igual em outro material), claro.

  148. 01/08/2010 11:27

    Brasileiro é bicho nojento mesmo! Se aproveita do fato que a marca não processa tupiniquim imbecil, copia e ainda ganha uns trocados bons com isso. Isso é praga em toda esquina.

    Provo aqui:
    VINTAGE CUPCAKES, de um brasiliense sem noção, que copiou a super original Johnny Cupcakes, de Massachusetts (http://shop.johnnycupcakes.com/stores/), o logotipo é igual, o fogão colorido é igual. Nem vem me dizer que isso é inspiração. É uma irritante cópia, piorada, porque os bolinhos brasileiros são feitos com pura gordura vegetal hidrogenada, leia-se, gordura trans. E ele se acha o empresário, empreendedor de sucesso, vendendo franquia. Olha, eu me revolto quando vejo essas coisas. Que ódio disso!

    E a tal loja on-line KINKYLAND (brasileira), que diz que vende presentes criativos (http://www.kinkyland.com.br). Original é a http://www.kikkerland.com/! O cara mal mudou o nome… É muita cara de pau! E eu amo a Kikkerland, principalmente por causa dos canudinhos de papel lindos que ela fabrica (http://limobag.blogspot.com/2010/06/canudo-vintage-de-papel.html)

    Agora a pior de todas:
    Você deve conhecer a americana ANTHROPOLOGIE, né? Acredite se puder, uma curitibana disse que se inspirou na marca para abrir no shopping Estação a http://www.anthropologiebrazil.com.br/blog/. Não mudou nem o nomeeeeeeeeeeeeee????????????? Meteu um Brazil no fim e ainda tem a cara de pau de falar que se inspirou??????????????? Não aguento issooooooooooooo! Ainda por cima as roupas da “marca” curitibana são horríveis: uma seleção medonha de roupas vagabundas…

    Olha, hahahaha, dá pra escrever aqui mil tipos de coisas que vejo por aí.

    Beijo!

    • Anônimo Link Permanente
      01/08/2010 21:30

      Uau, a marca Vintage Cupcakes é mesmo uma cópia dessa marca americana… Que descaramento! Estou chocado. Eita brasileirada golpista…

      De Chanel, não é porque a Zara é mega super bilionária, que a gente tem que amenizar o crime. É criminosa tanto quanto a guria da Oscar freire, tanto quanto chineses falsificadores de LV. Dois pesos e duas medidas, por causa de grana, não é legal de ver aqui. Gosto muito de você!

    • 01/08/2010 23:04

      Luana M. Eu fico assombrada quando leio coisas assim. E só não vou discorrer mais sobre esse assunto porque os meus dois posts sobre as bolsas de moletom deixam a minha opinião sobre esse tipo de comportamento do empresariado brasileiro bem clara.

      Anônima, pode ter certeza de que aqui não há dois pesos e duas medidas. Eu tenho uma opinião bem formada sobre a Zara e não amenizo os seus erros, tanto que nem cliente de lá eu sou. O que não entendo é a hipocrisia de algumas pessoas que dizem que se a Zara copia todo mundo pode copiar. Então essa Pop Up quer seguir o modelo empresarial da Zara? Por isso fiz a ironia de que me retrataria com eles caso conseguissem o “objetivo”. Porque, né? Qual é a deles?

      • Anônimo Link Permanente
        02/08/2010 4:10

        Me desculpe, De Chanel. Pensei mesmo que você fosse cliente da Zara, um tipo de consumidora que sabe que tudo começou com a coca, mas venera o gigantismo da marca.

        A Zara faz porque é uma marca que não presta, sem ética, e dizer que “a Zara copia”, é o mesmo que dizer “eu roubo porque o Dirceu também rouba”. O mercado de São Paulo é fantástico, com muita receptividade para novidades. Agora, por a cabeça pra funcionar não é fácil… E até a cópia é medíocre, mal feita, com tecidinho de roupa para as crianças brincarem no parquinho.

        É uma vergonha! Meus parabéns pelo post. Meu coração tem uma espaço separado para você!

    • Ex Franqueado Link Permanente
      31/08/2011 19:04

      Sou ex Franqueado da Vintage Cupcakes e gostaria de deixar aqui um aviso para os desavisados que buscam o nome na internet:
      Fuja desta franquia!!!! Todos os franqueados estão perdendo muito dinheiro, é uma enganação!
      Converse com as pessoas, se informe, não acredite em tudo que estes VENDEDORES de franquias dizem.

  149. Anônimo Link Permanente
    01/08/2010 16:07

    Li, concordei absolutamente com tudo, mas daí comecei a pensar um pouco mais e realmente percebi uma certa implicância. Ah, gente, não me falem da Zara, porque a Zara pode. Tudo bem que oIMPÉRIO é fruto do tráfico de cocaína e espionagem, mas quem mais consegue ser o 10º homem mais rico do mundo? Quem mais consegue consolidar uma marca no mercado mundial? É ANTIÉTICO do mesmo jeito, e eu acho que no fundo estamos discutindo ética aqui. Temos que ter cuidado com a mentalidade tupiniquim de que lá fora tudo é melhor. Por que criticar a 284 apenas e defender essas outras empresas.
    Também acho perigoso condenar somente a cópia dessas meninas quando, na verdade, como já foi dito, consumimos milhares de cópias por aí. Quem nunca comprou na Arezzo, Schutz, Ellus, Forum, M.officer que atire a primeira pedra. Principalmente a Forum Tufi Duek que eu acho que cobra um ABSURDO para reproduzir as tendências lá de fora.
    Não estou defendendo as meninas que copiam, acho um nojo essa cópia pra falar a verdade. Nunca comprei na Daslu e nem pretendo, e não poderia concordar mais com você quando diz que não entende quem compra: como as pessoas ainda sustentam aquela palhaçada?
    Foi uma escolha minha, para tentar um consumo um pouco mais consciente talvez. Acho válida a crítica às meninas, mas não concordo quando você fala para não comentarem a respeito da Zara.

    Sim, eu sei que o post foi especialmente sobre cópias. Mas não consegui desvincular, pelo contexto do blog e, principalmente, quando você soltou outro tipo de informação.

    • 01/08/2010 16:43

      Anônima, fico feliz que vc tenha “concordado absolutamente com tudo que eu escrevi” e mais feliz ainda fiquei com o conteúdo do seu comentário anterior. Obrigada. Sobre a Zara, lhe peço que leia outra vez o que eu escrevi. Sim, a Zara construiu um império à base de falcatruas empresariais, isso não é nenhuma novidade, mas em que momento eu falei que isso é bonito? Em que momento eu disse que copiar modelos de outras marcas (pequenas E grandes) é algo digno de ser louvado? Não vou falar nada mais sobre a Zara porque, como disse, esse assunto vai ficar para outro post. O argumento (usado pelas blogueiras que estão promovendo essas bolsas) de que qualquer marca pode copiar porque a Zara copiava/copia é patético, superficial e infantil. Então a intenção da marca é seguir os passos da Zara? Enfim, sinto muito se passei uma imagem de que sou fã da Zara, quando na realidade apenas tenho duas peças dessa loja, sendo que ganhei ambas de presente.
      Sobre a questão da implicância, já esclareci em alguns comentários acima. Não é nada pessoal, aliás, nunca tinha ouvido falar dessa tal de Pop Up, não conheço as lojinhas de roupa locais de SP, já que nem de lá eu sou. Mas e se eu realmente tivesse algo pessoal contra eles? Os meus argumentos deixariam de ser válidos? Copiar passaria a ser algo legal? Por quê?
      Um beijo.

      • 02/08/2010 4:41

        Eu sou fã da Zara. AMO fast-fashion. Compro muito pra minha filha, que é adolescente. E nem tudo deles é mal feito, viu?
        Tenho casacos muito legais de lá!
        Mas eles nunca disseram: venham comprar o casaco Balmain aqui!
        Como A DCNL disse, eles sabem respeitar o tênue limite entre cópia e inspiração.

      • 02/08/2010 14:02

        Gente, a Zara copia. FATO!

        Mas tem o atênuante, se é que posso chamar assim, de vender sua cópias a um preço bem mais acessivel.

        Aqui na Espanha, berço da marca, pode-se comprar camisetas a 3 euros, ou seja, é loja do povo!

        Agora, eu nao engulo esse argumento: “Se fulana faz, pq eu nao posso fazer?”

        Como se o erro de um minorasse o erro de outrem! É infantil!

        Eu, quando criança sempre dizia isso a minha mãezinha…

        “Ah!Mamãe!Eu fiz,mas meu irmão tb fez!” ela,na sua sabedoria, mandava amos para o castigo!

        Assim de simples!

  150. 01/08/2010 16:16

    De Chanel, vc falou tudo! Estava com esse tema martelando na minha cabeça desde o dia que vi a birkin de moleton.
    Depois que vi essas novas cópias de moletom pelos blogs, fiquei abismada. A cópia da cópia da cópia! O pior é algumas blogueiras fazendo propaganda descarada, em troca de uma bolsinha ou de um champagne.
    Muitas delas ficam reclamando quando as assessorias de imprensa mandam e-mail pedindo pra fazer propaganda dos seus produtos de graça. Só que elas não estão vendo que essas lojinhas “fast fashion tupiniquins” estão fazendo a mesma coisa: convidam elas para fazerem umas fotinhas, conhecer a loja, tomar um champagne e sabem que assim ganharão publicidade grátis. Sai bem mais barato chamar blogueira pra tomar um drink e conhecer a coleção, do que anunciar em revistas, TV ou jornais.Eu acharia mais correto se elas tivessem ganhando uma boa grana por isso, como fazem as revistas com seus anunciantes.

    Como já mencionaram acima a arezzo tb é outra que faz cópia na cara de pau.
    Uma vez cheguei em uma loja deles com minha mãe e a vendedora teve a pachorra de dizer que a bolsa que olhávamos era uma cópia de uma da prada. Eu não iria comprar, mas se estivesse com vontade, teria perdido-a naquele momento.
    Fiquei chocada com tamanha ingenuidade ou até mesmo sinceridade da vendedora.

    Parabéns pelo texto.
    bjs

  151. 01/08/2010 16:35

    Esse babado de que as grifes não ligam é conversa pra boi dormir. Uma ex-colega de faculdade foi quase presa por causa de uma speedy falsificada. Ela comprou a bolsa (de segunda mao) de uma moça da high society paulistana. A bolsa começou a escurecer na parte onde tem dourado e durante uma viagem a moça foi até a loja da LV em Paris e perguntou o que ela poderia fazer para o dourado voltar ao normal. Quando a vendedora viu que se tratava de uma cópia foi o maior auê na loja. Apreenderam a bolsa e tudo mais.
    E outra coisa: Foi aprovada uma lei agora na Itália que quem comprar bolsa fasificada de camelô vai pagar multa altíssima, ou seja não só o vendedor será punido, mas tb o comprador.

    • 01/08/2010 17:06

      Fora as marcas que ficam paranóicas com essa história de falsificação. Um amigo meu levou um relógio ao serviço técnico da Rolex e um funcionário de lá disse que não poderia receber o relógio dele porque este era falsificado. Nossa, o meu amigo ficou verdadeiramente ofendido e outro funcionário comprovou que efetivamente o relógio dele era original.

      Isso também me lembra a vendedora da Hermès de Hong Kong, treinada para avaliar/classificar réplicas (que é o termo que se usa em inglês para as cópias muito bem-feitas), que, impressionada com o nível das réplicas da Birkin que uma certa empresa chinesa fazia, comprou alguns exemplares para vender no ebay. Ela já tinha uma excelente reputação no ebay por vender produtos originais da Hermès e aproveitou a chance. O departamento jurídico da Hermès descobriu (pois não havia nenhum histórico de compra dessas bolsas por parte da vendedora) e solicitou que ela enviasse as bolsas para a perícia. Conclusão: ela foi condenada a pagar uma multa de US$4 milhoes.

      Por isso, eu disse no texto que o que realmente importa para as marcas é essa indústria da “falsificação de luxo”. É aí que elas perdem dinheiro. As Palenciagas e as Balenciaguinhas de moletom não importam para elas, né?

      • 01/08/2010 20:24

        Oi de Chanel,
        eu falei dessa história da LV, pq alguém (desculpe, esqueci quem foi) acima citou uma entrevista com uma pessoa da LV, que disse não se importar com as bolsas falsificadas. Essa pessoa deve ter falado isso só pra sair de bonita na mídia.

        E continuo batendo na tecla: pode ser de moletom, lycra, liganete ou até as dos chineses todas são cópias descaradas.

        bjs e estou adorando a discussão nos comentários :)

      • 01/08/2010 21:49

        A LV se importa tanto com as falsificações da marca que não faz nem liquidação! Ela simplesmente QUEIMA o que sobra nas lojas,o que não passa pelo controle de qualidade, etc .Isso pra ninguém dizer que vende barato pq comprou na promoção, ou pq está com um defeitinho, por ex. Sei disso pq um grande amigo meu foi diretor da LV no Brasil.
        O que a moça disse na entrevista deve ter sido bem sem medir as consequências.

      • não falo sem conhecimento de causa Link Permanente
        02/08/2010 0:14

        E é por isso que as mulheres bem informadas compram bolsas e levam às lojas da marca para testar.

  152. Anônimo Link Permanente
    01/08/2010 17:27

    Quanto ao último post anônimo, De Chanel, obrigada pelo esclarecimento. Mas talvez o meu problema de interpretação tenha sido quando você falou que, se daqui a 20 anos elas atingissem o nível da Zara você se retrataria. Acho que isso deve ficar independentemente do nível que elas atingirem daqui a quanto tempo for, porque como você sempre diz, é importante questionar. Beijo

    • Anônimo Link Permanente
      01/08/2010 17:37

      Ah, e quanto a implicância, foi justamente nesse sentido, por que questionar apenas a moda tupiniquim. Mas entendi. Não acho que tenha sido pessoal, e mesmo que tivesse acho que seus argumentos não são nada pessoais, mas sempre pertinentes. E isso serve para as pessoas que pedem foto sua, mesmo que você fosse completamente fora dos padrões os seus argumentos não deixariam de ser válidos. Parabéns pelo conteúdo!

    • 01/08/2010 23:09

      Eu falei esse negócio de retratação de uma forma irônica. :-)

  153. 01/08/2010 20:16

    Vou fazer algumas considerações que acho que ninguém fez até o momento:

    1) Consumidoras adestradas: a estratégia da Pop-Up Store de contratar as blogueirinhas sub-celebridades foi muito oportunista mas não deixou de ser certeira, afinal as leitoras desses blogs foram perfeitamente adestradas pelas suas blogueiras do coração sobre o que é uma birkin, uma alexa e uma motorcycle. Aqueles posts “what’s in your bag” geralmente são feitos com mulheres que têm essas bolsas (as originais). Aliás, alguém já viu um post desses com uma bolsa da C&A (nos blogs das blogueiras sub-celebridades)?

    2) Leitoras pobres ou de classe média: pela estrutura social do nosso país podemos deduzir que as leitoras desses blogs (90% delas) são meninas pobres ou de classe média que não podem comprar as bolsas originais. Logo, se a blogueira sub-celebridade que exalta as bolsas de grife (e as proprietárias dessas bolsas) diz que as bolsas de moletom são incríveis, que custam “só” 450 e que não são cópias e sim uma linda inspiração e que ainda recomenda que as leitoras não morram de ansiedade como ela está morrendo é lógico que muitas delas vão cair no papo e engordar as hipotéticas listas de espera.

    3) Má-fé com os consumidores: ponto citado pela nossa querida DCNL. Uma consumidora adestrada pode pagar 450 com gosto porque ela sabe que a bolsa original é caríssima e inacessível para ela, ela sabe que está pagando 450 porque o exemplar é de moletom e paga feliz até mesmo porque a bolsa foi abençoada por alguém que ela segue (blogueira sub e blá blá blá…). Errada ou não, ela comprou uma cópia sabendo que era cópia (fato que por si só fez com que ela valorizasse e desejasse essa bolsa). Mas como ficam os consumidores não adestrados? Como ficam as pessoas que não sabem que essa bolsa é uma cópia? Essa bolsa de moletom é tão cara porque é uma cópia de um produto mil vezes mais caro e isso justifica o preço dela. Se eu sei que é uma cópia e aceito esse fato e quero pagar por isso tudo bem, tanto a loja que comprou como o cliente tiraram “vantagem” do negócio. Mas os consumidores que não sabem que isso é uma cópia, que aliás nem sabem o que é uma alexa ou uma birkin como ficam? Ou seja eles correm o risco de comprar uma cópia sem saber que é uma cópia. Se eles soubessem eles comprariam? Será? Eu duvido que na loja eles coloquem uma plaquinha que diga “cópia da Balenciaga motorcycle”. Essa informação só é passada para as leitoras dos blogs justamente porque elas são adestradas.

    Esse é o meu ponto.

    Abraços a todos!

    • 01/08/2010 21:30

      Achei ótimas as suas colocações, Rosa. Só acrescentaria o seguinte, que inclusive já falei acima: acho muito difícil alguém pagar 450,00 por uma bolsa “qualquer” de moletom. Só paga quem sabe que é cópia. Se a bolsa ainda fosse de couro, claro que haveria muita gente mais comprando ( tome como exemplo as bolsas da Shoestock, que são cópias, não literais, mas cópias tb, mas são de couro – nesse caso acredito que muita gente que nem conheça o modelo original compre pq achou bonito). Bem como os spatos Schutz e Arezzo. Muita gente compra pq acha bonito e nem sabe de onde saíram.

      • Larissa Popp Link Permanente
        02/08/2010 6:18

        Paola, eu tinha visto seu comentário aqui e preciso contar oq aconteceu comigo hoje.. eu fui à Shoestock hoje conhecer o outlet que estrearam dentro da loja, e comprar uma bolsa nova. Havia várias bolsas “inspired”.. aí eu fiquei meio que fugindo das que eu sabia q eram inspired, e acabei comprando uma estilo carteiro que eu queria há séculos (bem antes dessa febre de Alexas e PS1s por aí) e uma preta pra trabalhar. Agora há pouco vi q uma das bolsas q eu amei era uma cópia de um modelo da Chloé.. e eu nem sabia q existia, quase comprei! Independente das bolsas serem de couro (caso da shoestock) ou moletom, eu não acho certo fazer cópias.. mas se vc não conhece os modelos originais – como eu que conheço poucos – acaba comprando sim, porque as bolsas são lindas, bem acabadas, e com preço razoável!!

    • Anônimo Link Permanente
      01/08/2010 21:58

      Muito oportuno! Quase comprei um vestido caro de perua, de uns 700 reais, e bem na hora de pagar, a dona da boutique soltou a pérola:

      - Ai, quem te ver assim no casamento, irá pensar que você está usando um legítimo Carmelitas…

      E eu perguntei:

      Mas que diabos é Carmelitas?

      E a vagaba respondeu:

      - É uma marca super cara, e essa que você está levando copia com perfeição.

      Concluí:

      Não, não vou levar uma cópia! Ainda mais por suados 700 reais. Tchau.

      Quase comprei uma cópia caríssima. Isso é revoltante! Essas meninas não devem mesmo falar para os frequentadores de Oscar Freire, que isso é uma cópia. E cá pra nós, ninguém tem obrigação de conhecer as originais, não é?

      :*

  154. Natália M. Link Permanente
    01/08/2010 20:16

    Sabe “De Chanel” eu fiz hoje minha primeira visita a este blog e devo reconhecer que gostei dos seus argumentos tal como apreciei o montante de conteúdo sobre o qual eles se sustentam. Essa primeira vez (como a maioria delas -sem ironias baratas-) me causou uma certa estranheza, contudo penso que tudo é uma questão de adaptação. Entretanto vamos ao que interessa, posso afirmar que me restou um certo questionamento diante da leitura do seu post e gostaria que a digníssima dona do blog me dissipasse uma dúvida, que muitos aqui podem até classificá-la primária, que seja. Percebi, assim como alguns visitantes que já comentaram anteriormente, que seu discurso é permeado de “ódio e paixões” e respeito esse modo de expressar um ponto de vista. Porém, obscura mostrou-se, ao menos para mim, a seguinte passagem do seu post: “Erro 3: usar o nome da marca original, nem que seja para fazer piadinha. Acredite em mim, anunciar uma Balenciaga de moletom ou uma Balenciaguinha cute fofinha é pior que anunciar uma Palenciaga. O mico do chinês é menor que o seu. Porque nem o nome da marca você respeitou, caro salafrário.”… quando li esse trecho fiquei um pouco confusa no tocante ao nome do blog “De CHANEL na Laje”. Será que o “De” do nome citado ou a terminação dele “na Laje” já excluiria o sentido ou significado da palavra central (Chanel)? Entende?
    Adoro discursos apaixonados se não fosse por um detalhe… em alguns casos, a “paixão” ofusca o bom senso…
    Digo, apresenta-se tormentosa para mim a idéia de que alguém critica certa coisa com tanta veemência e, contraditoriamente, se perde pelo caminho, ainda que por distração ou descuido…
    Penso que o fato da senhora utilizar o nome da consagrada e mundialmente conhecida marca Chanel, mesmo que por ironia ou crítica, com o fim de disseminar seu ponto de vista, ainda que tal denominação tenha ganhado certa “capa” ou “fantasia” – De…na Laje”-, vai de encontro a ética, criatividade e originalidade tão defendidas aqui. Não me leve a mal, como eu disse anteriormente apreciei seu trabalho e gostaria de aceitá-lo internamente de maneira plena, mas… para tanto, a despeito do julgamento e contragosto de alguns que venham a ler este comentário, poderia a senhora “De Chanel” esclarecer o entendimento por mim apreendido?
    Certamente seu texto foi elaborado para alcançar grandes proporções…imagino que, por todo o ideal suprapregado por você, distante está da sua pretensão restringir a crítica exclusivamente àqueles que se aproveitam do nome de uma marca famosa para vender produtos de má qualidade…pelo que percebi ainda, na caixa de comentários existem muitas interpretações extensivas…seria extensivo demais, seguir a linha por você traçada e não concordar com o emprego do famoso nome da marca em questão num blog que, quer queira quer não, promove a expansão do “modo de ver” de uma pessoa dentre tantas?
    E se, por desventura, tal blog não corresponder a expectativa gerada por um nome tão pomposo e grandioso?
    (A propósito, não costumo endeusar fontes do consumismo…mas notei que isso é prática comum neste blog e facilitaria a compreensão).
    Grata por toda atenção dispensada.

    • 01/08/2010 20:26

      Jura que vc escreveu isso?

    • 01/08/2010 23:12

      Natália, eu acho que posso responder ao seu questionamento de forma bem objetiva: eu não quero ganhar dinheiro com este blog.

      Portanto, não vejo nenhum problema no uso do nome da marca nesse caso.

    • 02/08/2010 3:10

      Mas tem gente que viaja, viu Natália? Se você tivesse pensado um pouco mais entenderia que o nome do blog representa uma ironia e que aqui ninguém está querendo se promover ou ganhar dinheiro com nada.

    • Anônimo Link Permanente
      02/08/2010 3:19

      De Chanelzinha, vc percebeu como ela escreveu “bunito” pra tentar te impressionar? Pena que ela usa vírgula entre sujeito de predicado e não sabe usar crase. hahahaha!!!

      Não ligue, De Chanel… Ela te elogiou, depois caiu em contradição, depois atacou o nome do blog, depois se fez de humilde, bem coisa de quem não tem argumento. Deve estar se sentindo ferida por alguma razão.

      • 02/08/2010 3:39

        Acho que ela tem uma Birkin de moletÃO… Foi mal, mas não aguentei…

    • 02/08/2010 7:25

      Quanto drama pra fazer uma pergunta!!!! E pior que não fez sentido!!!

    • 02/08/2010 7:31

      Já matei a charada, senhora Natália! haha…

    • Anônimo Link Permanente
      05/08/2010 17:48

      Estudante do 2º período de direito sempre escreve esses discursos ‘prolixos’ enoooormes e no fim acabam sem dizer nada….. aff….

  155. 01/08/2010 20:18

    Correção: “tanto a loja como o cliente tiraram vantagem disso”…

  156. 01/08/2010 20:24

    Também vi alguns questionamentos sobre o preço da bolsa. Acho que é a primeira coisa que chama atenção das pessoas com neurônios. Mas não podemos esquecer que o preço da bolsa se justifica pelo fato dela ser uma cópia de uma bolsa que originalmente custa muito, muito mesmo. Vocês podem citar o preço do metro do moletom, podem questionar os salários recebidos pelas costureiras, podem dizer que é fácil fazer uma bolsa dessas e terão toda a razão do mundo. Apenas não esqueçam que não é o material que faz a bolsa ser cara nem o trabalho das costureiras, o que faz a bolsa ser cara é o modelo que está sendo copiado. Um modelo desejado por muitas pessoas que não podem comprá-lo. Tudo isso apenas realça o oportunismo e desejo de lucro fácil e instantâneo tão bem relatado no post.

  157. Natália M. Link Permanente
    01/08/2010 23:48

    Te entendo De Chanel, mas tem algumas coisas que podem advir deste blog que vão além de cifrões, tais como: fama e reconhecimento, repercussão, aceitação ou desprezo, antipatia, admiração e outras coisinhas que (pasme!) não são economicamente valoráveis. E seria razoável lembrar que todos esse “frutos” vincular-se-ão, indiretamente, ao nome da marca que “emprestou” o nome pro seu blog. E, sem querer alimentar possíveis incômodos, me resta uma última dúvida… séra que o fato de atribuir um nome de destaque a algo até então anônimo não atrai certos olhares para o que se pretende abordar?
    é isso.

    • 01/08/2010 23:58

      Ai, Natália, eu acho que já respondi ao seu questionamento. Você está buscando uma incoerência entre o meu discurso x nome do blog, respeito a sua tenaz intenção. Só que o meu discurso é muito claro: essa empresa está usando o nome de uma outra marca para ganhar dinheiro. Mais claro, impossível. Eu não estou usando o nome de marca nenhuma para ganhar coisa alguma. Eu tenho a maior boa vontade para responder a qualquer tipo de questionamento, mas não consigo ver o fundamento do seu. Uma comunidade do orkut chamada “amo Chanel” deveria ser fechada? A intenção de usar Chanel no nome do blog nunca foi a de chamar atenção para coisa alguma, a não ser que os diabinhos capitalistas do meu inconsciente tenham planejado isso, porque se você quer saber a verdade o nome desse blog saiu do nada, sabe? Veio à minha cabeça e eu achei legal. Simples assim.

  158. 02/08/2010 0:04

    Não sei quem falou isso, mas é uam verdade absoluta: Só fazem essas coisas porque alguém compra… Confesso, humildemente, que tenho uma LV falsa (que paguei R$200,00 – mas na época que eu comprei, há uns 7 anos atrás era boba e achava que precisava de uma pra ter algum status)… mas hoje em dia condeno muito isso! Acho que se vc quer uma coisa, tenha um original, porque certamente aquele preço é justificado de alguma maneira…

    O que não admito é cópia descarada mal feita, sabe? Eu nem acho essa Alexa da Mulberry bonita, mas onde vc quiser vc acha “inspired” por aí… Um absurdo é vc fazer uma cópia, de moletom (aloow!), chamar isso de “tudo que vc queria ter” e cobrar R$450!!! Gente, por esse preço eu compro uma inspired, sem rótulos, de uma boa marca, vou pagar menos e vou ficar feliz…

    Te dou razão nessa sua implicância… não estudei moda, sou apenas uma entusiasta… mas como acompanho esse mundinho há algum tempo, a gente logo percebe quem é entusiasta de coração e quem é de carteirinha (ou seja, foi pago, pra isso – seja com produto, divulgação ou grana mesmo). E o pior, inspira outras meninas, mais novas ou menos experientes que simplesmente querem tudo que é “it” (odeio essa expressão) – Sério, economizem seu dinheiro e invistam em estilo próprio!

    Sempre acho que meus comments aqui não fazem sentido, mas eu adoro seus posts e esse é mais um que eu assino embaixo!

    beijos

  159. Natália M. Link Permanente
    02/08/2010 0:06

    Só para encerrar, qualquer tipo de autopromoção valendo-se de nome alheio é repróvavel.

    • 02/08/2010 0:20

      Ou seja: concordamos. Que bom.

    • Rafaela Link Permanente
      02/08/2010 3:05

      Sem querer parecer chata, mas são dois pesos duas medidas?
      Para ganhar dinheiro não pode, mas para brincar pode?
      Adoro o seu blog e foi você que nos tirou da casinha para refletir, viramos um monstro? rs
      Não desanime se estamos fugindo do assunto, afinal veja quantas reflexões vc conseguiu tirar.

      • Anônimo Link Permanente
        02/08/2010 3:29

        Querida, a 1ª regra pra não PARECER chata é não SER chata.
        Sobre a sua pergunta: sim, vcs viraram uns monstrinhos. Mas a culpa é da Camila Coutinho (ler m* dá nisso) ou da professora de literatura de vcs que não ensinou interpretação de texto e ironia. Telecurso 2000, gata!!! Dá pra baixar na internet digrátis. Fica a dica.

      • Anônimo Link Permanente
        02/08/2010 3:33

        E é calaaaro que pra brincar pode e pra ganhar dinheiro não. A gente vive num mundo movido movido a $$$$$$. Quer que a titia desenhe? Fica tranquila. Se vc não gostar pode se mudar pra Cuba ou pra Coréia do Norte.

      • 02/08/2010 3:38

        Gente, agora Chanel virou Deus? Não pode usar o santo nome em vão? vamos exercitar um pouco a ironia, né?
        Faz bem e é grátis…

      • 02/08/2010 3:54

        By the way gatz, a expressão conhecida é “um peso duas medidas”. Se bem que vc acertou nesse caso pois são “dois pesos duas medidas” mesmo, ou seja, uma coisa não tem nada a ver com a outra. Vcs tão viajando legal.

      • Rafaela Link Permanente
        02/08/2010 5:27

        Nossa, não sabia que para estar aqui eu deveria ser vaquinha de presépio igual as leitoras dos blogs das bolsas de moletom que tem que amar tudo o que a dona do blog diz. Não é aceitável uma opinião que não seja: ual vc é tudo – Que as mocinhas do presépio descem do salto?

        Não imaginava esse tipo de resposta das pessoas, principalmente aqui! Não dá pra manter o nível?

        Lamentável… gosto do blog, gosto da autora do blog e gostei da iniciativa, só achei que antes de sair apontando o dedo para os outros, precisamos olhar para nós mesmos, só isso.

        Agora Juquinha (anônimo) se vc é tão perfeita, faz tudo certinho, vai ali carimba o seu ticket e vai de encontro a luz, porque o céu é o seu destino. Ainda mais com essa educação que recebeu da mamãe.

        De Chanel, sinto por esses comentários… Achei que encontraria um lugar bacana para trocar idéias sejam elas positivas ou negativas. Por isso não precisam se dar ao trabalho de falar mal e estragar os comentários de um blog tão bacana com barracos, porque não voltarei a comentar.

        *Quem é Camila Coutinho?

      • 02/08/2010 7:35

        Então Rafaela, eu discordo de você. Eu não acho que as meninas responderam sem educação ou foram rudes. É porque a impressão que dá é que é óbvio que o nome “De Chanel na Laje” é usado de forma sarcástica e ironica. Se você ler o about e ler o conteúdo do blog, voce verá que faz sentido e que não existe nenhum tipo de uso indevido do nome Chanel. É uma piada, e se ainda assim as pessoas querem comparar as cópias das bolsas grifadas com o nome desse blog, ainda assim há uma grande diferença: uns estão lucrando com a fama alheia e outros não.

      • Valeria Link Permanente
        05/08/2010 19:51

        Então, agora, se eu tenho uma filha e acho legal chamá-la de Chanel (como a modelo Chanel Iman) eu tô copiando,né?

        Coitada das Beatriz, Maria Eduarda, Valentina e afins que nascem dia após dia nesse Brasil de meu deus.
        Imagine? Você processa sua vizinha porque ela botou o nome da filha de Maria e você (PASME) tinha pensado nisso antes.

        Ao pé da letra, seria assim.

    • 02/08/2010 13:41

      A Natália M. escreve um texto gigante me questionando, eu respondo numa boa, ela escreve outra vez, eu respondo outra vez, e ela volta a escrever? Para que forçar tanto a barra batendo na mesma tecla? O que ela quer que eu diga: “ok, Natália, se Chanel aparece no nome deste blog eu automaticamente tenho que ser a favor de cópias e de falsificações para você não me achar incoerente”? Eu sei que cabe a mim diferenciar quem está questionando numa boa de quem parece que só quer avacalhar, e dessa vez eu errei. Realmente eu pensei que ela estivesse interessada em conhecer a minha postura…

      Desculpem-me, mas usar o nome de uma marca de uma forma irônica no título de um blog mantido por uma pessoa anônima que não tem a menor intenção de se promover ou de ganhar dinheiro com isso não é a mesma coisa que fazer 500 cópias de um modelo de bolsa de outra marca, investir em publicidade massiva em 30 blogs e vender por R$450.

      Montar um grupo no facebook dizendo “amo Balenciaga” não é o mesmo que falsificar bolsas Balenciaga. Por favor, né? Os objetivos são diferentes. Se certa vez um grupo de pessoas não tivesse usado o nome da Peugeout para montar um blog reclamando de certo modelo defeituoso, esse mesmo modelo não teria sido retirado do mercado e os clientes não teriam recebido um carro novo. Ou seja, usar o nome de uma marca para se expressar não é um crime. Para ganhar dinheiro, sim. Simples assim.

      No entanto, se alguém pensa que é, tudo bem, sem dramas. Ninguém é obrigado a concordar comigo. Aliás, quem lê os comentários deste blog sabe que as pessoas que por aqui passam nem sempre concordam comigo, coisa que eu acho ótima, por sinal. Os leitores daqui não são vaquinhas de presépio, definitivamente. Se a essa altura alguém pensa assim, a única coisa que posso dizer é que essa pessoa não captou o espírito da coisa.

      Sinto muito, mas a Natália M. conseguiu o que ela queria: desviar o foco do assunto. Já foram mais de 10 comentários com esse papo de nome do blog. Para mim, já deu. Não dá para forçar taaaaanto a barra, né?

  160. 02/08/2010 3:04

    Queridinha 2.55 agora vc tocou em um assunto que estava trabalhando a um temppo, pois estava cheia de coisas a fazer então só ficou pronto este final de semana, vou postar pois também quero mostrar minha indignação com esta situação atual do mercado.
    Essa semana me deparei com várias “IT” com a Birkin de moleton aff , aí pensei em fazer um post com esse “novos Lançamentos” de moleton que apareceram e os demais que não são de moletom mas também são nada mais que cópias.
    A questão que eu quero mostrar é a cópia por 99% das empresas do ramo.
    estou cheia de ver cópias nas lojas de roupas, sapatos, bolsas, agora até carro, pode?
    O pior é que como não respiro moda 24hs, acabo comprando muita coisa copiada por pura ingenuidade, pois ás vezes nem descubro que é cópia ou quando descubro já é tarde.
    Não sei se é assim mas tudo que é vendido é copia de algo?

  161. 02/08/2010 3:35

    A regra é a seguinte: se eu (ou alguém da turminha em que quero me inserir) gosto ou ganho com isso, pode. Depois arrumo uma desculpa, digo que é inspiração, digo que mudei o material.
    Se são os outros, não pode. Quem nunca abriu um blog desses e viu elas metendo o pau nas LV, Chanel falsificadas, blog este que hoje diz que morre por uma cópia de moletom.
    Me poupe!

  162. 02/08/2010 3:46

    De Chanelzinha, perdi “preciosos” momentos do meu final de domingo dando uma olhada nos comentários dos blogs linkados (desculpa, detesto fantástico e respectivo está dando plantão) e tenho 2 notícias, uma boa e uma ruim. Qual vc quer 1º???

    A boa -> as leitoras do Garotas Estúpidas fizeram uma rebelião fantástica nos comentários da bolsa de moletom e estão pedindo retratação por parte da Camila e posicionamento sobre a mudança na opinião dela sobre cópias. Muito bom!

    A ruim -> as leitores do Sanduíche de Algodão amaram a bolsa e todas elas PRECISAM muito de um exemplar. Uma leitora chega a citar um futuro rombo na conta bancária, tadinha. Fail.

    Será que ainda podemos ter uma ponta de esperança?

    • 02/08/2010 7:41

      Raquel, você acredita que eu comentei em ambos os blogs. No primeiro, o meu comentário foi aceito, e eu tinha visto muita gente com a mesma opinião. Já no Sanduíche, meu comentário foi para moderação e foi negado! Haha! Sabia! E sabe por que: Se você ler o post sobre as bolsas, a Helo disse que a dona da Pop Up iria pessoalmente ver os comentários do blog dela para anotar sugestões de outras bolsas que as meninas gostariam de ver (copiadas)!!! óbviamente que a Helo não iria querer o meu comentário discordando, então deletou!

  163. 02/08/2010 4:00

    De Chanel, bem que vc podia fazer um post falando do que vc acha das lojas de departamento ou fast-fashion (não só da zara mas de todas elas). É só uma idéia ok? Lembro do seu post da h&m e vc comentou que não curte a zara. Vc compra em alguma? Queria saber o que vc das nacionais também, c&a, renner, riachuelo.

    Obrigada, bjos!!!

  164. Marcella Link Permanente
    02/08/2010 4:25

    Vamos brincar de fazer o consumidor de otário né? Fazer cópia dessas bolsas é o caminho mais fácil pra engordar seus cofrinhos, afinal ,essas bolsas tem todo o glamour em torno delas. Fabricar uma Balanciaga é pergar carona no “must have” que a bolsa provoca. E pior, ainda fica usando o nome da marca livremente, querendo ser, como vc disse, “engraçadinho”. Mas a pior parte está por vir. Sabendo que essas bolsinhas não serão nada sem um belo de um marketing, o que as mocinhas fazem? Contratam as blogueiras para divulgar!!! As nossas queridas blogueiras mostram meio que por acaso, “ops, sai de Recife para São Paulo, assim do nada, desci de mala e cuia no meio da Oscar Freire, pra encontrar minhas amiguinhas que estavam, olha que coincidência, tirando umas fotos pra Pop up”. Segurem seus cartões de crédito, bolsinhas de malha (sim, moletom pra mim é malha) são o novo esmalte Big Universo. Aquele que saiu do “feirão” e foi parar nas prateleiras mais chiques (dobrando de preço, vale salientar!!). E todas as discípulas correm, fazem fila de espera para coneguir a sua sonhada bolsa que Camilas, Helos e Mariahs amam.

    Pra cima de não!!! Adoro moda, adoro blogs de moda, e se tivesse dinheiro sobrando (sim, tem que ter dinheiro sobrando pra pagar dois mil reais numa bolsa), não pensaria duas vezes em adquirir uma Balanciaga, mas eu não sou idiota! Cópia é cópia, ora bolas! Na hora de falar mal das bolsas chingling elas são as primeiras, mas empresária riquinha pagando, td fica lindo né?
    E tem mais, essa Raphaela Avena, que ficou defendendo aqui a bolsa, é pq tá doida pra entrar no jabá tmb, e como ficou de fora, não vai falar mal né? Prontofalei!
    Só mais uma coisa, eu não conhecia a 284 (a da Hérmes), e quando estive em SP recentemente, fui lá. Trash total gente. A loja tem 5 modelos de roupa, todas em viscolycra, com preços bem salgadinhos, uó. Nem luz tem na loja (acho que pra ninguém ver os defeitos da roupa), a única coisa que presta na loja são os picolés que eles oferecem aos clientes.

  165. 02/08/2010 5:18

    De Chanel, mas qual a sua opinião sobre ter um modelo praticamente igual a Alexa bag, mas que não é cópia (só inspirado descaradamente) comprado no Bom Retiro por R$ 70? Foi esse o caso que aconteceu com a Chanel 2.55 né? Começaram a surgir mil bolsinhas iguais, com a diferença de não ter os ‘C’ cruzados na frente.

    • 02/08/2010 14:08

      Eu acho o modelo da bolsa da Alexa um clássico, quer dizer, não vejo nada de inovador ou de especial nele, sabe? O maior mérito dessa bolsa foi o de tirar esse tipo de modelo do fundo do baú e popularizá-lo outra vez. Então, eu acho que é normal que surjam muitos modelos parecidos. Você tem que ver se o modelo da bolsa em questão é igualzinho ao da Alexa (como essa de moletom, por exemplo) para saber se é uma cópia.

      • 02/08/2010 16:20

        Bolsa de vovó, hehehe. Mas eu gosto. Acho prática, eu compraria se tivesse dinheiro e se estivesse precisando de uma bolsa. Acho o modelo da bolsa Alexa bem bacana.

      • 02/08/2010 17:51

        olhando assim a olho nu, é praticamente idêntica, agora se for analisar um pouquinho o corte e tal… mas é o msm caso da 2.55. idêntica! é cópia, mas não é falsificação. não acho que tenha problema em usar caso vc nao tenha 3 mil reais pra dar na verdadeira. E foi o que todo mundo fez com a 2.55!

  166. 02/08/2010 5:28

    Ah sim, só acho que todo mundo esquece que cópia ou falsificação não é só aquela coisa malfeita e escrito Chanel com 2 N. E também não existem só na China. Basta ir no Camelódromo da 25 de março que tem um box com as falsificações mais perfeitas que já vi! Birkin com plaquinha com nome e número de série, Goyard com o nomezinho escrito perfeitamente na estampa, acabamentos ótimos e tudo por R$ 600 e R$1.600 reais! Já tem até a Chanel Cocoon pra quem quiser… Vai dizer que não dá pra botar em cheque qualquer bolsa grifada que essas blogueiras usam por aí jurando que compraram no exterior?

    • Anônimo Link Permanente
      02/08/2010 7:08

      Duvido muito que elas não compram bolsas falsas! Discurso hipócrita! Se nós que não entendemos nada de moda, compramos sem querer uma “inspirada” (falsa), imagine essas moiçolas que não são filhas do Abílio Diniz.

      Cá pra nós, com 10 mil elas compram, na 25 de Março, toda a coleçâo de It bags da temporada para poder fotografar o “look” do dia, porque blog é dinheiro, né?

      O closet delas é o mostruário da superficialidade: as roupas são penduradas com as etiquetas (usam uma roupa nova sem lavagem prévia… nojo), as bolsas são na maior parte falsas e as gavetas estão cheias de maquiagem vencida porque a embalagem é Chanel/NARS/MAC (sai bem na foto). Rá! Amo cada uma dessas meninas, mas tenho nojo das atitudes delas.

      • 02/08/2010 21:20

        “O closet delas é o mostruário da superficialidade: as roupas são penduradas com as etiquetas (usam uma roupa nova sem lavagem prévia… nojo), as bolsas são na maior parte falsas e as gavetas estão cheias de maquiagem vencida porque a embalagem é Chanel/NARS/MAC (sai bem na foto). Rá! Amo cada uma dessas meninas, mas tenho nojo das atitudes delas.”

        Primeira coisa q eu faço e lavar antes de usar. Q nojo usarem sem lavar. Sera q com a lingere acontece o mesmo?
        Aff! Isso ja e falta de vergonha na cara guardar makes vencidas,nao?

    • 02/08/2010 14:02

      Realmente, Bia, existem falsificações perfeitas, com serviço completo: número de série e inclusive nota fiscal. Veja este site que está fora do ar com uma parte da sentença que condenou os donos: http://www.high-replica.com/ Não é à toa que essas marcas dão cursos aos funcionários para que eles possam diferenciar as cópias das originais e inclusive classificá-las (existe uma classificação do nível de perfeição das cópias). Complexo.

      • 02/08/2010 20:57

        DeChanel o engracado e que alguns falsificam com o numero de series iguais, sabia?
        Aqui e o paraiso de lojas de usados e novos de marcas luxuosas. Constantemente em algumas lojas tem alguns fakes no meio tambem. Sexta-feira passada eu fui em um bairro aqui vizinho e la tem uma loja que vende usados. Tinha uma Giant motorcycle usada por U$970 dolares. Achei caro por ser usada, mas acompanha a nota com o nome da antiga dona e etc… Acontece que existem muitas lojas que nao dao a nota,devido a antiga dona nao ter e etc… Ai eles vendem ate um pouco mais barato.
        Mas, teve um dia que eu e minha amiga estavamos em uma dessas lojas e vimos uma Balenciaga Party time por U$550 dolares e achei estranho, pq estava a metad do preço.
        O dono da loja era coreano, ai ja tive a certeza q era fake. Fomos olhar a placa e tinha ate cartaozinho viu?! So que eles repetiram o mesmo numero em uma outra bolsa. Fui olhar uma outra e os numeros eram iguais e o homem dizia q era barato pq era usada. Era de couro bem macio, mas qm conhece lambskin sabe a diferenca so pelo toque. Eles fazem ate cartao igual, e incrivel que usam ate um bom material.
        O ruim e que muitas compram achando q e original, pq existem muitas lojas aqui, onde os proprietarios viajam para Europa e trazem muitos modelos para a venda aqui. No mes passado eu fiquei super feliz com a grife Christian Louboutin. Eu recebi uma mensagem de alguem que cuida da pagina dele no Facebook( nao sei se e ele mesmo) respondendo a minha pergunta sobre o reparo das solas. Eu estava triste, porque usei muito uma ankle q eu tenho dele e a sola estava um pouco arruinada.Perguntei se poderia ter um reparo e ele me passou o email do responsavel pelo reparo. A vantagem de comprar algo original e essa ne?! Voce obtem assistencia. Mas, sera que essas bolsas de moleton, teria uma assistencia? Se descosturar o que acontece?
        Com as Balenciaga originais vc tem reparo e com as de moletom?
        Bjs

  167. 02/08/2010 16:21

    fiquei super curiosa em ver as tais bolsinhas de moletom copiadas….hahahaha quem é o trouxa que compra isso. Trouxa cafona, ne?
    Eu nunca entendi o que leva alguem a comprar algo falsificado ou copiado (pra mim os dois estao no mesmo saco). Compre uma bolsa estilosa, em algum mercado de rua, feito por um artista com oinspiracao original. Pra quem quer ser o que nao eh? Pra provar pra quem? Sai por ai orgulhasa de carregar algo unico, uma versadeira amostra da criatividade. As pessoas deveriam se envergonhar de desfilar com falsificacoes (nao so pela cafonice da cisa, mas tb pelo lado ideologico que isso acarreta…sem falar no trabalho escravo infantil na China, etc..)

    • 02/08/2010 17:57

      acho que cópia e falsificação são duas coisas bem diferentes. Até porque na vida nada se cria, tudo se copia. Então como vc pode provar que a bolsa que você comprou no artista de rua não é (até mesmo sem querer) parecida com alguma outra bolsa do mundo? É só ver que a moda existe há milhares de anos e em qualquer lugar do mundo! Chega uma hora que fica dificil não ver toques de um produto em outro! Se você não quer cópia nem inspiração, não pode mais comprar na Renner ou C&A ou qualquer outra loja brasileira, e deve passar a comprar só em Chanel, Balenciaga, porque elas investem numa equipe de criação foda pra fazer coisas originais (e nem sempre estão livre de comparações, basta ver inúmeras comparações de desfiles que tem pela net)!

      • Anônimo Link Permanente
        04/08/2010 8:21

        Esse discurso de dizer “não compre na C&A e Renner porque elas SÓ copiam” parece algo muito superficial. Até meu filho de 5 anos de idade sabe fazer um castelinho de macarrão no prato, sem nunca ter visto um antes na vida. Meu filho não é remunerado para tal… O mínimo que a equipe de estilo das fast fashion deveriam fazer é criar alguma coisa. Ou contrate meu filho.

        Conversa tola essa de dizer que só nas grandes grifes que existe equipe de criação competente para fazer algo único. Dá nojo ler algo assim.

  168. 02/08/2010 17:12

    Oi, DeChanel.

    Só para dizer que fiquei tão encucada que levei a discussão para o boteco nesse fim de semana. Pq boteco é sempre o melhor lugar para discutir :)

    Acho até que vai virar post lá no blog – se virar, jogo o link pra cá e você fica sabendo.

    Beijos

  169. 02/08/2010 17:19

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk vc é muito doida! mas eu te amo…. que post maravilhoso!

  170. 02/08/2010 17:27

    De Chanel,

    Discordando de todo mundo que comentou aqui (sim, eu tenho esse direito!), não acho seu post muito diferente do que “essas” blogueiras fizeram. Elas defendem a moda pateticamente, sem avaliar maiores consequências, vendendo posts e anúncios de produtos ridículos e faltando com uma característica imprescindível em qualquer profissão, tal qual, característica em falta aqui também: ÉTICA!
    Volta e meia visito seu blog, assim como, visito constantemente o GE. Sabe o motivo? Eu sou inteligente o suficiente para extrair da mídia apenas as informações úteis pra minha vida. Minha opinião não é formada com base nos seus posts ou no de outros blogs. As visitas são por diversão, escape da realidade estressante e tal. Não compro nem a original (por falta de verba mesmo!) nem as cópias baratas. Compro e ostento apenas aquilo que posso adquirir com o suor do meu trabalho, conquistado através de anos de estudos e dedicação. Assim, hoje posso me dar ao desfrute de perder meu tempo lendo blogs como o seu ou como o da “Estúpida” sem retardar meu conhecimento e opinião. Posso ter momentos de futilidade sem preconceitos e posso achar bonito o que eu quero. Tô adorando essa onda de peças de moletom – não ponho em questão a polêmica da imitação, isso não rola. Mas a moda tá aí, é isso mesmo! Cada um busca, deseja, gasta, divulga o que quer, se formos parar pra avaliar o que é correto no mercado mundial, não fica praticamente nada. Aí, começaria tudo de novo: Cópias, inspirações, blábláblá… Pq o consumidor nunca tá satisfeito. Maquiagem copia maquiagem, sapato copia sapato, jóia, é tudo assim mesmo. Maaaas, falei demais e fugi do assunto: nada justifica vc ter colocado um link de outros blogs no post pra fazer referência aos modelos de bolsas. Sério?! Vim pra minha visita diária e não acreditei! Senti-me ferida, sabe?! A gente acredita tanto na conduta de algumas “pessoas/sites” que quando vê um desvio desse fica passado. É isso! Não gostei, pra mim essa atitude desfez tooooodo o seu post desabafo!!
    P.S. peço desculpas por qualquer erro gramatical mas tô correndo aqui no trabalho e foi uma pausa, não pude reler antes de postar.
    abraços

    • 02/08/2010 17:55

      Claro que vc pode discordar. Pelo menos neste blog aqui vc pode, está certa de aproveitar a oportunidade. Só não entendi qual o problema de linkar, Internet é isso aí, interatividade. Se eu descobri a existência dessas bolsas nos blogs em questão, qual o problema de linkar? As fotos que estão rolando na Internet são delas, as informações sobre a bolsa também. Ou seja, o crédito é todo das promotoras da bolsa, apenas respeitei esse ponto e linkei em vez de “roubar” as fotos.

      Agora, se vc se sentiu ferida, desculpe-me, não foi a minha intenção. De toda forma, recomendo que vc indague no seu interior a razão de ter se sentido *pessoalmente* ferida. De toda forma, desejo melhoras.

    • 02/08/2010 18:03

      desculpe mas eu não entendi a sua indignação… eu acho beeem pior se ela ficasse falando mal sem dizer a quem está se referindo.
      detesto quem não dá “nome aos bois”. e acho que se eu tivesse que indicar um defeito desse blog é o fato da gente não saber quem é a autora.. mas acho que isso é proposital, para a gente discutir o assunto e não quem está falando – porque as pessoas tem o péssimo hábito de atacar as pessoas pessoalmente em vez de discutir.
      acho que blogs como esse podem causar uma revolução na tal da “blogosfera feminina”. a quantidade de comentários negativos lá no post da Camila foi por causa deste post, alguém tem dúvida? concordam que se as leitoras começam a questionar esse tipo de atitude das blogueiras, as marcas vão pensar duas vezes antes de convidá-las para anunciar seus produtos? eu jamais pagaria pra uma blogueira divulgar minha marca sabendo que as leitoras são críticas com relação a isso e o negócio pode se voltar contra mim..
      as marcas procuram as blogueiras porque sabem que elas influenciam a opinião das compradoras.. e as leitoras procuram os blogs para verem opiniões imparciais sobre os produtos.. quando essa lógica começa a ser subvertida e as blogueiras fazem tudo por dinheiro, as leitoras tem que questionar, sim, para que isso acabe. E o jeito de questionar é deixar de ler o blog ou deixar comentários negativos. Só assim elas perdem a credibilidade: se o blog é pouco acessado e se as leitoras só fazem críticas, quem é que vai continuar financiando essas blogueiras? Acho que deveríamos fazer um trabalho de guerrilha pra deixar comentários nesses blogs sem noção! Se uma pessoa só comenta negativamente, a dona do blog deleta o comentário ou diz que é inveja, falta de educação, e fica falando que o espaço é dela.. (na interpretação mais ridícula da liberdade de expressão que eu já vi.. internet é pública!). Se houver mais comentários negativos com certeza as blogueiras vão pensar duas vezes no que escrevem e as marcas vão pensar duas vezes antes de propor certas “parcerias”.

    • 02/08/2010 18:30

      Olha, Ana, eu acho que vc está subestimando a capacidade das outras pessoas. Assim como vc, muitas aqui tb leem vários blogs, eu inclusive! E acho que só lendo muita coisa que a gente pode exercitar esse racicínio crítico.
      Até jornal aqui na minha casa temos 3 por dia! Cada um tira as conclusões que quiser do que leu.
      E aposto que o fato dela ter colocado o link, fez com que o movimento desses blogs aumentasse muito!
      Como disse a Larissa, melhor falar às claras do que fazer insinuações. Assim quem quiser vir aqui defender seu ponto de vista pode vir ( se bem que até agora não apareceu ninguém..)
      E o foco principal do post não são nem as blogueiras, é o produto! As blogueiras entraram como veículo, só.

  171. Marcela Link Permanente
    02/08/2010 17:46

    Esse negócio de blogsfera é engraçado…antes eu lia vários blogs, e com o tempo fui ficando mais seletiva.Com o tempo percebe-se quando a blogueira se deixou levar pelas ondinhas do momento e que faz posts para fazer resenhas ou deixar impressões sobra produtos que, claramente, percebe-se que ela está fazendo por estar recebendo uns trocados.Se eu disser que concordo com a opinião de todos(as) blogeiros que acompanho, estarei mentindo. Mas prefiro ler o blog de moça rica, que pelo menos assume que gosta de marcas e que não usaria Renner de jeito nenhum, do que ver blogs daquelas que descobrem achadinhos na C&A e nas feirinhas hippies e de artesanato, pra dar a impressão de descoladas e não receberem comentários negativos.

    • 02/08/2010 18:24

      Eu acho que o segredo do sucesso de qqr blog é autenticidade, ou seja, que ele espelhe, de alguma forma, os gostos e opiniões de quem escreve. Claro que isso implica em fazer escolhas. Não dá pra elogiar Deus e o diabo . Mas é essa autenticidade que faz a gente se identificar com esse ou aquele blog.
      Por isso que muitas preferem o blog das “riquinhas”. Pq,apesar de tudo, são autênticos. Elas vivem daquele jeito que mostram. Muito melhor do que querer passar pras leitoras uma coisa que vc não é. Tem um público pra isso!
      E melhor também do que ser incoerente, metendo o pau um dia numa coisa que vc vai ganhar pra elogiar no dia seguinte.
      Eu sugeri pra DCNL que fizesse um post sobre propaganda nos blogs. Acho que é uma questão bem interessante.

    • 02/08/2010 20:33

      Como a Paola disse: “Eu sugeri pra DCNL que fizesse um post sobre propaganda nos blogs. Acho que é uma questão bem interessante.”

      Acho interessante tambem!

      Isso esta cansando ja!

      Bjs

  172. 02/08/2010 18:09

    Eu não entendo porque não podemos citar um determinado blog para criticar as idéias do blogueiro. Acho normal e saudável discordar de idéias e opiniões. Seria errado, na minha opinião, se DeChanel ou qualquer outra pessoa fizessem julgamentos infundados e ofensivos sobre qualquer blogueira X ou Y. Aí seria falta de ética.

    O problema é que as vezes as pessoas misturam debate de IDÉIAS com OFENSA PESSOAL. Eu admiro várias pessoas pela sua personalidade e bom caráter, mesmo discordando das idéias dela. Acho perfeitamente possível

    • 02/08/2010 22:28

      Os debates interblogs são altamente normais, inclusive. Mas eu entendo a crítica. Esse pessoal acostumado a ler apenas blogs de moda e de beleza desconhece essa realidade da blogosfera.

  173. 02/08/2010 18:11

    Ah, e vocês viram na C&A tem umas “bolsas de corrente” muito bonitas, inspiradas no modelo da Chanel mas elas tem um big laço na frente. Não achei nenhuma foto para ilustrar, mas faz parte da coleção da Isabela Fiorentino.

    Achei cara, mas para mim é um exemplo de inspiração, o q é totalmente diferente de cópia.

  174. 02/08/2010 21:28

    Adooooro seus posts De Chanel! você realmente sabe tocar na ferida! Parabéns mais uma vez!
    Você está prestando um serviço à humanidade! Bjussss

  175. juliana Link Permanente
    02/08/2010 22:16

    aihn gente arrumem o que fazer.. adoro o blog mas poxa zara copia c&a copia TODO MUNDOOOO copia.
    Acho impressionante as pessoas falarem de algo que tanto odeiam, que tanto falam mal!!!
    è ate chato entrar aqui e ver voce falando da vida das pessoas, Para de ler os blogs de moda. para de falar da Daslu da bolsa de moletom. o melhor é mesmo o ignorar.

    QUEM MUITO DESDENHA QUER COMPRAR

    • 02/08/2010 22:25

      Juliana, todo mundo copia, grande argumento. Parabéns.

      Se você não entende por que as pessoas criticam, o que faz aqui criticando, desdenhando?

  176. patricia Link Permanente
    02/08/2010 22:30

    Vi uma cópia da Coco Cocoon da Chanel, lá na vitrine da Datelli e lembrei desse post…rs

    • 03/08/2010 0:03

      A Renner já produziu sua cópia da Coco Coccon também. Vi ontem aqui em Brasília, e, como não podia deixar de ser, lembrei da De Chanel na hora também, haha…

  177. 02/08/2010 22:33

    O mais legal daqui é que a De Chanel interage com os leitores que decidem opinar! Que beleza de blog! De Chanel, post heavy metal! Mais medíocre do que quem produz esse tipo de “produtozinho” é quem compra e ainda faz propaganda. Pior: mediocridade na “velocidade cinco” é achar que, abstraindo-se os aspectos legais, o mercado da falsificação é o salvador das pobres meninas classe média que assistem às novelas da Globo ou aos seriados e séries da tv a cabo, e não podem comprar os mesmos produtos originais que as “it girls” lá ostentam. Oh, Lord!
    Abstraiam os “aspectos legais”, e atentem para os problemas morais, humanos. Sabem quantos trabalhadores são literalmente explorados na “criação” das falsificações tão imprescindíveis para a realização pessoal e espiritual das “it girls” não pertencentes a high society consumidora das originais? Pensem nisso, pesquisem a respeito.
    É por isso que amo este blog. Nada de “neologismos” ( um loosho!; bapho! ecaaaaaaaaaaa), de quinta categoria, nada de objetificação das pessoas (“it” é a mãe!!!). Falar sobre moda é uma delícia, desde que se use a inteligência ao invés dos impulsos desmiolados de algumas blogueiras desesperadas por fama e popularidade.

    Pau nelas, De Chanel!!!

  178. 02/08/2010 22:36

    Ai meninas, eu leio vários blogs afinal tenho que ver vários pontos de vista naõ só o meu!
    Se alguém for no meu perfil verá que sigo tantos blogs e vários tipo o estúpidas, lele sadi, petit (to escrevendo certo?)tudo igual, não muda muita coisa até o meu blog deve ser igual o de alguém!rsrs
    Não é o fato de ler um blog que muda minha forma de pensar, as vezes muda é minha forma de olhar para uma determinada situação. É diversão ás vezes leio cada blog que ñ acredito que exista. Mas vai que alguém também pense que o meu é péssimo?Ou pense que é a melhor coisa do mundo?
    Só não acho que vale passar para as pessoas coisas que ñ queremos para nós e uma visão que ameniza atitudes erradas como pirataria e falsificação, discriminação,consumismo exagerado e etc.
    Agora pessoal quanto a linkar endereços, não vejo problema algum, estou super stisfeita pq um blog gringo usou o meu como fonte para um post e colocou o link do Meninas sabidas no dela, graças a isso teve gente de várias partes do mundo clicando no link.
    Se quiserem linkar o meu blog fiquem á vontade, vou adorar é sinal que estão lendo, tem fotinhas das bolsas copiadas por várias marcas lá.
    Abraços a todas

  179. 02/08/2010 23:10

    Que legal esse post!Aprendi muito.
    Eu mesma tinha achado muito legal as bolsas. Mas fiquei com o pé atrás quando vi o preço.

  180. Anônimo Link Permanente
    03/08/2010 0:10

    Depois de ler o post e quase toda a sicussão, vi-me com um problema. Seguinte, eu não sou das mais abonadas, então faço bastante das minhas comprinhas em C&A, Renner e lojas do tipo. E como foi dito aqui, quem não quiser comprar a “balenciaguinha” de moletom por 400 e tantas realidades, é só esperar que já já a Renner faz igual. Daí cheguei no meu ponto: essas lojas fast fashion que recheiam o meu guarda-roupa, até porque eu não tenho muita grana pra outra coisa, também copiam suas peças de lojas fast fashion estrangeiras, que as copiaram das grandes marcas, e assim sucessivamente. De onde eu concluo que, mesmo “sem querer”, só uso cópia. Ferrou, né?

    • Anônimo Link Permanente
      03/08/2010 0:11

      aff, eu quis dizer “discussão”. tecladinho ruim…

    • 03/08/2010 17:20

      pois é, foi o que eu quis dizer no meu coment. Todo mundo está passivel de usar copias indiretamente! Se n quiser usar copias ou inspiracoes, só comprando nas grandes grifes, e mesmo assim não é garantia! O grande absurdo nessa historia toda é cobrar R$450 por uma bolsa copia, de material mais barato e pelo preço de uma bolsa de couro verdadeiro! e também a hipocrisia de quem divulga!

  181. 03/08/2010 1:30

    E quem se acha tão “tendência” que acha que os outros querem copiá-lo? Acredite-me: é super comum.

  182. 03/08/2010 5:06

    Só para constar acabei de chegar do shopping fui fazer umas comprinhas adorei a coleçaõ de uma loja quando comecei a experimentar os asapatos já babando querendo todos ela começou a dizer; esse é o tal da Miu Miu, esse é da Louboutin, esse é de tal aff! para onde corro?

    • Anônimo Link Permanente
      04/08/2010 9:01

      Menina, corre pra costureira. Corre pro Etsy (cheeeeeio de originalidade). Corre pro ELO 7 (alguma originalidade).

      Beijo!

  183. 03/08/2010 8:10

    De Chanel,

    O ser humano é muito engraçado!
    Reclama dos políticos, mas adora furar fila e passar o sinal vermelho…
    Nosso Congresso reflete o povo, quem somos, ou boa parte de nós.
    É isso que vemos em muitos Blogs, comentários e etc…
    Cadê a reflexão íntima? O posicionamento coerente?

    Escrevi um post indignada por uma onda de “free Linday” que rolou por aí…
    E veio gente reclamar porque eu estava concordando com a prisão da “bêbada doida”!
    Peraí, pq vamos apoiar gente que dirige bêbada?
    Quantas pessoas perdem filhos, pais, famílias inteiras por causa desse tipo de gente?
    A mesma coisa se aplica em cópias baratas que encontramos por aí…
    Quanta menina vai deixar de comprar o lanche na escola para comprar uma porcaria de moletom?

    Triste, muito triste esse endeusamento fútil e inútil…

  184. 03/08/2010 16:15

    Amei! Amei! Amei!!!!
    Eu tb implico SIM! Essas meninas vivem falando mal das inspirações e falsificações, e uma delas já chegou a dizer que qualquer um pode comprar uma original (O.o) que não tem necessidade de comprar falsificações e agora estão lá todas sorrisos vendendo aquela “coisa”.
    Agora como já comentaram aí em cima, a questão toda é quem está se inspirando, se fosse uma C&A e Riachuelo da vida estaria estampado lá no blog delas a indignação!
    Parabén pelo blog! Amei de verdade!
    Bjos

  185. 03/08/2010 19:39

    Eu admito que gostei da Mulberry de moletom, mas concordo que aqui no Brasil as ‘inspirações’ são uma coisaaaa, né??? Cópia e CARA! (não tô falando da bolsa, mas da moda aqui em geral) Fiz um post sobre a moda aqui outro dia, escrevi tudo com fundamento nos meus 3 anos vividos em Milão, olha lá: http://www.fashionite.com.br/quando-sera-que-anna-wintour-vira-ao-spfw.html

    bjkas!!!!!

  186. 03/08/2010 20:33

    EU TE AMO DCNL, EUU TE AMOOOOOOOOOO!!!!
    ALELUIIIAAA, VEJO LUCIDEEEZZZZZZZZ NESSE LIXO TODOOO!!!!!

  187. vivian h. Link Permanente
    04/08/2010 1:15

    Hhahaha… adoreii… a Camila Coutinho – vulgo “quero ser it girl”….

    • 04/08/2010 1:42

      Fez bem ela de dar uma satisfação às leitoras. Sinal de que, de alguma forma, a mensagem chegou!

    • Larissa Popp Link Permanente
      04/08/2010 4:03

      sabe aquela história de quanto mais tenta consertar, pior fica? sinceramente, quem ainda lê aquele blog tá assinando atestado de imbecil né?
      ainda bem que eu nunca li.. só olhei o post que estava linkado no post daqui..

      e não tem nada mais horrível do que gente q erra pra usar a ironia.. o comentário no final do post sugerindo que as leitoras são retardadas mentais beirou o absurdo.. podem me dizer que foi de brincadeira mas eu senti um tom de verdade ali.

      esse post conseguiu ser mais bizarro que o anterior.. além de escrever muuito mal, inclusive com erros de português (maracujá = maracujina, não maracugina!) e não soube explicar a opinião (ou vai ver eu sou muito burra, pq não entendi!). E ´posso falar oq eu achei mais engraçado??? ela fez igualzinho a autora deste blog disse que faria.. já foi logo falando da Zara!!!

      • 04/08/2010 9:24

        o certo é Maracugina mesmo, como ela escreveu.
        Tipo viajar -> viagem.

      • 04/08/2010 16:24

        vivendo e aprendendo! outro dia descobri que o certo é muçarela.. agora descobri que o certo é maracugina.. se bem que maracugina é nome comercial né..
        outra coisa que fiquei pasma é que o certo é Costanza e não CoNstanza como muita gente fala! blog também é cultura!!

    • 04/08/2010 9:30

      Bom, taí o que muitas queriam, que a Camila viesse à público falar sobre o assunto. E ela veio.
      Aplaudo a Camila por ter falado EXATAMENTE o q eu já postei aqui no início da discussão toda. As tais bolsas NÃO SÃO FALSIFICAÇÕES, são homenagens, cópias etc whatever, e isto não é crime nem feio e é praticado all around the world por todas as griffes. E tenho certeza q este assunto só foi pauta pois são as “Dasluzetes” quem vendem, já que nunca ninguém reclamou das cópias diárias da Renner, Riachuelo, C&A etc da 2.55, por exemplo.

      Eu acho que tem discussões aqui que são muito mais pessoais que idealísticas.

      Bom, mas essa é a minha opinião.

      Continuo adorando ler e comentar os temas abordados.

      Beijo DeChanel,
      Avena.

      • 04/08/2010 12:06

        Raphaella, no meu texto a palavra falsificação não aparece uma vez sequer. O que se discutiu aqui foi a diferença entre cópia e inspiração, e os discursos ideológicos que são usados para justificar certas práticas empresariais e vender determinados produtos. A dupla moral que diz: “olha, determinadas coisas serão legais OU condenáveis de acordo com QUEM estiver por trás delas”. Enfim, essas hipocrisias. Mas, se vocês acham que cópia e inspiração são *a mesma coisa*, eu respeito. Vocês são especialistas em moda e provavelmente devem ter mil razões para pensar que copiar e se inspirar são coisas idênticas (em determinados casos, né?). Bom, eu tenho as minhas razões para pensar de outra forma e elas estão expostas no texto. Não vou ficar eternamente nessa discussão. Eu acho esses eufemismos de um mau gosto tremendo, como ficou claro no post. Isso que eu nem sequer entrei no mérito de algumas questões, como o discurso vitimizador de que essas bolsas são a tábua de salvação para as pessoas de classe média que não podem ter as originais, por exemplo.

        Beijos.

      • 05/08/2010 20:25

        Que alguém afirme o que vc já tem afirmado nao o faz válido. Acho que usar esse argumento e usar a opinao dessa outra pessoa como referente, deve , no mínimo, dizer algums coisa sobre a sua forma de pensar.

  188. 04/08/2010 2:00

    De Chanel,
    vc viu o post resposta da Camila sobre as bolsas de moletom? O que vc achou?
    Eu comecei a vomitar no 2º parágrafo.
    As leitoras fizeram um fuzuê do caramba nos comentários da bolsa de moletom e ela só viu quando uma leitora mandou email desabafando??? Quer dizer.
    Aquela menina é muito da debochadinha. Eu acho o seguinte, ironia é uma arte pra poucos, se não é a tua praia não força. Por que será que ela não escreveu numa boa? Por que não se retratou? Não teria sido mais fácil reconhecer que pisou na bola???
    Eu também achei que ela foi mega contraditória. Vc termina de ler o post sem saber qual é a real postura dela.
    E ela também esqueceu de citar que as meninas que armam o barraco nos comentários do blog geralmente são as que defendem a Camila e o blog como se estivessem defendendo a própria mãe.
    Essa é a minha opinião De Chanel. Fiz questão de não deixar o meu comentário lá porque… falar com parede, pra que né? Ela não lê os comentários e eu não quero confusão com as fãs dela. Foi minha última visita lá. Tô fora desse tipo de blog.
    Aguardo sua opinião. beijo.

    • 04/08/2010 11:35

      Li, sim. Acho ótimas que as pessoas defendam (ou tentem defender) as suas opiniões. ;-) Beijos!

    • Regiane Link Permanente
      04/08/2010 23:32

      Estou achando bem engraçao isso! Não façam desse blog um simples “espaço Anti-GE”. Mas é realmente surpreendente a força dessa garota (Camila Coutinho) e quer saber, parabéns pra ela!!

  189. 04/08/2010 2:56

    meu deus, menina, como vc é revoltada!

  190. 04/08/2010 3:42

    *clap, clap, clap*

    só isso =)

  191. 04/08/2010 6:15

    qta revolta!

    gente! por favor! come on! vão falar de coisas mais importantes: pobreza, causas sociais, causas ambientalistas….peloamordedeus! um monte de blogs discutindo sobre bolsas-cópia-réplica-inspired-de-moletom e dando audiencia pra Camila!

    Tá…é errado copiar…mas as grifes sabem que serão copiadas e que esse frisson de cópias fazem com que seus produtos inalcançéveis se tornem mais cobiçados!!!

    Já que é p/ ficar revoltada, por favor, fiquem revoltadas com AS MESMAS grifes que utilizam peles de animais cruelmente assassinados em suas peças! Sinceramente, eles (Balenciaga, Hermés etc) não precisam ser defendidos!

    Parem de usar e “causar” com os posts alheios e comecem a usar sua criatividade =P

    • 04/08/2010 9:41

      July, falou tudo. Realmente esta discussão desde o início não teve sentido, cópias na moda são feitas diariamente, inclusive por grandes nomes. O que as herdeiras da Daslu fizeram não tem nada demais, é apenas uma brincadeira divertida com quem quer adquirir um exemplar das suas moleton it bags.

      nada que não se veja aos montes em cada esquina e de couro falso em qq loja de shopping.
      Mas como são as Dasluzetes, o povo faz rebu e gosta de criticar.
      Pobres meninas ricas.

      Também acharia muito mais útil e válida uma discussão sobre a responsabilidade ecológica de cada um.

      Beijos,
      Avena

      • 04/08/2010 22:28

        meo deos…não defende por favor…não aqui…faz um post no seu blog patetico…igual a váriossss blogss zuados por ai…it fuck qualquer coisa…garotas retardadas..etc…

    • 09/08/2010 20:16

      A Dechanel já o fez! Dá uma lida nos posts anteriores que sua opinião acerca da criatividade da blogueira supracitada vai mudar imediatamente.

  192. Andressa Link Permanente
    04/08/2010 15:16

    Engraçado que estamos falando tanto de cópia/inspiração/falsificação…
    que vc mesmo não percebe que seus posts só existem pq vc leva td o que outras blogueiras fazem pro lado pessoal..

    É só surgir um post novo no GE que dê vários comentários que vc já tá postando aqui pra criar polemica..

    Acho que essas pessoas que ficam aqui confabulando com vc, deveriam arrumar algo melhor pra fazer!!

    Deixe os outros blogs falarem o que quiserem !! Liberdade de expressão…alguém lembra ??

    Deixe tbm que se inspirem ou copiem o que quiserem..pois de deve incomodar alguém…esse alguém deveria ser o autor da obra não acham ??

    • 04/08/2010 15:22

      Nunca citei – nem vou citar – o nome de nenhuma blogueira nem dizer que blogs leio ou deixo de ler. Agora, falar dos mesmos assuntos que elas é pecado? Não foi vc que acabou de falar em liberdade de expressão? Então.

  193. patricia Link Permanente
    04/08/2010 18:08

    Acho um absurdo que o tema “cópia” para algumas moçoilas blogueiras gerem opiniões tão contraditórias.
    Vou dar um exemplo simples, banal até:
    P/ várias delas, copiar bolsa (que envolve um trabalho e energia muito maiores do que alguns posts medíocres que a gente lê por aí): “pode” ….
    mas qdo copiam/copiaram posts ou usam/usaram imagens delas na internê -sem autorização- elas viram/viraram BIXOS, querendo processar, indenização, blábláblá… (quem acompanha já deve ter lido a união e mobilização delas se voltando contra o violador dos direitos autorais)
    Qual a diferença?????? 2 pesos, 2 medidas!? faça-me-o-favor!
    Cópia é cópia! Se vale pra vc vale pro outro….
    Põe a caixolinha pra funcionar, põe.

    • 04/08/2010 21:06

      Dechanel, estou impressionada com as manifestações, não suas mas de algumas de suas leitoras, contra a tal da Camila do GE. Os comentários de Larissa Pop (corrigindo errado) e Marta (vomitar???) são de um pobreza de espírito dilacerante..
      Isso está me cheirando à implicância, intolerância e, por que não, um pouco de inveja sim.
      Não tenho mais 15 anos faz tempo, e me considero uma pessoa muito pouco influenciável (e certamente não por blogs), mas tenho um espírito muito curioso e crítico.
      Sinceramente, acho a Camila Coutinho uma menina talentosa e, digo mais, vai longe no meio que está se propondo a trabalhar. Isso não me impede de discordar, ou não gostar, das suas opiniões (ou falta de), assim como em relação a qualquer outra blogueira, escritora, etc…
      Até mesmo porque ela é uma menina, mora em Recife (longe dos grandes centros, portanto)e, na sua condição de blogueira com público alvo formado principalmente por adolescentes (pré e pós inclusive), acho que ela pode ser considerada um sucesso. Será que é isso – SUCESSO – que incomoda tanto? Por que não vemos tantas críticas a outras blogueiras que nada mais são do que a Camila em versão trash, pra não dizer pobre.
      Não nos esqueçamos que cada pessoa é fruto da sua história. Então, os valores dela (assim como os meus, os seus, os nossos) decorrem da sua formação, criação, história de vida… inclusive da condição financeira da sua família.
      Apesar de não me encaixar no público alvo do GE, assim como de tantos outros (ou de nenhum) blogs, racionalmente é inconcebível a afirmação de que o tal blog é um lixo.
      Prá finalizar, acho que a Camila está demonstrando mais maturidade, educação e finesse do que muita gente que está passando por aqui.

      • 05/08/2010 1:38

        Concordo com boa parte do que tu disse,mas querer dizer que porquê não mora no eixo Rio-SP me dói a vista e a cabeça. Quanto a ela ser nova,assim como eu,ainda concordo em partes,mas quanto a não morar em grandes centros? Hello? Recife não é uma mini cidade,ela já morou fora,conheceu gente de todo tipo,então pra mim isso não faz o menor sentido. Ela deve saber e conhecer muito mais que muita gente do eixo Rio-SP. Sério mesmo,essa parte do comentário pra mim soa muito mal. E sim,claro que assim penso porquê também não moro em SP ou no Rio,mas eu realmente pensei sobre isso e não vejo o menor sentido. Bora abrir a cabeça,nesse aspecto sabe?

      • 05/08/2010 3:04

        concordo que eu corrigi errado, assumi isso logo que alguém apontou.

        mas apesar de já terem falado muito isso aqui, vou dizer de novo que é no mínimo infantil dizer que crítica = inveja.. a concepção de sucesso é algo muito relativo. Para algumas pessoas pode ser sinônimo de bens materiais, fotos em revistas e milhares de visitas em blog, sim! Mas definitivamente não quer dizer que todo mundo pense assim.

        ps.: vc escreveu meu nome errado!

      • 05/08/2010 16:16

        Roberta Sampaio,
        desculpe, talvez não tenha me expressado bem, mea culpa. Já estive inúmeras vezes em Recife, a trabalho e a passeio e, realmente, é uma cidade maravilhosa. Adoro Porto de Galinhas, onde já passei diversas férias. Esclareço que também não moro no Rio, nem em SP.
        Explicando melhor: quanto mencionei o “grandes centros” me referi realmente ao eixo Rio-São Paulo, que é onde, inegavelmente, tudo que é de mais importante em relação à moda neste país acontece, onde se encontram as redações das principais revistas de moda, onde acontecem os principais eventos de moda, onde se encontram as maiores agências de publicidade, e assim por diante… Acredito sim que qualquer pessoa que queira realmente se sobressair neste meio acaba vindo para o Rio ou São Paulo. É claro que exceções a esta regra existem.
        Então, mesmo com as peculiaridades do mundo cibernético onde, em tese, não importa onde você esteja, é bem razoável presumir que o crescimento profissional nesta área (como em qualquer outra, aliás) seja mais difícil quando não se está “onde a roda gira”. Parece-me que o trabalho da Camila do GE já ultrapassou as barreiras da internet então, analisando por este ângulo, palmas prá ela pelo sucesso obtido.

      • Anônimo Link Permanente
        05/08/2010 17:32

        O que realmente incomoda é ler um dia que a “valeska popuzada” NÃO pode usar uma chanel, mas a 284 PODE copiar outra bolsa e quem comprar estará bem. Ou que a inspiração da 25 de março não é bem vista, mas a inspiração das lojas da oscar freire e similares são o máximo!
        E já tá na hora de pararem de confundir critica com inveja! Até porque não sabemos as condições financeiras e de sucesso de cada um que comenta por aqui.

      • 06/08/2010 1:42

        Entendi teu ponto de vista,de verdade,e não quis ser a chata não. Verdade que relacionado à moda,e a quase tudo, as coisas acontecem no eixo rio-sp, só que acho que aí é questão econômica.E não dela saber mais ou menos,no sentido do blog,do que escreve. Assim,a questão de não morar nos grandes centros,eu digo,entende?

      • 09/08/2010 20:22

        Sou recifense e te digo: visite minha cidade, principalmente os centros comerciais, e depois retifique seu comentário.

  194. Andressa Link Permanente
    04/08/2010 20:50

    Não precisa nem dizer quais blogs vc lê…é só ver os seus posts e já dá pra saber..

    Liberdade de expressão ou de dor de cotovelo ???

  195. 04/08/2010 21:01

    Acho que quem compra uma de moleton, sabe bem que elas são cópias das originais.
    As bolsas que vendem na 25, são compradas por pessoas que tambem sabem que não são originais.
    Cabe aqui a postura de quem usa.

    Concordo que as pessoas que compram na 25 são criticadas por essas pessoas que confeccionam essas de moleton. Mas fazer o que…

    Agora, sem querer criar mais polemica, ou seja la o que:
    tá vc não ganha dinheiro com isso aqui, ou esta aqui pra explorar alguem, mas…

    *Esse seu logo, é uma inspiração ou cópia?????

    *Esse nome da sua pagina, é para fazer piadinha????

    FAÇA O QUE DIGO MAS NAO FAÇA O QUE EU FAÇO???

    Para mim o seu comentário nos “Erros 1, 2 e 3 poderiam caber aqui!

    Erro 1: copiar. Copiar criações alheias para ganhar dinheiro, por si só, é de mau gosto. É feio e deselegante. É picaretagem, sabe? Copiar não faz o globo girar.

    Erro 2: se vai copiar, copie direito e nos poupe desse vexame.

    Erro 3: usar o nome da marca original, nem que seja para fazer piadinha. Acredite em mim, anunciar uma Balenciaga de moletom ou uma Balenciaguinha cute fofinha é pior que anunciar uma Palenciaga. O mico do chinês é menor que o seu. Porque nem o nome da marca você respeitou, caro salafrário. Aliás, você está usando o modelo e o nome da marca para vender a sua cópia vagabunda.

  196. 04/08/2010 22:15

    ih! esse negócio de cópia me dá um nervoso… e o pior é que parece que brasileiro não liga a mínima. acha normal. eu já cheguei a ralhar por email com uma empresa de suco (www.dobem.com) que copiou descaradamente uma empresa inglesa (www.innocentdrinks.co.uk) e se faz de original e genial. e olha o nome: do bem. sério, me embrulha o estômago.

  197. 04/08/2010 22:31

    De Chanel…concordo! fiquei sem ler alguns dias…não tinha visto q tinha voltado ;) …q style! paguei um pau! todo dia vou passar aqui!

  198. 04/08/2010 23:20

    Ahahahah! muito bom, diferente de outros blogs, esse faz os outros pensarem! Acabei de comentar lá no GE, no meio de muitas desculpas e justificações para mostrar que essa cópia é legal de fato. Cópia é cópia, e não existe a cópia com boa intenção (nem se for fofinha feita de moletom) , só existe uma: ganhar dinheiro. Ainda acho que essas cópias idênticas de moletom que absurdamente nem diferenciam os signos que formam as peças deveriam ser processadas.

    um beijo!

  199. Izabela :) Link Permanente
    04/08/2010 23:41

    Garota, eu recomendo que você tire a sua roupa e taque fogo nela agora mesmo. Tudo o que vemos é inspirado em alguma coisa. Não concordo em usar nome de uma marca e fazer uma cópia idêntica pra vender se passando por ela, mas fazer algo semelhante para as pessoas que não tem dinheiro pra gastar 371828107382173123892,00 numa bolsa ou num sapato? O que tem isso? Todo mundo quer estar na moda, as pessoas costumam se sentir bem com isso. E agora você diz que não podem por que estão usando roupas e acessórios parecidos com os das marcas famosas? Mas não é esse o propósito das marcas que lançam a moda? Criar uma nova tendência a ser seguida? Não é preciso ser podre de rico pra se vestir, graças à deus, e muito menos podre de rico para andar na moda, pois é possível encontrar tendências a preços acessíveis. Por que não? Desde que você não desmereça a marca original colando uma etiqueta chanel naquela sua bolsinha-dá-pro-gasto e saia por aí fingindo que gastou 1000 dólares num acessório, por que não?

    TUDO que é vendido é inspirado nas marcas famosas. Se não fosse, não venderia, por que como as trends já foram divulgadas pelos estilistas de marcas famosas, o novo produto seria considerado out.

    Uma pena que algumas pessoas não compreendam e simplesmente se conformem com isso, esculachar marcas em conta só por que elas tentam manter seu mercado em dia é coisa de gente no mínimo se acha bastante por poder comprar o produto original. Vá viver sua vida e pare de fingir que você só faz compras na mulberry, na chanel, na versace e na dior, pelo amor de deus.

    bjs, não quis ser ofensiva apesar das ironias, só mesmo expressando minha humilde opinião. :) tchau!

    • Valéria Link Permanente
      05/08/2010 0:07

      “Uma pena que algumas pessoas não compreendam e simplesmente se conformem com isso…”

      Que suas próprias palavras sirvam de lição para você.
      Uma pena é aceitar tudo porque “Todo mundo quer estar na moda”, aí eu posso pegar uma bolsinha de moletom e copiar a “original”.
      Não seria muito mais bonito se utilizassem o moletom – que está em voga – e fizessem um outro modelo? Ia ser muito mais interessante.

      Sabe porque poucas pessoas sobressaem? Fazem sucesso?
      Porque poucas são originais.
      Porque Andy Warhol, Coco Chanel, Madonna e tantos outros são referência?
      Porque usaram o que poucos hoje em dia usam: a criatividade.

      Elvis Presley criou o rock, Bob Marley achou bonito, ele não copiou, sabe o que ele fez? Ele CRIOU uma maneira diferente de música.
      Acho digno se inspirar, acho indigno copiar.

      • Izabela :) Link Permanente
        05/08/2010 2:04

        Acontece, minha querida Valéria, é que a partir do momento em que alguém faz sucesso com suas originalidades, os preços deixam de ser acessíveis, então não é POSSÍVEL para a maioria de nós ter o produto original. E uma bolsa em modelo moletom sempre será considerada cópia, já que todas as bolsas em moletom foram inspiradas numa trend de marca famosa, mesmo que ela é diferente. Eu não compraria nada idêntico ao original pra fingir que é original, por exemplo. Prefiro uma inspiração com um toque diferente. E é isso que a blogueira aqui parece estar condenando, coisa que não entra na minha cabeça, e parece até uma ridicularidade, ao meu ver.
        O que você não entendeu, Valéria, é que eu estou CONCORDANDO com você. Acho legal os inspirados, e difenrete da blogueira aqui, com quem eu DISCORDO, eu acho que INSPIRAR e COPIAR são coisas diferentes SIM, e que não vale a pena criticar a pessoa que usa algo inspirado, por que com toda a certeza, TODO MUNDO usa alguma coisa inspirada em outra.
        E eu não estou falando nada disso por que concordo sempre com o que está na moda, mas fico muitíssimo feliz que algumas pessoas encontrem a felicidade nela, e não vejo nenhum problema nisso, afinal, todo mundo deve fazer o que o deixa de bem consigo mesmo. Todos tem pelo menos alguns poucos hábitos e futilidades que são necessários para seu próprio bem estar.

    • Anônimo Link Permanente
      05/08/2010 16:58

      Magina, não quis ser ofensiva não.

      No mínimo deve ser seguidora da estúpida e vem aqui achar que vai dar lição de moral.
      Faça o seguinte: compre sua horrorosa fake de moletom, ‘fique na moda’ (igual as pessoas que compram LV do chines ficam) e exiba seu troféu por aí, achando que tá arrasando só pq comprou uma cópia numa lojinha que patrocina posts pagos disfarçados…..

      • Valeria Link Permanente
        05/08/2010 19:24

        Ah tá! Tá certo! Quer dizer que a bolsa (cópia de moletom) custar R$ 400,00 e poucos reais tá em “conta”, né?
        Pois bem, com esse valor, eu compro um de couro bom e a terei por um bom tempo.
        Ao contrário do moletom, que se cair chuva, quiçá um copo de suco, pode até manchar.

        aí eu pago R$ 400,00 pra ostentar algo falso pra eu me sentir bem, como se estivesse com o verdadeiro. É mais ou menos isso né?

        Então tá.

  200. Anônimo Link Permanente
    05/08/2010 1:48

    falar sobre copia, sendo q o logo do seu blog é a copia do da Chanel. kkkkkkkkkkkkk

    • 09/08/2010 20:38

      Nossa… usar do anonimato pra falar bobagem, e ainda rir do próprio deboche, é uma estupidez sem tamanho. É por isso que a ironia é uma arte. A maioria se resume a meros deboches imbecis!

  201. 05/08/2010 3:25

    Tô sem saco para os “It blogs” em geral. Tudo igual! Blogueiras famosinhas se achando “celebridades” e ditadoras de moda. Tô achando tudo tão chato. Odeio essa história de “It Girl”. Tem coisa mais brega e cafona do que isso. Veneração por Alexa Chung?? Por que motivo venerá-la?? Ela fez o que? Algum lindo gesto de caridade? Está engajada em alguma causa nobre?? Fico pensando por que eu usaria uma camisa ” I Love Alexa Chung” ? Sinceramente, isso me dá tanta vergonha quanto a bolsa Balenciaga de moletom.

    Balenciaguinha de MOLETOM?? Repito de MOLETOM?? Repito “Balenciaguinha”… o que é pior? Ser de moletom ou ser chamada de Balenciaguinha???

    Quanto a implicância da De Chanel… Deixa ela implicar meu povo… As “IT Blogueiras” estão se achando “IT” demais pro meu gosto!

  202. 05/08/2010 19:42

    Isso que é sustentar uma opinião!

  203. Valeria Link Permanente
    05/08/2010 20:00

    “ue parecem estar revoltadas com tudo”

    É verdade, viu.

    Mas, olha, tenho duas dicas pra você:

    1. Chá de camomila ajuda viu.
    2. Ter um namoradinho na hora da crise de grosseria também ajuda, e muito.

    Querer empurrar opinião goela abaixo, é feio.
    Fazer um curso de interpretação de textos para se fazer entender no que escreve, é bonito.

    Se não tivesse sido infeliz no primeiro comentário, não haveriam opiniões controversas as suas.
    Ah! E tô ajudando o mundo viu, resgatei uma cachorrinha com um tumor enorme, do tamanho de uma manga, paguei cirurgia e agora pago hospedagem. R$ 210,00 mensais + ração + banho + caminha. Quer me ajudar? Tô aceitando (Sério mesmo).

  204. 06/08/2010 1:34

    Nossa, perfeito!!! Achei ridículo este post do GE quando eu li. E para falar a verdade, entro cada vez menos lá… O blog está ficando muito ruim!!!!

  205. 06/08/2010 16:22

    Ainda bem que surgiu um blog que faz pensar antes de consumir. E que venham mais posts esclarecedores.

    Bolsa para mim nada mais é um acessorio que me permite carregar os meus pertences. Tenho minhas preferencias independente da modinha da novela do momento ou da it celebridade mais clicada.
    Primeiro de tudo bom material, principalmente a de trabalho usada 5 dias na semana. Tamanho medio a grande para caber as tralhas de uma mulher moderna que trabalha, estuda e so chega a noite em casa. Adoro divisoes internas hehe Se tiver bolsinhos externos com fecho magnetico me ganha. Nada mais pratico para colocar papeis de estacionamento e cracha de visitante.

    Assim que eu escolho roupas e acessorios. Sempre penso se combina comigo (peso, altura,cor de pele), estilo de vida, custo versus beneficio (uma coisa é pagar caro num produto e usar 1 vez na vida e outra é saber que voce precisa daquilo para “X” vezes minimo).

    Conforto, qualidade e praticidade sao os filtros usados apos a conclusao de que o produto tem a ver comigo e eu gostei ao provar.

    Bolsa de moletom nao rola. Mesmo que nao tivesse toda a questao ideologica envolvida.

    E o tecido iria confrontar meus “principios” de qualidade (logo estara esfolada, rasgada, fio puxado) e praticidade (vai ficar encardida e nao quero ter o trabalho de limpeza).

    A De Chanel esta movimentando a blogosfera.

    Vale a lida no post http://limobag.blogspot.com/2010/08/maria-vai-com-as-outras.html

    Pra mim a melhor parte:

    “Não tem problema gostar do relógio lindo do Marc Jacobs, desde que você entenda que ainda é um simples relógio, que marca as horas como o digital do microondas da sua cozinha.”

    Resume tudo: a gente esquece que é so uma bolsa, relogio, sapato, batom e que nao precisa ir a falencia pra tentar ser, ter algo que voce nao é e nao precisa ser.

  206. 06/08/2010 21:39

    Eu pessoalmente não gosto das bolsas de moletom, mas acho q o que a 284 fez com a birkin foi uma parodia, cópia foi a Pop up, que COPIOU a idéia do concorrente em fazer uma parodia com as bolsas, infeliz o resultado, até pq a birkin é uma bolsa mto menos acessivel que uma mulberry ou a balenciaga.!

  207. 07/08/2010 9:25

    Oi! conheci seu blog hj pq caí no GE (que conheci hj tb) e caí aqui. Isso td pq tava procurando uma foto da lady Gaga com uma bolsa dessas bem cara que ela costumizou. Enfim, sobre tudo isso, tenho uma humilde opinião, já q meus conhecimentos de moda se limitam ao meu guarda-roupa. Eu entendo q cópia seja diferente de inspiração, oks, trabalho como professora de Literatura e vejo plágio, intertextualidade o tempo todo. Mas no caso da tal bolsa (que nem conheço) não vi algo de tão absurdo como vc. Até entendo q vc se revolte com isso por estar nesse meio e tal, mas acho q ao assumir-se como releitura (no sentido de não ter a intenção de fingir q é a tal, como os chineses hehe) já e um passo q afasta da cópia cretina.
    não q eu vá comprar uma de moletom, muuuuito menos uma original (professora, oi?) pq prefiro uma boa bolsa sem tag que dure muito por um preço digno, mas acho q muito dessa polêmica vem do fato de nosso país (muito jovem de independência da Europa ainda, uma das causas) tende a colocar num pedestal tudo que vem de fora, principalmente da Europa, fazendo até com q muita gente dita “antenada” use a moda toda ao contrario por causa da diferença de estações. Vem de lá, foi o Balenciaga q desenhou, ele é melhor q eu, é um deus, q pecado copiarem o cara! Claro q odiaria se alguém copiasse um livro meu dizendo q foi ele q escreveu (plágio), mas acharia legal alguém me citar em seu texto, por mostrar q tal pessoa me tem como referencia positiva! Como vc mesma falou no seu post, isso não atrapalaha em nada a vida do sr. Balenciaga, que deve ser mt bom no q faz, não conheço seu trabalho.
    Enfim, o que quero dizer é q gera todo esse bafafá (ainda se diz “bafafá?”) porque trata-se de uma bolsa q só custa tão caro pq tem uma marca q cobra tão caro e tem um monte de “bobocas” q vão lá e pagam p se sentirem “in” alguma coisa. Desculpa se ofendi alguém, mas precisar comprar algo tão absurdamente caro é coisa de alguém com problemas psicológicos, carencias, etc. Pago mais caro por um produto à medida em q ele vale, mas há um limite q ultrapassa o “benefício” e fica apenas o “custo”.
    Enfim, estou longe de ser uma garota grossa ou estúpida (trocadilho sem querer, mas funcionou), então espero ser compreendida na MINHA OPINIÃO no seu site e pelas suas leitoras e leitores, com a mesma liberdade com a qual vc expressou a sua e eu venho aqui mostrar a minha.
    Interessante seu espaço, vou explorá-lo mais!
    Fica aí o link do meu, muito mais humilde!hehe
    Abraço!

    • 07/08/2010 9:35

      escrevi, escrevi e não deixei claro! prolixidade, me deixa em paz! hahaha
      acho q sim, eles poderiam assumir a inspiração (até p vender mais, pq não?) mas poderiam ter feito uma bolsa diferente, ne? poderiam, poderiam sim… seria mais bonitinho. acabou q “era” pra ser uma ironiazinha mas ficou sendo meio q “plágio com máscara de ironiazinha”
      agora, sim
      beijos!

  208. Ti Sofia Link Permanente
    08/08/2010 0:10

    Oi De Chanel, eu ainda não li todos os comentários, tô na metade ainda, mas vou comentar antes de ler tudo mesmo. Eu não entendo pq as pessoas falam que há uma implicância da sua parte. A bolsa não é uma cóopia barata? Então vc tem todo o direito de implicar. Será que é tão difícil pra uma marca ter uma ideia original? Não! Mas é tão mais fácil copiar uma outra que já copiou a outra. Então tem que implicar sim, porque não é legal. Eu fico pensando se fosse um trabalho, um texto ou algo do tipo de minha autoria e alguém copiasse descaradamente, só mudando o tipo de fonte e a cor do texto. É cópia e não é correto.
    Pena que muita gente não pensa assim. Já ouvi muita gente falar “Ah, mas eu não tenho dinheiro pra comprar a original, vou comprar a falsa mesmo” ou “O dono da marca já tem milhões, ele não liga pras falsas”. Mas não é pelo dinheiro, mas sim uma questão de caráter. Uma pessoa tirou o tempo da vida dela pra CRIAR, e eu imagino que não seja fácil. Colocar no papel, criar, experimentar, fazer os testes… pra uma pessoa simplesmente copiar e ganhar um dinheirão em cima da SUA criação? É mta falta de caráter, tanto de quem faz quanto de quem compra…

  209. Jornal do Whisky Link Permanente
    10/08/2010 0:17

    Se na moda é ruim.. imagina com whisky!

  210. 10/08/2010 19:52

    Sinceramente, não entendo o que incomoda tanto. Eu acho o modelo Alexa, lindo. Sim, gosto do MODELO. Não tô nem aí se é de marca ou não, se gostei do modelo, qual o problema? Não posso comprar a original, mas não me incomoda usar uma parecida. Obviamente, não compraria uma bolsa de moleton, por este valor. Porque simplesmente não vale. Mas essa é uma outra discussão.
    Adoro o blog mas eu ainda não entendi o que incomoda a Dechanel. Desde que a moda faz parte do mundo as coisas são assim. Sua revolta teria de ser também com Renner´s, C&A´s, Zara´s e por aí vai.
    Bj

    • 11/08/2010 15:19

      querida, caso não tenha entendido. a zara, renner e outras fast fashion não tentam vender o produto falsificado usando O NOME DA ORIGINAL PRA JUSTIFICAR.

      Em todos os blogs ‘it’ paga pau, elas citam as bolsas como “balenciagazinha” de moleton.
      “mulberry alexa de moleton” cardigan missoni feelings..

      É um absurdo isso..a vergonha na cara desse povo, cadê?

      E o que me deixa mais indignada nao eh o preço nao..pq garanto q essas q compram pra fazer charme, tem dinheiro pra comprar a original: q sao as patricinhas da patota lá..

      O que me indigna é que quem ta fabricando essas falsificações, são as mesmas pessoas q vendem as originais em suas lojas…leia-se filhinhas de dasluzetes, logo elas tem acesso a todas as bolsas, roupas e modelos pra ‘se inspirarem” à vontade.

      será q essas grifes ainda não pararam pra ver isso?

      vi um post no blog sanduiche de algodão com as fotos das bolsas birkin, chanelzinha e até cópias idênticas de modelos da CELINE..as próprias donas das marcas seguram como se fosse criações..

      aqui:

      http://sanduichedealgodao.com.br/2010/08/making-of-284-do-verao-2010/

      fala sério.

      tenho vergonha disso tudo e acho desrespeito com as marcas q construiram uma imagem, tornaram as bolsas famosas e investiram milhoes pra criar o desejo..

      será que pq ta na moda e só pq nao posderei compra, eu tenho q ir em outra pegar uma falsa so pra satifazer meu desejo de ter algo q ta na moda?

      nao.

      eu desisto e vou atrás do q cabe no meu bolso..a vida nao eh so de vontades da gente nao.

      isso é desrespeito à propriedade intelectual das pessoas.

      • Caca Ribeiro Link Permanente
        11/08/2010 17:40

        Amore, nenhum desses produtos são falsificados. São apenas CÓPIAS. Entendo que elas usam o nome da grife para “agregar” valor à um produto de moleton. Ok. Mas não faz a menor diferença quando vou a Renner e vejo uma “Chanelzinha”. Quem conhece sabe o que é e da onde veio a “inspiração”. Só porque uma porcentagem de quem compra os produtos não sabe exatamente da onde se originou a “idéia”, não exclui o fato de ainda assim ser cópia.
        Existem algumas marcas que se estabelecem tão bem no mercado, que viram referência para o nome do objeto. Ex: Rímel, Gilete, Chicletes, Bom Bril…
        Mate a primeira vendedora da Renner que você perguntar se tem bolsinha “Chanel”, e a pobre coitada te levar na arara de bolsinhas de correntes e metalassê. Portanto, se tais bolsas cairem no gosto do povão, como no caso da Chanel, todos utilizaram o nome da marca MESMO. Oh céus! Que desrepeito não é mesmo?
        Em tempo, como já disse: Não tenho o mínimo de interesse em comprar as bolsas da 284 e nem da Pop Up e não fui uma das que se inscreveram na lista de espera. Simplesmente acho bobagem tanto barulho.

  211. 13/08/2010 20:27

    alguém viu hoje na folha a matéria “Na forma da lei”?, sobre esse assunto das bolsas / cópias / releituras / falsificações?
    Tem uma foto gigante da Fabiana Justus com duas bolsas das famosas de moletom.. e fala sobre o projeto de lei que tramita no congresso americano, para proteger a propriedade intelectual de designers. Segundo a lei, “releituras” do tipo da bolsa de moletom não seriam consideradas cópias, mas dizem que a avaliação sobre tecidos por exemplo seria feita caso a caso. Basicamente as bolsas lançadas a partir da entrada em vigor seriam protegidas por um período de 3 anos.
    O que achei interessante mesmo foi a matéria dar destaque para o Loubotin, que criou o site http://www.stopfakelouboutin.com/index.php/en para lutar contra problemas do tipo. Achei o máximo a fala do próprio: ” É muito triste ver meu nome em um produto de qualidade inferior”

  212. 19/08/2010 20:58

    Descobri teu blog por acaso e fiquei viciada, já gastei muitas horinhas só lendo 3 posts + a enxurrada de comentários que vieram junto! Se continuar assim, talvez daqui alguns meses eu consiga ler tudo! ;-) Mas essa quantidade de feedback só pode significar uma coisa, bom conteúdo!
    Fazia tempo sentia falta disso e procurava algo assim nos blogs, adorei seu lado crítico e irônico!
    Bom, estou super atrasada pra comentar teu post mas gostaria de dar meu pitaco (não consegui ler todos os comentários, então espero não estar repetindo o que outros disseram!)…
    Entendo e concordo com teu ponto de vista, também acho um absurdo (e abuso) fazerem uma cópia tão descarada (e ainda fazer propaganda disso), por outro lado, aqueles que pagam essa grana preta pela bolsa de moletom são iguais às pessoas da classe média que compram cópias na C&A ou à classe baixa que compra na banquinha da esquina, só muda a escala de riqueza…
    E eu admito que consumo muita coisa nesse esquema até por não ter dinheiro para comprar um original. Eu baixo música, filme, uso softwares piratas e já comprei muita coisa na zara “100% inspiradas”, não consigo ser uma pessoa tão correta quando gostaria de ser… apesar de que para certos produtos, defendo sim o download gratuito e copyleft.
    Uma coisa que não engulo é o fato da Kate Moss apoiar a Topshop (uma empresa que copia muita coisa) sendo garota propaganda e tendo uma linha de roupas na loja, e ao mesmo tempo estampar revistas e propagandas das marcas que são alvo de cópias. E pior, essas grandes marcas também copiarem entre si ou copiarem trabalhos que dificilmente seriam descobertos! É muita contradição!!
    Lembra da crise recente em que os editoriais vieram com blablabla de consumo mais consciente? Bom, a crise “passou” e com ela se foi esse discurso, né?
    O que eu quero dizer é que ao final, tudo é dinheiro e é muuuito dinheiro que circula, ninguém é santo e acredito que não existe mais ética no mundo da moda, talvez por isso eu tenha me desencantado tanto com ela… minha grande e maior preocupação é saber se todo o processo de produção está sendo feito honestamente, pra mim é isso que importa: se o costureiro está sendo bem pago, se o cara que corta o tecido não está sendo explorado, sabe?
    Você assistiu ao filme Gomorra? Tem uma parte que fala sobre isso e acredito que infelizmente grande marcas usam e abusam de trabalho exploratório!
    Bom, desculpa o desabafo, e olha que ainda tem muito mais coisa que gostaria de dizer ;-)
    Olha só, uma coluna que eu gosto bastante é a da Vivian Whiteman, procure os textos mais antigos quando ela escrevia com o Alcino, as críticas dela são muito boas: http://ultimamoda.folha.blog.uol.com.br/
    E só para colocar mais palha na fogueira, assista a essa ótima palestra do Ted (adoro) sobre copyright no mundo da moda, abriu a minha cabeça:
    http://blog.ted.com/2010/05/25/lessons_from_fa/ (tem legenda em português!)
    Bjos

  213. Cecilia Link Permanente
    20/08/2010 21:33

    É pecado gostar tanto do modelo de uma bolsa famosa a ponto de desejar ter no armário uma parecida, mesmo que seja em outra proposta? Quem não pode ir na Balenciaga ,por exemplo, e comprar sua motorcycle deve apenas se conformar e pronto? “Cabousse”? Poxa, moda é moda, e democracia faz parte! Todo mundo tem o direito de querer se sentir fazendo parte de alguma coisa, independente de tribo , estilo ou riquesa , nao eh mesmo?
    Eu tambem prefiro minha Chanelzinha basica a estas bolsas (que particulamente acho feias) mas tem gente que nem juntando meses de salario consegue comprar uma de marca entao compram as da 284 , e ficam super felizes e covenhamos com uma bolsa com muito mais bossa do que uma copia barata da 25!
    Achei o post super inteligente como todos que voce escreve , mas realmente acho que eh preciso tirar o monopolio e trazer uma concorrencia ( falo aqui no Brasil , porque no exterior isso jah existe a muito tempo) a estas grandes marcas com precos fora do comum, porque nao eh so Blair Waldorf que quer ser rainha , concordam?

  214. 21/08/2010 18:01

    Olha, deve ser muito lindo ter muitos dólares pra comprar uma Balenciaga, uma Chanel, uma LV, dentre outras, mas vamos pensar politicamente nessa discussão??? Quantas pessoas perecem nas filas de atendimento do SUS??? Quantas pessoas morrem de fome por minuto no mundo inteiro???? Muita gente não tem essa informação na ponta da língua, mas sabem o precinho das lindas pecinhas supracitadas e as compram. Sinceramente, não sou rica, mas sou muito feliz por ter 109 reais pra comprar uma imitação da Birkin na Renner. Na ocasião não comprei, porque fui a SP recentemente e comprei 4 bolsas na 25 e agradeço muito por ter essa oportunidade financeira que muitos não têm. Cheguei em casa, fiz uma limpa no meu armário e doei muitas roupas e sapatos, e depois li nos blogs “dazamigas” que agora é bonitinho doar as velhacas de grife. Afffff!!! Quero ver quem vai me dizer que eu não sou uma “it guél” porque minha Birkin é da Renner. Vai praticar o desapego, o amor ao próximo. Seria lindo se o dinheiro arrecadado com a venda da bolsa vagabunda de moleton fosse usado em prol dos que realmente precisam. Aí sim eu poderia pensar seriamente em me rasgar toda por uma CÓPIA dessa bolsa… Essas “it girls”… Vergonha alheia.

    • Regina Valadares Link Permanente
      24/08/2010 19:49

      Flávia,

      É exatamente ASSIM que eu penso!
      Fico feliz em saber que, ainda, existem pessoas como você (sem clichês).
      Eu entro nesses blog superficiais e fico vendo essas meninas exibindo: Gucci, Balenciaga, Louis Vouitton, enfim… não acho ruim que você gaste aquilo que tem, sabe. O dinheiro é seu, você faz dele o que bem entender. Mas, pôxa, sem querer julgar (e já julgando) e aposto que pouquíssimas ajudam (de coração aberto) a quem precisa. Ficam bitoladas em um mundo de grifes e logotipos e esquecem que existe um mundo real, cruel e muito diferente do que pintam.
      Penso que aqui, no Brasil, existem tantas marcas boas, legais. Odeio ostentação. Odeio.
      A última bolsa que comprei, me custou R$ 10,00 (dez reais). A que ganhei, meu chefe trouxe das zoropa pra mim. As duas são ótimas e me ajudam no que eu preciso: carregar minhas bugingangas.
      E, olha, agora minha vida me deu uma oportunidade melhor, recebi uma promoção muito boa e a primeira coisa que pensei: vou dar um jeito de dividir o que ganhei.
      E foi o que fiz: adotei uma menina do fundo cristão.
      Não gosto de dizer isso, porque o próprio evangelho diz que não devemos dizer aquilo que fazemos de caridade, porém eu não consigo entender uma discussão dessas, sendo que existem TANTAS pessoas que PRECISAM de MENOS da METADE do VALOR de uma bolsas dessa para SOBREVIVER, sabe, ter o QUE COMER.
      Isso me revolta, de verdade.
      Aí fico pensando: um monte de meninas que só pensam nisso (e não adianta posar de “esse blog só existe para assuntos fúteis”, porque aquilo que você posta, reflete a sua maneira de ver a vida e se você criou um blog, algum motivo tem, fora que ele demanda tempo e dedicação) quando “crescerem” vão virar o quê?

  215. Juliana Pedroso Link Permanente
    24/08/2010 18:30

    Não li os comentários previos porque sinceramente estou com pressa, mas gostaria de deixar brevemente comentado uma experiência minha.
    Estava eu entrando na Arezzo semana passada para ver o fim da promoção e dar uma olhada na coleção nova. Como todas já sabemos as “inspirações” também estão presentes nas coleções dessa nossa querida lojinha. Mas o que me fez vir a comentar o acontecido aqui não foi o sapato identico ao Miu Miu (o qual a Shutz também usou como “inspiração”, até mesmo nas cores do modelo), mas sim a vendedora mostrando uma imagem ampliada de uma modelo da campanha da Chanel com a Cocoon para convencer duas jovens senhoras a levarem o modelo da Arezzo…
    O que fazer numa situação dessas? Rir ou chorar?
    Sempre achei os modelos da Arezzo incríveis a acho que a loja não precisava disso… Uma pena.

  216. Deborah Morais Link Permanente
    01/09/2010 22:28

    DCNL, primeiramente ótimo post!!! Eu tô estudando pra conseguir uma bolsa em algum curso de moda. Mas quanto mais leio sobre moda, mais desanimada fico. Eu não quero fazer parte desse mundinho baphônico it gueeel, tenho medo disso, de verdade, panelinha pura. Não quero ganhar a vida copiando e vendendo por um precinho “acessível” (500 pau por um pedaço de moletom, baratissimo ne?). Ao mesmo tempo não tenho vontade de criar, desenhar vestidos de 25.000 dólares (mesmo se eu tivesse a oportunidade um dia). Quando paro pra olhar p mercado me desanimo muito, parece que quase tá todo mundo indo na mesma direção e que eu não vou escapar dessa. Amo moda, gosto de observar pessoas com estilo diferente do meu e das pessoas ao meu redor, adoro ver desfiles, quero aprender sobre tecidos, sobre a história da moda,etc… mas e depois o que vou fazer com tudo isso? Acho que vou pensar 2 vezes caso eu conseguisa essa bolsa. Quero trabalhar com moda, mas não dessa maneira suja e fútil. Definitivamente, não quero me sentir fútil, não quero ganhar dessa forma se tiver que fazer parte dessa graxa toda. Seus posts tem me ensinado muita coisa de verdade, tenho muito o que aprender sobre esse meio ainda, cada dia que passa sinto que não sei é nada mesmo.

  217. 02/10/2010 19:37

    Nossa, acabei de ver no blog de uma “it girl” que a bolsa de moleton tá custando 750 reais.
    750 REAIS NUMA BOLSA DE MOLETON?

    Vá pastar com esse preço!

  218. IARA MARIA Link Permanente
    12/10/2010 1:23

    Réplica ou falsificação é quase a mesma coisa, ou seja, não é original!!!!
    Vamos falar a verdade sem meias palavras, ser pobre q não se possa comprar uma bolsa original, tudo bem, mas ser pobre de espirito a ponto de comprar uma réplica/falsificação não dá né!!?
    É muito feio, e dá a sensação q a pessoa quer ser aquilo q ela não é! Ela tbem se torna uma replica/falsificação!
    Ou então faça como eu, faça uma poupança para ter a sua verdadeira! : )))

  219. Andreza Link Permanente
    19/11/2010 21:20

    Eu li esse texto há alguns meses e aqui estou para comentar.
    O engraçado é que, as pessoas que compram essas bolsas são as primeiras a criticarem uma pessoa por usar roupas da Renner, C&A ou Skala (uma loja de roupas super barata em Santana, zona norte de São Paulo)
    São pessoas que tiram fotos semanalmente para mostrar seus looks grifados e obviamente, se exibir um pouco.
    E, cheguei ao meu ponto: Todas as pessoas que pagam R$ 450,00 nessa bolsa horrenda, são pessoas quem TEM dinheiro para comprar as originais. (Acho que a única exceção, em alguns casos, seria a Birkin!) E eu fico sem entender… Por que elas insistem em fazer propaganda disso?
    Acho que elas estão provando do próprio veneno. Criticam as cópias e hoje as compram…

  220. Cida Levino Link Permanente
    24/01/2011 16:42

    Após a noticia da proibição da 284 pela Hérmes so me lembrei deste maravilhoso post.

  221. 02/02/2011 4:36

    ACHO ÓTIMO QUE TENHA GENTE DISPOSTA A DEFENDER ESSAS MARCAS. AFINAL, É
    TOMANDO AS DORES DAS HERDEIRAS QUE VOCÊS SÓ ENGORDAM O PORQUINHO DELAS…
    E COMO RECOMPENSA, GANHAM O DIREITO DE DESFILAREM POR AI COM AS SUAS CÓPIAS, DIGNAS E MUITOS HONESTAS, BIRKINS DE MOLETON SEM CULPA!
    ENJOY!!!! =)

  222. 11/02/2011 4:47

    Há tempos quero comentar nesse post, me enrolo e acabo esquecendo.
    Como disse a Cida, a notícia da proibição me fez lembrar dele, mais que o normal.
    Não vou ser hipócrita e dizer que nunca adquiri produtos piratas, evito mas tenho algumas coisas. Só que essa questão trabalhada no post me deixa revoltada porque os produtos pertencem a marcas que querem atingir da classe B à A, praticando preços exorbitantes por baixa qualidade e criatividade.
    Além disso, apesar de serem anunciados como inspired, toda a divulgação dos produtos é feita em cima do nome da marca e do modelo orignal, por exemplo: Birkin de molentom. Uma marca que quer se posicionar num mercado elitizado usa sem autorização o nome de outra, e ambas muitas vezes atingem um público semelhante.
    Sou a favor da democratização da moda e reutilização de idéias, mas uma bolsa de moletom custando um salário mínimo está longe de ser isso.

  223. bruno john cesconetto Link Permanente
    01/02/2012 16:15

    TEM QUE PIRATEAR MESMO, PQ VENDEM TAO CARO A ORIGINAL E UMA PIRATA Q É IDÊNTICA, É MENOS QUE 1% DA ORIGINAL…. VÃO EXPLORAR OUTRO!!!

  224. bruno john cesconetto Link Permanente
    01/02/2012 16:22

    SOU A FAVOR DA PIRATARIA, E TOMARES QUE DOMINE O MUNDO!

    EXEMPLO: UMA CALÇA DA DIESEL É R$ 1.370,00 Á ORIGINAL

    UMA PIRATA NA 25 DE MARÇO / GALERIA PAGÉ /REPLICA IDÊNTICA CUSTA R$ 37,00

    FEITA DE JEANS BOM, BOTOES TODOS PERSONALIZADOS UMA COPIA PERFEITA
    FORA O LUCRO QUE A LOJINHA JA ESTA GANHANDO, PQ UM ORIGINAL É TÃO CARO
    SENDO QUE É A MESMA COISA, ME DIZ EM???

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